Incrições para o Sisu começam esta semana

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos

Por Redação, com ABr – de Brasília:

 

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam esta semana, do dia 24 ao dia 27 deste mês. As vagas já estão disponíveis e os estudantes podem aproveitar o final de semana para pesquisar as melhores opções.

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam esta semana
As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam esta semana

A consulta pode ser feita no site do Sisu por curso, instituição e município. Ao todo, são 238.397 vagas 131 instituições públicas.

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos.

Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame. Ao todo, mais de 6,1 milhões fizeram o Enem em 2016.

Nota de corte 

Após a abertura das inscrições, uma vez por dia, são divulgadas ao notas de corte de cada um dos cursos, tanto pelo sistema universal quanto pelo sistema de cotas.

O candidato também pode consultar, em seu boletim, a sua classificação parcial na opção de curso escolhido. Ao final do período de inscrição, é divulgada a lista de selecionados.

No boletim de acompanhamento, o candidato pode consultar sua classificação e o resultado final. Ao longo do período de inscrição, o candidato pode mudar as opções de curso.

O Ministério da Educação (MEC) ressalta que o tanto a classificação parcial quanto a nota de corte são calculadas a partir das notas dos candidatos inscritos na mesma opção. Portanto, são apenas uma referência, não sendo garantia de seleção para a vaga ofertada.

O resultado será divulgado no dia 30. O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro. Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular para as vagas poderão participar da lista de espera, entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.

Estudantes já podem consultar vagas do Sisu

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos

Por Redação, com ABr – de Brasília:

O Ministério da Educação abriu a consulta de vagas que serão ofertadas em universidades e institutos federais e instituições estaduais por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A consulta pode ser feita no site do Sisu por curso, instituição e município. Ao todo, são 228.071 vagas 131 instituições públicas.

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio
O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio

As inscrições serão abertas feitas na semana que vem e poderão ser feitas do dia 24 ao dia 27 de janeiro. O resultado será divulgado no dia 30. O período de matrícula será de 3 a 7 de fevereiro.

Os candidatos que não forem selecionados na chamada regular para as vagas poderão participar da lista de espera, entre 30 de janeiro e 10 de fevereiro. Esses candidatos serão convocados a partir do dia 16 de fevereiro, caso haja vagas remanescentes.

Notas

O Sisu seleciona os estudantes com base na nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cabe a cada instituição definir o cálculo que utilizará para a seleção dos novos alunos. Para participar do processo, o estudante não pode ter tirado nota zero na redação do exame.

Alunos e funcionários fazem ato em defesa da Uerj

A universidade enfrenta um problema de falta de recursos que tem causado prejuízos às atividades acadêmicas, e aos atendimentos do Hospital Universitário Pedro Ernesto

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

Cerca de 50 estudantes e funcionários da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram nesta quarta-feira um ato em defesa da instituição. A universidade enfrenta um problema de falta de recursos que tem causado prejuízos às atividades acadêmicas, e aos atendimentos do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe). Os manifestantes se reuniram no Largo do Machado, zona sul do Rio, e seguiram em direção ao Palácio Guanabara, sede do governo fluminense.

Cerca de 50 estudantes e funcionários da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram nesta quarta-feira um ato em defesa da instituição
Cerca de 50 estudantes e funcionários da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) fizeram nesta quarta-feira um ato em defesa da instituição

De acordo com a estudante de ciências sociais da Uerj Natália Trindade, estas recorrentes manifestações buscam despertar a opinião pública da sociedade para os problemas que a universidade enfrenta. Ela diz que esta é a única forma de conseguir apoio, já que o governador não dialoga com os estudantes e servidores.

– A população precisa nos dar este apoio. A Uerj é um patrimônio do nosso Estado. Ela não é minha, é de todos. Nossa situação hoje é triste, lamentável. Se uma pessoa entrar em qualquer um dos campus terá uma sensação de que falta absolutamente tudo.

– Só não estamos piores que as delegacias, pois ainda temos folhas de papel-ofício. De resto, falta tudo: limpeza, alimentação, ventiladores, etc. Estamos reivindicando o básico para que a Uerj sobreviva – explicou.

