Termina prazo para inscrição no Prouni

As inscrições podem ser feitas pela Internet, no site do programa

O Prouni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação em instituições privadas de educação superior de todo o país

Por Redação, com ABr – de Brasília:

Os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no ano passado têm até as 23h59 (horário de Brasília) desta sexta-feira para se inscrever no Programa Universidade para Todos (Prouni). As inscrições podem ser feitas pela Internet, no site do programa.

As inscrições podem ser feitas pela Internet, no site do programa
As inscrições podem ser feitas pela Internet, no site do programa

No total, serão oferecidas 214.110 bolsas de estudos. Número que representa crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram ofertadas 203.602 bolsas. O Prouni concede bolsas de estudo integrais e parciais. Em cursos de graduação em instituições privadas de educação superior de todo o país.

A seleção dos candidatos, com base nas notas do Enem, alinha inclusão à qualidade e mérito dos estudantes com melhor desempenho acadêmico.

Do total de bolsas ofertadas, 103.719 são integrais e 110.391 parciais, o governo federal cobre 50% da mensalidade. Para acesso ao processo seletivo, na página eletrônica do programa. O candidato deve informar o número de inscrição e a senha usados no Enem. É possível escolher até duas opções de curso, por ordem de preferência.

Resultado

O resultado da primeira chamada será divulgado na próxima segunda-feira e o da segunda chamada, no dia 20 de fevereiro.

Podem concorrer os estudantes que não tenham diploma de curso superior e tenham alcançado o mínimo de 450 pontos no Enem. Tenham cursado o ensino médio em escola pública ou, na condição de bolsista integral, na rede particular.

Comprovem renda familiar de até um salário mínimo e meio para a bolsa integral e de até três salários mínimos para a parcial. Também podem participar pessoas com deficiência e professores da rede pública que integrem o quadro permanente da instituição de ensino.

Resultado do Sisu já está disponível na Internet

O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) está disponível no site do programa

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos

Por Redação, com ABr – de Brasília:

O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) está disponível no site do programa. Os estudantes já podem consultar se conseguiram a vaga que pleitearam no ensino superior público. Ao todo, são ofertadas 238.397 vagas em 131 instituições públicas, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais.

O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) está disponível no site do programa
O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) está disponível no site do programa

Após estudantes manifestarem dificuldades em acessar o sistema, o Ministério da Educação (MEC) decidiu prorrogar o período de inscrição. Inicialmente, o prazo terminaria no dia 27 mas, com as falhas no site, foram prorrogadas até domingo. A data do resultado, no entanto, foi mantida. O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro.

Demora na divulgação do resultado

O MEC não especificou a que horas o resultado seria divulgado. A espera gerou ansiedade nas redes sociais. “A única coisa que o MEC faz com pontualidade é fechar o portão do ENEM e fechar o sisu mas divulgar o resultado nada né”, diz um usuário no Twitter.

Outro comparou o resultado da prova a um novo amor: “Dormi pensando no sisu acordei pensando no sisu, parece até que tô apaixonada de novo…”, diz. “O Sisu deveria dar vaga pra nós só pelo fato da gente ficar de plantão no site”, defendeu outra usuária do microblog. 

Lista de espera

Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular poderão participar, a partir desta segunda-feira da lista de espera. Isso pode ser feito até 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.

Para partipar da lista, basta acessar o site e clicar no campo correspondente para acessá-la. É necessário fazer o login com o número de inscrição e a senha escolhidas na hora do cadastro no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A lista é para a primeira opção de curso feita pelo estudante. 

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos. Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem em 2016.

MEC prorroga prazo de inscrição do Sisu

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou as inscrições dos estudantes no Sistema de Selação Unificada (Sisu)

O Ministério da Educação ressalta que tanto a classificação parcial quanto a nota de corte são calculadas a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção

Por Redação, com ABr – de Brasília:

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou as inscrições dos estudantes no Sistema de Selação Unificada (Sisu) até as 23h59 do próximo domingo. O prazo estava previsto para terminar nesta sexta. O ministério decidiu prorrogar após estudantes terem relatado dificuldades para acessar o sistema. O resultado está mantido para próxima segunda-feira.

