sábado, 18 de agosto de 2018 • ANO XVII • N° 6.255

3 Comments

  1. 3

    Tito Martino

    O texto de Ednardo Pinho é uma classica “hipótese supositória”. Elabora como seriam as coisas se tudo se desse como se assim fosse. Ora, vai bugiar!

  2. 2

    Anônimo

    O texto de Ednardo Pinho é uma clássica “hipótese supositória”.
    Elabora o que seria se tudo se desse com se assm fosse . Ora, vai bugiar!

  3. 1

    Anônimo

    Acreditar que, uma só pessoa mesmo com poderes supernaturais, poderia resolver problemas como a fome e a opressão por que passam milhões de pessoas no planeta, é de tanta pureza, que crianças muito menos adolescentes poderiam imaginar como seria o happy end da estória.
    Da mesma forma infantil é anelar que um regime político, “socialista” ou “capitalista” o faça.

    Críticar milhares de pessoas de, “mentes ainda não amadurecidas e pouco exigentes” é muita presunção para meu gosto.

    A moral desta fábula na minha interpretacao é de que talvez não seria mesmo muito infantil infundir densidade e sérios dilemas morais ao personagem. Tamém quanto a luta do herói que dá-se geralmente em âmbito local, aspirando a este grupo (não amadurecidos e pouco exigentes) de que a tarefa de aplacar as dores do mundo começa com a luta contidiana e assim com cada um de nós.
    Enfim, não ser tão inchaço e exagerando com este tema, espelhando um idealismo encima de um personagem fadado e infantiloides.

    Sinto mas isto me parece mais uma alienação.

    A alienação no trabalho é gerada na sociedade devido à mercadoria, (estória).
    A diferença esta na criatividade de procurar soluções para os problemas. O que me faltou nesta crítica.

    Muito bem escrita mas o conteúdo ideológico, no meu ponto de vista, um pouco alienado.

    Um cordial abraco

    Ricardo

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