Manifestação

Carlos Abreu, coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, da Universidade Federal Fluminense,  participou do ato. Segundo ele, para reforçar uma luta que deveria ser de todos. 

– É um ditado batido, mas a união faz a força. A Uerj, diferentemente de nós, é do Estado. Mas nós também passamos por problemas já que o governo federal não nos dá nada. Então é extremamente necessário estarmos aqui fazendo coro com nossos irmãos.

– O que está sendo feito com estes jovens e os servidores em geral é um ataque desumano. Que se cortem os gastos na própria carne dos políticos e não na nossa educação. Educação é a maior riqueza que este país deveria ter – disse Carlos Abreu.

Os alunos da Uerj tiveram suas aulas adiadas do dia 17 para o próximo dia 23.  A estudante Natália diz que realmente não há condição para o retorno às aulas por conta da escassez em todos os setores da instituição. Ela pediu que os estudantes sejam reconhecidos como a solução para a crise e não como um problema.

Alunos têm acesso a sistema informatizado do Fies

O Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies) será aberto para os alunos a partir desta segunda-feira

A renovação vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. As novas inscrições estão previstas para fevereiro

Por Redação, com ABr – de Brasília:

O Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies) será aberto para os alunos a partir desta segunda-feira. Os estudantes podem, portanto, renovar seus contratos, já que os aditamentos são feitos pela Internet. A renovação vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. As novas inscrições estão previstas para fevereiro.

O Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies) será aberto para os alunos a partir desta segunda-feira
O Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil (SisFies) será aberto para os alunos a partir desta segunda-feira

Os contratos do Fies devem ser renovados a cada semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas faculdades e, em seguida, os alunos devem validar as informações inseridas pelas instituições no SisFies.

Na última segunda-feira, o acesso ao sistema foi aberto às instituições de ensino superior para o cadastro de dados dos alunos beneficiados. Agora, os estudantes devem confirmar as informações. O prazo para as instituições inserirem os dados vai até o dia 30 de abril.

No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador, o estudante precisa levar a documentação comprobatória ao agente financeiro para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Evitar problemas

A abertura do SisFies para os aditamentos foi uma das primeiras medidas anunciadas este ano pelo Ministério da Educação (MEC). A intenção é evitar os problemas que ocorreram no ano passado. No segundo semestre de 2016, as renovações dos contratos, que geralmente ocorrem no início do semestre, só puderam ser feitas a partir de outubro, devido a atrasos de pagamentos. De acordo com o MEC, cerca de 98% dos estudantes conseguiram renovar o financiamento, o que totalizou um orçamento de R$ 8,6 bilhões.

O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O aluno só começa a pagar a dívida após a formatura. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Atualmente, mais de 2 milhões de alunos participam do programa.

Professora sofre retaliação na escola por opinar contra reformas no ensino

A cientista social Carina Santos fez críticas à reforma do ensino, proposta pelo governo, e sofreu a censura na escola pública onde trabalha

Segundo Carina Santos, os professores das disciplinas ”técnicas” na escola serão admitidos por notório saber

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

Professora de Sociologia em um educandário no Sul do Estado do Rio, a cientista social Carina Santos denunciou, em sua página de uma rede social, ter sido “retaliada na escola onde atuo por conta da minha posição crítica à Medida Provisória (MP) do Ensino Médio”.

A cientista social Carina Santos fez críticas à reforma do ensino, proposta pelo governo, e sofreu a censura na escola pública onde trabalha
A cientista social Carina Santos fez críticas à reforma do ensino, proposta pelo governo, e sofreu a censura na escola pública onde trabalha

“Publiquei aqui (no Facebook) que estava sendo retaliada na Escola onde atuo por conta da minha posição crítica à MP do Ensino Médio e o Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI)”. As razões que levaram a educadora a formular as críticas, pelas quais sofreu a retaliação, em seu local de trabalho, foram especificadas:

“O projeto aumenta a carga horária, com foco no letramento e desenvolvimento das operações matemáticas. O restante do tempo vai se dividir na opção do aluno entre: Sociologia, Historia , Artes, Educação Física, Física, Química e mais letramento, com foco para a linguagem formal sem considerar a diversidade da nossa língua mater e das suas formas. Dentro dessas ”opções” consta, também, as disciplinas técnicas que tem o nome genérico de ‘’Projeto de Vida”.