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou as inscrições dos estudantes no Sistema de Selação Unificada (Sisu)
O Ministério da Educação (MEC) prorrogou as inscrições dos estudantes no Sistema de Selação Unificada (Sisu)

– Em atenção aos estudantes, que manifestaram o pedido, e em virtude das dificuldades de acesso ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) nos primeiros dias, o MEC decidiu prorrogar o prazo de inscrições em 48 horas – diz o comunicado do ministério.

Até as 18h de quinta-feira, foram registrados 2.090.451 inscritos e 4.033.178 inscrições. Cada candidato pode escolher até duas opções de curso universitário.

 Ao todo, são 238.397 vagas em 131 instituições públicas, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e instituições estaduais.

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos. Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem em 2016.

O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro. Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular poderão participar da lista de espera, entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.

Problemas no acesso

Na quarta-feira, no segundo dia de inscrições para o Sisu, candidatos reclamaram nas redes sociais que não conseguiam acessar a plataforma. Estudantes relataram que, quando tentavam entrar no sistema, recebiam o aviso de que os dados estavam incorretos. As reclamações começaram no primeiro dia de inscrições, principalmente de quem fez a segunda aplicação da prova, em dezembro.

De acordo com MEC, as falhas foram identificadas e sanadas. Por meio de nota, o ministério ressaltou que não haverá prejuízo a nenhum candidato.

Nota de corte

Após a abertura das inscrições, são divulgadas uma vez por dia ao notas de corte de cada um dos cursos, tanto pelo sistema universal quanto pelo sistema de cotas.

Candidato

O candidato também pode consultar, em seu boletim, a classificação parcial na opção de curso escolhido. Ao final do período de inscrição, é divulgada a lista de selecionados. No boletim de acompanhamento, o candidato pode consultar sua classificação e o resultado final. Ao longo do período de inscrição, o candidato pode mudar as opções de curso.

O Ministério da Educação ressalta que tanto a classificação parcial quanto a nota de corte são calculadas a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Portanto, são apenas uma referência, não sendo garantia de seleção para a vaga ofertada.

Servidores e estudantes da Uerj fazem manifestação contra falta de verbas

Vários funcionários da instituição estão há meses sem receber e os alunos já tiveram seu retorno às aulas adiado por duas vezes

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

Servidores e estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram nesta terça-feira mais uma manifestação de apoio à instituição, que sofre com a falta de recursos. Vários funcionários da instituição estão há meses sem receber e os alunos já tiveram seu retorno às aulas adiado por duas vezes (primeiro para o dia 23 e para o dia 30 de janeiro).

Servidores e estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram nesta terça-feira mais uma manifestação
Servidores e estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram nesta terça-feira mais uma manifestação

Além da incerteza quanto às aulas, a universidade enfrenta outros problemas, como estado de greve deflagrado pelos professores. Com paralisação total prevista para o próximo dia 2, o bandejão da instituição não funciona por falta de pagamento do Estado à empresa que fornece os alimentos, entre outros.

O Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais do Rio de Janeiro (SINTUPERJ). Está elaborando um dossiê com informações sobre a crise atual do Estado a ser enviado para entidades internacionais. Como a Organização das Nações Unidas. É o que garante o coordenador geral da organização, Antonio Virgílio Fernandes.

– A gente está em vias de concluir esse documento e encaminhar às diversas organizações internacionais para que vejam o cenário calamitoso que estamos passando. É preciso que o mundo ouça nossa voz e preste atenção neste descaso que o governo do Estado, por meio do Pezão, faz conosco. Temos inúmeros servidores que não possuem dinheiro sequer para alimentação. Chegamos no fundo do poço – lamenta.

