Brasil abre mundial masculino de Handebol em Paris

O técnico da seleção brasileira, Washington Nunes, ainda não divulgou os 16 nomes que irão compor a equipe, mas uma dessas presenças esperadas é a do armador direito, José Guilherme de Toledo

Por Redação, com ACS – de Brasília:

O Brasil abre, na próxima quarta-feira, o campeonato mundial masculino de handebol, em Paris, com jogo contra os franceses. No mesmo grupo também estão Polônia, Rússia, Japão e Noruega.

O Brasil abre, na próxima quarta-feira, o campeonato mundial masculino de handebol, em Paris
O Brasil abre, na próxima quarta-feira, o campeonato mundial masculino de handebol, em Paris

O técnico da seleção brasileira, Washington Nunes, ainda não divulgou os 16 nomes que irão compor a equipe. Mas uma dessas presenças esperadas é a do armador direito, José Guilherme de Toledo.

O atleta, que disputou os Jogos Olímpicos, atua no clube polonês Orlen Wisla Plock e já tem grandes expectativas para o desafio de 2017. “Acho que temos um bom time que pode cada vez mais fazer coisas melhores internacionalmente”, destaca.

José Guilherme acredita que a equipe tem chances de se classificar para as oitavas de final. “Jogar contra os donos da casa pesa um pouco, ainda mais com a França, que é uma seleção de muita experiência, mas estaremos lá e lutaremos”, garante o jogador.

Depois da França, o Brasil enfrenta a Polônia em 14 de janeiro; o Japão (15/1); a Noruega (17/1); e a Rússia (19/1).

Comitê Paralímpico

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) divulgou a lista com a Seleção Brasileira de Atletismo 2017 e os critérios seguidos para formar o grupo adulto e a Seleção de Jovens.

Segundo o CPB, os atletas do time principal foram selecionados baseados em dois critérios: ser medalhista em provas individuais nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 ou estar entre os três melhores do ranking mundial.

O período de vigência da Seleção principal vai até o dia 31 de outubro de 2017. Neste período, os atletas participarão de atividades voltadas exclusivamente para o time nacional que estarão agendadas no calendário anual do CPB.

A Seleção de jovens, por sua vez, começará a ser formada em 2017 em convocações pontuais por ação. A ideia é ir selecionando os atletas juvenis até os Jogos Paralímpicos Tóquio 2020.

Vale lembrar que os selecionados não estão garantidos nas delegações das competições internacionais de 2017. Tendo em vista que esses eventos terão critérios técnicos específicos e divulgados com antecedência.

Jogos Olímpicos

A histórica e bem-sucedida realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 marcaram o ano do esporte nacional. O megaevento movimentou o País. Incentivou a prática do esporte e despertou o sonho olímpico em muitos brasileiros.

Mesmo após o fim dos Jogos, os investimentos do governo federal permaneceram durante o segundo semestre do ano. O Bolsa Atleta. Por exemplo, abriu inscrições voltadas à preparação para o próximo ciclo olímpico.

Além disso, o governo inaugurou um centro de levantamento de pesos. Um complexo aquático equipados para atender atletas de alto rendimento. E o campo olímpico de golfe entrou em funcionamento em regime de soft opening. Tornando-se o primeiro campo público de 18 buracos de nível internacional do Brasil.

Confira essas e outras ações de destaque do esporte em 2016. 

Lei de Incentivo ao Esporte

A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para votar o Projeto de Lei (PL) 364/2015, que estende o prazo da Lei de Incentivo ao Esporte até o ano de 2028.

Na mesma sessão, o deputado João Derly (REDE-RS) apresentou o projeto de lei (PL 130/2015), que prevê que pessoas jurídicas possam direcionar até 3% do imposto devido a projetos esportivos aprovados por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Atualmente, o limite é de apenas 1%. Para pessoas físicas, o número passaria de 6% para 9%. 

Bolsa Pódio 

O ministério do Esporte abriu, em 22 de dezembro, edital para inscrições do Bolsa Atleta na categoria Pódio, como preparação para o próximo ciclo olímpico. Por isso, o patrocínio é voltado para esportistas de modalidades individuais que compõem o programa dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Antes, no dia 11 de novembro, o governo abriu também edital do Bolsa Atleta para esportistas de modalidades que não integram os programas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Os contemplados serão subdivididos nas categorias Internacional e Nacional, com bolsas no valor de R$ 1.850,00 e R$ 925,00, respectivamente.

Centro de Levantamento de Pesos

Em novembro, foi inaugurado o Centro Nacional de Levantamento de Pesos, no Rio de Janeiro. A instalação, localizada no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan), é a primeira do País exclusiva para modalidade e a mais moderna do gênero da América Latina.