Ainda segundo Santos, os professores das disciplinas ”técnicas” serão admitidos por notório saber. As regras para tal contrato não estão evidenciadas no projeto”, acrescentou.

‘Bom comportamento’

Sobre o ProEMI adaptado às regionais, a professora ressalta:

“Criam-se núcleos regionais de educação (CICs) — área de conhecimento para desenvolvimento de saberes, onde a opção será do aluno. Refletindo as divisões citadas. A carga horária aumenta gradualmente, mas o projeto tem apenas três parcelas a serem vencidas e, até onde sei, não se tem garantia de efetivo pagamento. Além da chegada de uma PEC que reduz os gastos com Educação. A conta não bate”.

Para Carina Santos, “a meritocracia está presente e tem características médias esperadas para o estudantes. Dentre elas , termos que lembrar substantivos utilizados para defesa da ‘moral e bons costumes’. Alguém se lembra a ultima vez que isso esteve em questão? 
Exemplos : ‘bom comportamento’, ‘ter bom letramento’, ‘ser bem conhecido dentre sua turma’. Quais são as perdas com isso?”.

“O projeto já chega solapando de maneira autoritária. A divisão se dará entre estudantes para o mercado de trabalho e estudante que ingressará na universidade seguindo as ‘opções’ oferecidas. O que vcs acham que irá acontecer?”, questiona.

Espaço na aula

Para a educadora, formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), “há um alinhamento com a tese da Escola sem Partido. Uma vez que o estudante não precisará optar por aulas de humanas”.

E cita, como exemplo:

“No ano passado tive em sala dois estudantes que mais participaram dos debates. Um deles, do Partido Militar, defensor do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). E o outro do campo popular democrático, que apoiou Lula. Ambos tinham espaço na aula, e os debates ocorriam.

“No final do período o aluno que apoiava Bolsonaro não entregou um trabalho sobre movimentos sociais por conta da sua ideologia. Esse aluno, nessa divisão, não se sentirá obrigado a refletir sobre pensamentos divergentes ao dele. Há de se constar que, embora eu tenha militado no mesmo grupo politico do aluno do campo popular, apenas no último dia de aula a sala teve conhecimento disso”.

Meritocracia

A Lei 16.639/03 do Ensino da História da África no Brasil, segundo Santos, “sequer é citada”. “O que permite à ideologia meritocrática ter mais destaque é o fato de não discutimos a origem da desigualdade racial e social no Brasil”, pontua.

Carina Santos cita o professor de História Felipe Duque, ao afirmar que a perda de autonomia do professor, afinal o projeto fala em presença constante de representações federais, como se não bastasse a tal da Gestão Integrada de Desenvolvimento (GID), embora aponte o alinhamento do projeto governamental à Escola sem Partido.


Como resultado da MP, Santos acrescenta o “aumento de trabalho, afinal, há zilhões de relatórios para justificar a contemplação do projeto. E a pulverização de professores em mais colégios, afinal há o enxugamento do currículo que se amplia gradativamente em todas as turmas nos próximos”.

Para a educadora, “o professor será agente descartável na escola onde não tem pertencimento”.

“É preciso resistir”, conclui.

Falta de recursos leva Uerj a parar pesquisas

A tradição e o prestígio da instituição, no entanto, têm convivido com falta de recursos, que vem paralisando trabalhos e pode desmotivar jovens pesquisadores

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) organiza anualmente um vestibular concorrido, é pioneira em ações afirmativas e tem três programas de pós-graduação com nota máxima da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação. A tradição e o prestígio da instituição, no entanto, têm convivido com falta de recursos, que vem paralisando trabalhos e pode desmotivar jovens pesquisadores.

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) organiza anualmente um vestibular concorrido
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) organiza anualmente um vestibular concorrido

Segundo o sub-reitor de Pós-graduação e Pesquisa da Uerj, Egberto Moura, R$ 32 milhões aprovados para pesquisas em 2016 não foram repassados via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), o que tem levado laboratórios e grupos de pesquisa a suspenderem atividades.