Segundo a ex-reitora da Uerj Nilceia Freire, que em sua gestão implementou a política de cotas para alunos negros de baixa renda e formandos de escolas públicas. A instituição deve ser valorizada como a solução dos problemas e não como um agravante na situação caótica do Estado.

Protesto

– Me entristece demais ver uma universidade como a Uerj, que sempre trilhou um caminho social. Com extrema representatividade na formação de cidadãos, ser vista como um problema. Nós somos parte da solução! Somos responsáveis pela formação de diversos cidadãos que por aqui passaram. Uma instituição com um legado desse jamais pode ser vista como problema – disse.

A diretora do Centro de Tecnologia e Ciências da Uerj, Maria Georgina Muniz. Tentou resumir os motivos dos seguidos atos em prol da universidade Fluminense. “Apenas queremos trabalhar e nossos alunos querem ter aula.

É pedir demais? Hoje não temos o básico para isso. Só queremos ter o mínimo de condições para exercermos nosso papel na sociedade. Desse jeito que está, é impossível,” lamentou.

Acordo

De acordo com a Secretaria Estadual de Fazenda, mesmo com a crise financeira que atinge o estado, em 2016, o governo repassou à Uerj 65% de seu orçamento previsto para o ano,  no valor de R$ 1,1 bilhão.

Segundo a secretaria, como o salário de dezembro e o 13º salário ainda não foram pagos para a maioria do funcionalismo público do Estado do Rio de Janeiro, encontram-se pendentes de pagamento R$ 212,4 milhões em pessoal, que representam 18,9% do orçamento total da Uerj. Para custeio e investimento, ficaram pendentes de pagamento R$ 83,9 milhões, que representam 7,5% do orçamento total da universidade.

Incrições para o Sisu começam esta semana

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos

Por Redação, com ABr – de Brasília:

 

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam esta semana, do dia 24 ao dia 27 deste mês. As vagas já estão disponíveis e os estudantes podem aproveitar o final de semana para pesquisar as melhores opções.

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam esta semana
As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam esta semana

A consulta pode ser feita no site do Sisu por curso, instituição e município. Ao todo, são 238.397 vagas 131 instituições públicas.

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos.

Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem em 2016.

Nota de corte 

Após a abertura das inscrições, uma vez por dia, são divulgadas ao notas de corte de cada um dos cursos, tanto pelo sistema universal quanto pelo sistema de cotas.

O candidato também pode consultar, em seu boletim, a sua classificação parcial na opção de curso escolhido. Ao final do período de inscrição, é divulgada a lista de selecionados.

No boletim de acompanhamento, o candidato pode consultar sua classificação e o resultado final. Ao longo do período de inscrição, o candidato pode mudar as opções de curso.

O Ministério da Educação (MEC) ressalta que o tanto a classificação parcial quanto a nota de corte são calculadas a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Portanto, são apenas uma referência, não sendo garantia de seleção para a vaga ofertada.

O resultado será divulgado no dia 30. O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro. Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular para as vagas poderão participar da lista de espera, entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.

Estudantes já podem consultar vagas do Sisu

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos

Por Redação, com ABr – de Brasília:

O Ministério da Educação abriu a consulta de vagas que serão ofertadas em universidades e institutos federais e instituições estaduais por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A consulta pode ser feita no site do Sisu por curso, instituição e município. Ao todo, são 228.071 vagas 131 instituições públicas.

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio
O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio

As inscrições serão abertas feitas na semana que vem e poderão ser feitas do dia 24 ao dia 27 de janeiro. O resultado será divulgado no dia 30. O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro.

Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular para as vagas poderão participar da lista de espera, entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.

Notas

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos. Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame.

Alunos e funcionários fazem ato em defesa da Uerj

A universidade enfrenta um problema de falta de recursos que tem causado prejuízos às atividades acadêmicas, e aos atendimentos do Hospital Universitário Pedro Ernesto

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

Cerca de 50 estudantes e funcionários da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram nesta quarta-feira um ato em defesa da instituição. A universidade enfrenta um problema de falta de recursos que tem causado prejuízos às atividades acadêmicas, e aos atendimentos do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe). Os manifestantes se reuniram no Largo do Machado, zona sul do Rio, e seguiram em direção ao Palácio Guanabara, sede do governo fluminense.