O centro foi construído com recursos do ministério e integra a Rede Nacional de Treinamento, em estruturação em todo o País. Os equipamentos utilizados nos Jogos Rio 2016 serão utilizados na instalação, que atenderá atletas olímpicos e paralímpicos (halterofilismo). 

Complexo aquático no Paraná 

O Santa Mônica Clube de Campo, um dos maiores centros privados de lazer da América Latina, inaugurou o complexo aquático com piscina olímpica projetada com equipamentos de última geração.

O complexo já está homologado pela Federação Internacional de Natação (Fina) para sediar competições estaduais, nacionais e internacionais.

A obra, iniciada em 2013, contou com investimento de mais de R$ 12 milhões e recebeu equipamentos fornecidos em parceria com a Confederação Brasileira de Clubes (CBC) e o Ministério do Esporte. 

Arenas reformadas

A Vila Olímpica, no Rio de Janeiro, foi totalmente adaptada para receber os Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Os equipamentos para as competições também foram adaptados para os atletas paralímpicos, como traves, redes e bolas com guizos para o goalball e o futebol de 5; caiaques paralímpicos, para a canoagem velocidade; pisos de bocha; rampas e pódios, para a natação; e tabelas de basquete. 

Esporte paralímpico após Jogos

O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, destacou que, a partir de agora, com os equipamentos construídos, o foco passa a ser a otimização do uso e o incentivo ao esporte.

E falou sobre os maiores legados dos Jogos, que são o Centro de Treinamento para 15 modalidades paralímpicas e o aumento da contribuição da Lei Agnelo/Piva. 

Campo de golfe da Rio 2016 

A 63ª edição do Aberto do Brasil ocorreu entre os dias 22 e 25 de setembro. Evento foi o primeiro desde a realização da Olimpíada. A partir de outubro, o campo olímpico entrou em funcionamento em regime de soft opening, tornando-se o primeiro campo público de 18 buracos de nível internacional do Brasil. O acesso às suas dependências é livre. 

Programa esportivo em territórios vulneráveis

O governo federal anunciou a construção de 233 novos Centros de Iniciação ao Esporte – há obras em andamento em 38 deles – em territórios de vulnerabilidade social. O projeto quer estimular a formação de atletas de alto rendimento entre crianças e adolescentes. 

Centro de Treinamento Paralímpico, em SP

Equipes de basquete em cadeira de rodas, rugby em cadeira de rodas, goalball e futebol de 5 já ocupam as dependências do centro para treinamentos e jogos pelas competições que encerram a temporada. 

Campeonato mundial de Jiu-jitsu

Mais de dois mil atletas do jiu-jitsu vão ocupar a Arena Olímpica do Rio de Janeiro, no Parque Olímpico da Barra, entre os dias 12 e 13 de dezembro. O Abu Dhabi Grand Slam World Tour reúne lutas com e sem kimono em evento com entrada gratuita para o público. 

Programa de Alto Rendimento

Com resultados acima do esperado – foram 13 medalhistas do total de 19 conquistas pelo Brasil – os ministérios da Defesa e do Esporte garantiram a continuidade dos incentivos para atletas de alto rendimento vinculados às Forças Armadas.

 

Arte marcial russa conquista América Latina

Pela primeira vez a arte marcial "Systema" foi levada à Argentina por um soldado que passou por treinamentos na Rússia

O “Systema” destaca especialmente o conhecimento de si próprio, o que poderá ter determinado em muito a sua popularidade

Por Redação, com Sputnik – de Moscou:

Pela primeira vez a arte marcial “Systema” foi levada à Argentina por um soldado que passou por treinamentos na Rússia. Desde essa altura, a arte se tornou popular não só dentro, mas também fora da Argentina.

Pela primeira vez a arte marcial "Systema" foi levada à Argentina por um soldado que passou por treinamentos na Rússia
Pela primeira vez a arte marcial “Systema” foi levada à Argentina por um soldado que passou por treinamentos na Rússia

O “Systema” destaca especialmente o conhecimento de si próprio, o que poderá ter determinado em muito a sua popularidade. O nome é a variante breve de “sistema nacional russo de autodefesa” (ROSS na sigla em russo).

Embora este seja considerado um tipo de arte marcial, na verdade ele é mais amplo do que isso. “É uma combinação de técnica, conhecimentos e conceitos que ajudam em combate, na defesa e na vida. É um sistema completo”. Contou à Sputnik Mundo Dmitry Mamedov, instrutor de “Systema”. Pela primeira vez essa arte marcial única foi apresentada nos anos 1960 por Aleksei Kadochnikov.