– As coisas estão começando a parar em graus variados. Alguns laboratórios também têm recursos de agências federais e estaduais (de outros estados), mas está ficando muito difícil, porque o grande financiador da pesquisa no Rio de Janeiro é a Faperj _ afirma o sub-reitor. “A gente teme que esse pessoal novo que trabalha em áreas de ponta se desmotive e comece a sair da universidade”.

Supercomputador parado

Um exemplo dessa situação é o convênio com a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern), no qual um supercomputador é mantido em funcionamento na Uerj para auxiliar no processamento de dados gerados nos experimentos com aceleradores de partículas. Entre os temas que movem os cientistas envolvidos no projeto está a origem do universo e a formação da matéria.

O equipamento que protege o supercomputador de oscilações de energia (nobreak) quebrou em novembro, e sem dinheiro para substituí-lo. A universidade teve que paralisar parte da pesquisa, que envolve instituições de todo o mundo.

Um nobreak custa R$ 450 mil, mas a falta do aparelho pode causar prejuízo de aproximadamente R$ 5 milhões se o computador for ligado sem segurança. “A universidade perde prestígio se não consegue manter um sistema funcionando e rompe o contrato com o Cern, por mais que pesquisadores brasileiros continuem participando como associados”. Lamenta o sub-reitor, que considera a crise na Uerj a pior que já vivenciou, por afetar os segmentos de ensino, pesquisa e extensão. 

O supercomputador pode voltar a funcionar com uma doação que está sendo acertada com o Comitê Rio 2016, que utilizou um nobreak semelhante nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. No entanto, ainda não há previsão para que seja religado.

Outro projeto afetado pela falta de recursos é a construção de um prédio para o Centro de Estudos Multidisciplinares de Obesidade. O edifício de um pilotis e três andares receberia até mil pessoas por semana para pesquisa sobre obesidade por profissionais de várias especialidades, com acompanhamento de mudança do estilo de vida, avaliações físicas, psicológicas e conscientização.

Crise

A diretora do centro, Eliete Bouskela, conta que a obra começou em 2013 e parou em 2015. Enquanto não fica pronta. O número de atendimentos não passa de 80 por mês. A abordagem multidisciplinar é prejudicada pela falta de um espaço adequado. “Praticamente todas as nossas pesquisas estão sendo afetadas.

Estão faltando insumos básicos”, disse a diretora, que lidera um grupo que tinha cerca de 40 pesquisadores. “Perdemos três doutores que foram para o exterior”.

No Instituto de Biologia, o professor associado Israel Felzenszwalb conta que faltam recursos de editais aprovados nos últimos dois anos. “Isso vem dificultando trabalhos de tese de doutorado e dissertação de mestrado e causa uma desmotivação que pode acarretar em, no futuro. Não termos recursos humanos”, disse o professor, que pesquisa na Uerj há mais de 45 anos.

– É a maior crise que já vi a Uerj atravessar. De cada tijolo que foi posto na pesquisa, eu fiz parte, e é muito triste ver que isso pode desmoronar – afirmou, acrescentando estar otimista para que a situação melhore.

Falta de recursos

A falta de recursos nos laboratórios, exemplifica o professor, impede a pesquisa de musgos. Extraídos na Antártida que podem guardar propriedades farmacêuticas e dermatológicas. Interfere no monitoramento da poluição da região metropolitana do Rio. “A coisa mais impactante foi não estarmos recebendo os salários de novembro, dezembro e décimo terceiro. Isso é uma afronta”.

Assim como muitos servidores do Estado. Os professores, pesquisadores, bolsistas e técnicos da Uerj estão sem receber os vencimentos integrais. Desde novembro. Bolsistas da Faperj em outras universidades também estão sem receber. O décimo terceiro e o salário de dezembro não foram pagos 0s funcionários temem sobre o pagamento do salário de janeiro.

Segundo o sub-reitor. A Uerj não recebe os R$ 13 milhões mensais de custeio desde agosto, e pagamentos de empresas terceirizadas. Contas como energia elétrica e água estão atrasados.