Cerca de 50 estudantes e funcionários da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram nesta quarta-feira um ato em defesa da instituição
Cerca de 50 estudantes e funcionários da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram nesta quarta-feira um ato em defesa da instituição

De acordo com a estudante de ciências sociais da Uerj Natália Trindade, estas recorrentes manifestações buscam despertar a opinião pública da sociedade para os problemas que a universidade enfrenta. Ela diz que esta é a única forma de conseguir apoio, já que o governador não dialoga com os estudantes e servidores.

– A população precisa nos dar este apoio. A Uerj é um patrimônio do nosso Estado. Ela não é minha, é de todos. Nossa situação hoje é triste, lamentável. Se uma pessoa entrar em qualquer um dos campus terá uma sensação de que falta absolutamente tudo.

– Só não estamos piores que as delegacias, pois ainda temos folhas de papel-ofício. De resto, falta tudo: limpeza, alimentação, ventiladores, etc. Estamos reivindicando o básico para que a Uerj sobreviva – explicou.

Manifestação

Carlos Abreu, coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, da Universidade Federal Fluminense,  participou do ato. Segundo ele, para reforçar uma luta que deveria ser de todos. 

– É um ditado batido, mas a união faz a força. A Uerj, diferentemente de nós, é do Estado. Mas nós também passamos por problemas já que o governo federal não nos dá nada. Então é extremamente necessário estarmos aqui fazendo coro com nossos irmãos.

– O que está sendo feito com estes jovens e os servidores em geral é um ataque desumano. Que se cortem os gastos na própria carne dos políticos e não na nossa educação. Educação é a maior riqueza que este país deveria ter – disse Carlos Abreu.

Os alunos da Uerj tiveram suas aulas adiadas do dia 17 para o próximo dia 23.  A estudante Natália diz que realmente não há condição para o retorno às aulas por conta da escassez em todos os setores da instituição. Ela pediu que os estudantes sejam reconhecidos como a solução para a crise e não como um problema.

Alunos têm acesso a sistema informatizado do Fies

O Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies) será aberto para os alunos a partir desta segunda-feira

A renovação vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. As novas inscrições estão previstas para fevereiro

Por Redação, com ABr – de Brasília:

O Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies) será aberto para os alunos a partir desta segunda-feira. Os estudantes podem, portanto, renovar seus contratos, já que os aditamentos são feitos pela Internet. A renovação vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. As novas inscrições estão previstas para fevereiro.

O Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies) será aberto para os alunos a partir desta segunda-feira
O Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies) será aberto para os alunos a partir desta segunda-feira

Os contratos do Fies devem ser renovados a cada semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas faculdades e, em seguida, os alunos devem validar as informações inseridas pelas instituições no SisFies.

Na última segunda-feira, o acesso ao sistema foi aberto às instituições de ensino superior para o cadastro de dados dos alunos beneficiados. Agora, os estudantes devem confirmar as informações. O prazo para as instituições inserirem os dados vai até o dia 30 de abril.

No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador, o estudante precisa levar a documentação comprobatória ao agente financeiro para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Evitar problemas

A abertura do SisFies para os aditamentos foi uma das primeiras medidas anunciadas este ano pelo Ministério da Educação (MEC). A intenção é evitar os problemas que ocorreram no ano passado. No segundo semestre de 2016, as renovações dos contratos, que geralmente ocorrem no início do semestre, só puderam ser feitas a partir de outubro, devido a atrasos de pagamentos. De acordo com o MEC, cerca de 98% dos estudantes conseguiram renovar o financiamento, o que totalizou um orçamento de R$ 8,6 bilhões.

O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O aluno só começa a pagar a dívida após a formatura. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Atualmente, mais de 2 milhões de alunos participam do programa.