Falando dos objetivos que o sistema esportivo prevê atingir, Mamedov explicou:

– O objetivo aqui não é competição ou concorrência, não. É a liquidação do rival ou formação do ego. Mas pelo contrário, o sentido é se superar a si mesmo e se conhecer a si próprio.” Cabe destacar que na época da criação do “Systema” muitas artes marciais estavam proibidas na Rússia.

Tradições de combate

Mas as tradições de combate dos cossacos e outros povos continuavam existindo em sua cultura. O governo da União Soviética confiou a Kadochnikov a missão de estudar diferentes artes marciais. A restauração de patrimônio de povos que durante séculos “estiveram protegendo suas fronteiras, sua família e sua pátria” com o fim de usar depois estes conhecimentos em treinamentos de forças especiais.

O criador do “Systema” aproveitou assim o “conhecimento dos antepassados”. E partilhou deste com pilotos de aviação, agentes secretos. E outros elementos que deveriam “ter uma arma invisível” para que não fosse claramente visível que essa pessoa pratica algum tipo de arte marcial. 

Nos anos 2000, Fabián García, soldado argentino de forças especiais, chegou à Rússia para continuar seus treinamentos no âmbito do método de Kadochnikov usado pelas forças especiais argentinas.

– Ele ficou tão impressionado com o método que, após retornar à Argentina, decidiu continuar estudos do ‘Systema’ russo. Porque este é mais próximo da filosofia ocidental do que da oriental. Foi por isso que ele continuou os treinamentos e as viagens à Rússia – contou Mamedov à agência russa de notícias Sputnik.

Em comparação com outras artes marciais como, por exemplo, o caratê ou taekwondo, é muito mais fácil estudar o “Systema” russo porque não tem caráter de competição. Ou uma série de regras e proibições.

Na verdade, segundo Mamedov, “quando você chega ao treino de “Systema” você não compreende quem é quem” porque não existem regras para se dirigir ao treinador. Ao contrário de outras disciplinas.

Em parte, essa é a razão pela qual o processo de estudos está sendo realizado com alta eficácia e em curto prazo. “Porque não existe concorrência, se um dos alunos conhece algo de útil – uma técnica ou conceito. Ele transmite isso imediatamente a outro”, contou.

Ainda de acordo com ele, outra vantagem do método é que ele “se adapta à pessoa”, pode ser por isso que ele interessa a pessoas de variadas idades e experiências.

Atualmente a popularidade do programa “Systema” está crescendo em muitos países do mundo, inclusive no Brasil.

Autoridades russas admitem esquema de doping

Essa é a primeira vez desde que os casos de doping foram revelados que os russos admitem o fato

Essa é a primeira vez desde que os casos de doping foram revelados que os russos admitem o fato. No entanto, Antseliovich negou que o esquema tenha sido patrocinado pelo Estado

Por Redação, com Ansa – de Moscou:

A diretora-geral da Agência Antidoping da Rússia, Anna Antseliovich, admitiu que seu país vivenciou um sistema em “larga escala” de doping de atletas. A revelação foi feita em uma entrevista ao jornal The New York Times nesta quarta-feira. As informações são da agência Ansa.

Essa é a primeira vez desde que os casos de doping foram revelados que os russos admitem o fato
Essa é a primeira vez desde que os casos de doping foram revelados que os russos admitem o fato

Essa é a primeira vez desde que os casos de doping foram revelados que os russos admitem o fato. No entanto, Antseliovich negou que o esquema tenha sido patrocinado pelo Estado e que “não houve qualquer envolvimento das autoridades russas”.

Quem também fez uma declaração de mea culpa foi o ex-ministro russo do Esporte, Vitaly Smirnov, que agora comanda um programa criado pelo presidente Vladimir Putin. Para banir o doping do esporte do país. “Do meu ponto de vista. Como um ex-ministro e ex-presidente do Comitê Olímpico, (admito que) nós cometemos muitos erros. Mas, não quero falar pelas pessoas que são responsáveis”, disse Smirnov ao New York Times.

Relatório McLaren

Segundo um estudo solicitado pela Agência Mundial Antidoping (Wada). Liderado pelo advogado canadense Richard McLaren. Mais de mil atletas russo se beneficiaram de um esquema de doping. Tanto nas Olimpíadas de Inverno disputadas em Sóchi, na Rússia, em 2015. Como em campeonatos mundiais e outras competições internacionais.

– Uma conspiração internacional foi implementada. Com a participação do Ministério do Esporte e dos Serviços, da Agência Russa Antidoping, do laboratório de doping de Moscou. Da agência secreta FSB para manipular as amostras – acusou o relatório de McLaren.