Governo do Rio

A Secretaria de Estado de Fazenda reconhece que, “em meio à gravíssima situação financeira do estado”, foi repassado 65% do orçamento total da Uerj em 2016.

– Como o salário de dezembro e o décimo terceiro salário ainda não foram pagos. Para a maioria do funcionalismo público do Estado do Rio de Janeiro. Encontram-se pendentes de pagamento R$ 212,4 milhões em pessoal. Representam 18,9% do orçamento total da Uerj. Em custeio e investimento, ficaram pendentes de pagamento R$ 83,9 milhões. Representam apenas 7,5% do orçamento total da universidade – diz a nota da secretaria.

Sobre a Faperj, a secretaria informou que o valor pago pela fundação à pesquisa em diversas instituições. Foi de R$ 445,9 milhões em 2015 e de R$ 267,5 milhões até novembro de 2016. O órgão não detalhou quanto desses recursos eram da Uerj e qual deveria ter sido o repasse.

Faperj

A Faperj informa que destinou o dinheiro acordado com a Uerj. Mas o pagamento efetivo depende da Secretaria de Fazenda. Por meio de nota, a fundação afirma que houve redução de seus recursos com a crise econômica e que tem priorizado o pagamento dos 5 mil bolsistas que desenvolvem projetos de pesquisa em instituições fluminenses.

–  A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro destina um quarto do seu orçamento anual. O que equivale a R$ 100 milhões, ao pagamento das bolsas. A quitação das bolsas tem sido feita após o pagamento dos salários dos servidores.

– As demais pesquisas, em torno de 3,5 mil projetos desenvolvidos em instituições de ensino e pesquisa do Estado do Rio de Janeiro. Continuam aguardando o aumento da arrecadação para voltar a receber financiamento da Faperj – complementa o texto.

Fies: alunos poderão renovar os contratos na próxima semana

O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano

Os aditamentos são feitos pela Internet, no Sistema Informatizado do Fies (SisFies).  A renovação vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016

Por Redação, com ABr – de Brasília:

Os estudantes poderão  renovar os contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) a partir do dia 16 de janeiro, segundo o Ministério da Educação (MEC). Os aditamentos são feitos pela Internet, no Sistema Informatizado do Fies (SisFies).  A renovação vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. As novas inscrições estão previstas para fevereiro.

O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano
O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano

Os contratos do Fies devem ser renovados a cada semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas faculdades e, em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas instituições no SisFies. Na segunda-feira, as instituições de ensino superior começaram a cadastrar os dados dos estudantes beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Após essa etapa, os estudantes devem entrar no sistema e confirmar os dados. O prazo para as instituições inserirem os dados dos estudantes vai até o dia 30 de abril. 

No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador, por exemplo, o estudante precisa levar a documentação comprobatória ao agente financeiro para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Evitar problemas

A abertura do SisFies para os aditamentos foi uma das primeiras medidas anunciadas este ano pelo Ministério da Educação (MEC). A intenção é evitar os problemas que ocorreram no ano passado. No segundo semestre de 2016, as renovações dos contratos, que geralmente ocorrem no início do semestre, só puderam ser feitas a partir de outubro, devido a atrasos de pagamentos. De acordo com o MEC, cerca de 98% dos estudantes conseguiram renovar o financiamento, o que totalizou um orçamento de R$ 8,6 bilhões. 

O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O aluno só começa a pagar a dívida após a formatura. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Atualmente, mais de 2 milhões de estudantes participam do programa.

Inep abre inscrições para treinamento do Censo

Serão aceitos até dois participantes por instituição

O treinamento é direcionado, preferivelmente, a novos pesquisadores institucionais, cadastrados pelas instituições de educação superior a partir de 1° de janeiro do ano passado

Por Redação, com ACS – de Brasília:

 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) abre inscrições para o treinamento de novos pesquisadores institucionais e técnicos de informática envolvidos na coleta de dados do Censo da Educação Superior (Censup) de 2016.

Serão aceitos até dois participantes por instituição
Serão aceitos até dois participantes por instituição

Os interessados devem se candidatar pelo Sistema Cansup até 22 de janeiro. A capacitação, que será realizada entre os dias 7 e 9 de fevereiro em Brasília. Tem como objetivo esclarecer dúvidas em relação ao preenchimento on-line dos questionários eletrônicos e ao processo de migração de dados do Censo de 2016.