Professora sofre retaliação na escola por opinar contra reformas no ensino

A cientista social Carina Santos fez críticas à reforma do ensino, proposta pelo governo, e sofreu a censura na escola pública onde trabalha

Segundo Carina Santos, os professores das disciplinas ”técnicas” na escola serão admitidos por notório saber

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

Professora de Sociologia em um educandário no Sul do Estado do Rio, a cientista social Carina Santos denunciou, em sua página de uma rede social, ter sido “retaliada na escola onde atuo por conta da minha posição crítica à Medida Provisória (MP) do Ensino Médio”.

A cientista social Carina Santos fez críticas à reforma do ensino, proposta pelo governo, e sofreu a censura na escola pública onde trabalha
A cientista social Carina Santos fez críticas à reforma do ensino, proposta pelo governo, e sofreu a censura na escola pública onde trabalha

“Publiquei aqui (no Facebook) que estava sendo retaliada na Escola onde atuo por conta da minha posição crítica à MP do Ensino Médio e o Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI)”. As razões que levaram a educadora a formular as críticas, pelas quais sofreu a retaliação, em seu local de trabalho, foram especificadas:

“O projeto aumenta a carga horária, com foco no letramento e desenvolvimento das operações matemáticas. O restante do tempo vai se dividir na opção do aluno entre: Sociologia, Historia , Artes, Educação Física, Física, Química e mais letramento, com foco para a linguagem formal sem considerar a diversidade da nossa língua mater e das suas formas. Dentro dessas ”opções” consta, também, as disciplinas técnicas que tem o nome genérico de ‘’Projeto de Vida”.

Ainda segundo Santos, os professores das disciplinas ”técnicas” serão admitidos por notório saber. As regras para tal contrato não estão evidenciadas no projeto”, acrescentou.

‘Bom comportamento’

Sobre o ProEMI adaptado às regionais, a professora ressalta:

“Criam-se núcleos regionais de educação (CICs) — área de conhecimento para desenvolvimento de saberes, onde a opção será do aluno. Refletindo as divisões citadas. A carga horária aumenta gradualmente, mas o projeto tem apenas três parcelas a serem vencidas e, até onde sei, não se tem garantia de efetivo pagamento. Além da chegada de uma PEC que reduz os gastos com Educação. A conta não bate”.

Para Carina Santos, “a meritocracia está presente e tem características médias esperadas para o estudantes. Dentre elas , termos que lembrar substantivos utilizados para defesa da ‘moral e bons costumes’. Alguém se lembra a ultima vez que isso esteve em questão? 
Exemplos : ‘bom comportamento’, ‘ter bom letramento’, ‘ser bem conhecido dentre sua turma’. Quais são as perdas com isso?”.

“O projeto já chega solapando de maneira autoritária. A divisão se dará entre estudantes para o mercado de trabalho e estudante que ingressará na universidade seguindo as ‘opções’ oferecidas. O que vcs acham que irá acontecer?”, questiona.

Espaço na aula

Para a educadora, formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), “há um alinhamento com a tese da Escola sem Partido. Uma vez que o estudante não precisará optar por aulas de humanas”.

E cita, como exemplo:

“No ano passado tive em sala dois estudantes que mais participaram dos debates. Um deles, do Partido Militar, defensor do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). E o outro do campo popular democrático, que apoiou Lula. Ambos tinham espaço na aula, e os debates ocorriam.

“No final do período o aluno que apoiava Bolsonaro não entregou um trabalho sobre movimentos sociais por conta da sua ideologia. Esse aluno, nessa divisão, não se sentirá obrigado a refletir sobre pensamentos divergentes ao dele. Há de se constar que, embora eu tenha militado no mesmo grupo politico do aluno do campo popular, apenas no último dia de aula a sala teve conhecimento disso”.

Meritocracia

A Lei 16.639/03 do Ensino da História da África no Brasil, segundo Santos, “sequer é citada”. “O que permite à ideologia meritocrática ter mais destaque é o fato de não discutimos a origem da desigualdade racial e social no Brasil”, pontua.

Carina Santos cita o professor de História Felipe Duque, ao afirmar que a perda de autonomia do professor, afinal o projeto fala em presença constante de representações federais, como se não bastasse a tal da Gestão Integrada de Desenvolvimento (GID), embora aponte o alinhamento do projeto governamental à Escola sem Partido.


Como resultado da MP, Santos acrescenta o “aumento de trabalho, afinal, há zilhões de relatórios para justificar a contemplação do projeto. E a pulverização de professores em mais colégios, afinal há o enxugamento do currículo que se amplia gradativamente em todas as turmas nos próximos”.

Para a educadora, “o professor será agente descartável na escola onde não tem pertencimento”.

“É preciso resistir”, conclui.

Piso salarial dos professores tem reajuste de 7,64%

O piso salarial dos professores em 2017 terá um reajuste de 7,64%

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo as regras da Lei 11.738/2008, a chamada Lei do Piso, que define o mínimo a ser pago a profissionais

Por Redação, com ABr – de Brasília:

O piso salarial dos professores em 2017 terá um reajuste de 7,64%. Com isso, o menor salário a ser pago a professores da educação básica da rede pública deve passar dos atuais R$ 2.135,64 para 2.298,80. O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo Ministério da Educação (MEC).

O piso salarial dos professores em 2017 terá um reajuste de 7,64%
O piso salarial dos professores em 2017 terá um reajuste de 7,64%

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo as regras da Lei 11.738/2008. A chamada Lei do Piso, que define o mínimo a ser pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.

O ajuste deste ano é menor que o do ano passado, que foi de 11,36%. O valor representa um aumento real, acima da inflação de 2016, que fechou em 6,29%. O novo valor começa a valer a partir deste mês.

– Significa um reajuste acima da inflação, cumprindo a legislação – disse o ministro da Educação, Mendonça Filho. “É algo importante porque significa, na prática, a valorização do papel do professor, que é central na garantia de uma boa qualidade da educação. Não se pode ter uma educação de qualidade se não tivermos professores bem remunerados e motivados”, acrescenta.

A lei vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno. Definido no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Pela lei, os demais níveis da carreira não recebem necessariamente o mesmo aumento, o que é negociado em cada unidade federativa.

Aumento de R$ 5,083 bilhões nos gastos municipais

Em um cenário de crise, o reajuste preocupa estados e municípios. Estudo divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostra que o reajuste do piso salarial dos professores vai gerar um aumento de R$ 5,083 bilhões nos gastos municipais.

De acordo com a CNM, de 2009 a 2016 os gastos com a folha de magistério tiveram uma expansão de R$ 41,829 bilhões. O valor já cresceu 241,9%, muito acima da inflação relativa ao período e maior do que o próprio aumento das receitas do Fundeb.

O Fundeb é formado, na quase totalidade, por recursos provenientes dos impostos e transferências dos Estados, Distrito Federal e municípios. Vinculados à educação. Além desses recursos, ainda compõe o Fundeb, a título de complementação. Uma parcela de recursos federais. Pelo menos 60% desses recursos devem ser destinados a pagamento de pessoal.

Segundo a CNM, atualmente, os municípios comprometem, em média, 78,4% dos recursos do Fundeb. Apenas com a folha de pagamento desses profissionais. De acordo com dados do Sistema de Informação sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope). Em 2015, mais de 70 Municípios já comprometiam 100% desses recursos.

O ministro da Educação ressaltou que, ao final do ano passado, o governo antecipou o repasse de R$ 1,25 bilhão do Fundeb. “O pagamento foi honrado ainda dentro do exercício de 2016. O que não ocorria. O prazo para que o repasse fosse feito é até abril do ano subsequente”, disse.

Ele acrescenta que, em 2017, os repasses aos estados e municípios serão mensais. “O que vai totalizar R$ 1,3 bilhão e ajudará o fôlego dos estados e municípios e suas respectivas folhas”, finalizou.