O treinamento é direcionado, preferivelmente, a novos pesquisadores institucionais, cadastrados pelas instituições de educação superior a partir de 1° de janeiro do ano passado.

Participantes

Serão aceitos até dois participantes por instituição. As vagas para o treinamento também serão limitadas por dia. No ato da inscrição, o participante deve escolher o dia em que prefere participar.

Além do treinamento presencial. Os pesquisadores institucionais podem obter mais informações sobre preenchimento do questionário on-line em vídeos. Com explicações detalhadas de todos os módulos do Censup, disponíveis on-line. 

Mais informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico censosuperior@inep.gov.br e pelos telefones (61) 2022-3118, 2022-3124, 2022-3128, e 2022-3130.

MEC abre sistema de renovação do Fies na próxima semana

O Ministério da Educação (MEC) vai abrir o Sistema Informatizado do Financiamento Estudantil

Dessa vez, já no início de janeiro, as instituições de ensino superior poderão iniciar os processos de renovação que, posteriormente, deverão ser validados pelos estudantes

Por Redação, com ABr – de Brasília:

O Ministério da Educação (MEC) vai abrir o Sistema Informatizado do Financiamento Estudantil (SisFies) a partir da próxima segunda-feira. A nova etapa refere-se aos contratos do 1° semestre de 2017. De acordo com a pasta, a medida tem o objetivo de evitar problemas na conclusão do processo antes do início das aulas.

O Ministério da Educação (MEC) vai abrir o Sistema Informatizado do Financiamento Estudantil
O Ministério da Educação (MEC) vai abrir o Sistema Informatizado do Financiamento Estudantil

Dessa vez, já no início de janeiro, as instituições de ensino superior poderão iniciar os processos de renovação que, posteriormente, deverão ser validados pelos estudantes. O prazo vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. As novas inscrições estão previstas para fevereiro, segundo processo de seleção conduzido pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), do MEC.

De acordo com o ministério, cerca de 98% dos estudantes conseguiram renovar o financiamento, o que totalizou um orçamento de R$ 8,6 bilhões. O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano.

Dívida após a formatura

O aluno só começa a pagar a dívida após a formatura. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Atualmente, 2,1 milhões de estudantes participam do programa.

Todo semestre os estudantes precisam fazer a renovação dos contratos. O aditamento do segundo semestre de 2016 foi liberado após a aprovação pelo Congresso Nacional de projeto de lei que concedia crédito suplementar ao MEC.

Com isso, a pasta quitou dívidas relativas aos pagamentos com serviços de administração de contratos prestados por bancos. Dessa forma, os repasses às instituições privadas de ensino superior formam normalizados.

Termina prazos para renovação e entrega de documentos do Fies

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou a validade dos Documentos de Regularidade de Matrícula devido a problemas ocorridos na rede bancária

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou a validade dos Documentos de Regularidade de Matrícula devido a problemas ocorridos na rede bancária

Por Redação, com ABr – de Brasília:

Termina nesta quinta-feira o prazo para que os estudantes que fizeram a renovação não simplificada do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) entreguem no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica Federal o Documento de Regularidade de Matrícula (DRM) emitido a partir de 25 de novembro e que esteja com o prazo de comparecimento ao banco expirado.

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou a validade dos Documentos de Regularidade de Matrícula devido a problemas ocorridos na rede bancária
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou a validade dos Documentos de Regularidade de Matrícula devido a problemas ocorridos na rede bancária

No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato. Como mudança de fiador, por exemplo. O estudante precisa levar a documentação comprobatória ao agente financeiro para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é feita a partir da validação do estudante no sistema.

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou a validade dos Documentos de Regularidade de Matrícula devido a problemas ocorridos na rede bancária.

Contrato

Já o prazo para renovação de contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) termina na sexta-feira. Inicialmente, o prazo terminaria no dia 31 de outubro, mas foi estendido duas vezes pelo FNDE.

Os contratos do Fies precisam ser renovados todo semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas faculdades. Em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas instituições no SisFies