Apesar de envolver 30 modalidades esportivas diferentes. A maior parte dos casos atingiu o atletismo. Por causa disso, mudanças foram realizadas na Federação Internacional de Atletismo (IAAF). McLaren acusou os antigos diretores da entidade de acobertar os casos.

Por causa das revelações do relatório, divulgado em duas partes. A Rússia foi parcialmente banida das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Com cada federação esportiva decidindo se liberava ou não os atletas do país. Além disso, toda a delegação paralímpica russa foi impedida de competir no Rio.

Bolsa Pódio abre inscrições para próximo ciclo olímpico

Patrocínio é voltado para esportistas de modalidades individuais que compõem o programa dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos

Os atletas bolsistas que conquistaram medalhas na última edição dos Jogos Olímpicos terão prioridade para renovação das bolsas

Por Redação, com ACS – de Brasília:

O ministério do Esporte abriu edital, para inscrições do Bolsa Atleta na categoria Pódio, como preparação para o próximo ciclo olímpico. Por isso, o patrocínio é voltado para esportistas de modalidades individuais que compõem o programa dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

Patrocínio é voltado para esportistas de modalidades individuais que compõem o programa dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos
Patrocínio é voltado para esportistas de modalidades individuais que compõem o programa dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos

Para participar, o atleta deverá estar em plena atividade esportiva, vinculado a uma entidade de prática esportiva. Ou a alguma entidade nacional de administração do desporto. E entre os 20 primeiros no ranking da modalidade ou prova específica, no momento da postagem do plano esportivo.

O atleta deverá, ainda, ser indicado pelas respectivas entidades nacionais de administração do desporto em conjunto com o Comitê Olímpico do Brasil (COB). Ou Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e o Ministério do Esporte.

Também deverá apresentar declaração de recebimento de qualquer tipo de patrocínio de pessoas jurídicas, públicas ou privadas. Apontando os valores efetivamente recebidos e quais os períodos de vigência dos contratos. Os atletas bolsistas que conquistaram medalhas na última edição dos Jogos Olímpicos terão prioridade para renovação das bolsas.

O prazo para indicação de atletas será de 23 de dezembro a 10 de outubro de 2017. Após a aprovação da indicação, o atleta será notificado para, em até sete dias úteis, preencher o cadastro on-line e apresentar o plano esportivo.

Bolsa Pódio

A categoria Pódio é a mais alta do programa Bolsa Atleta e foi criada, em 2013. Com o objetivo de patrocinar atletas com chances de medalhas e de disputar finais nos Jogos Rio 2016. No período, foram contemplados 322 atletas. Num investimento da ordem de R$ 60 milhões. Atualmente, 122 atletas são apoiados pela iniciativa. Com bolsas que variaram de R$ 5 mil a R$ 15 mil.

Considerado o maior programa de patrocínio individual do mundo. O Bolsa Atleta, criado em 2005, já concedeu 51 mil bolsas para 20,7 mil atletas de todo o País. Neste ano, 6.217 atletas de modalidades olímpicas e paralímpicas estão contemplados. Na década, os recursos destinados ao programa superam R$ 890 milhões.

São apoiados pelo programa atletas que tenham obtido bons resultados em competições nacionais e internacionais de suas modalidades. Independentemente de sua condição econômica.

O atleta contemplado recebe o equivalente a 12 parcelas do valor definido na categoria. Atleta de Base (R$ 370); Estudantil (R$ 370); Nacional (R$ 925); Internacional (R$ 1.850); Olímpico/Paralímpico (R$ 3.100) e Pódio (R$ 5 mil a R$ 15 mil).

O impacto da Bolsa Atleta foi medido na Rio 2016. Quando 77% dos 465 atletas convocados para defender o Brasil eram bolsistas. Das 19 medalhas conquistadas pelos brasileiros. A maior conquista da história, apenas o ouro do futebol masculino não contou com atletas bolsistas.

Já nos Jogos Paralímpicos, o Brasil teve a maior delegação da história. Com 286 atletas, sendo 90,9% bolsistas. Foram 72 medalhas conquistadas, em 13 esportes diferentes: 14 de ouro, 29 pratas e 29 bronzes, além de 99 finais disputadas. 

Japão apresenta orçamento revisado de US$16,8 bilhões para Jogos de 2020

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio apresentaram nesta quarta-feira um orçamento de US$ 16,8 bilhões para os Jogos de 2020

O valor ainda é mais do que o dobro da estimativa original, feita durante o processo de licitação, embora o orçamento inicial não incluísse custos de segurança e transporte

Por Redação, com agências internacionais – de Tóquio:

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio apresentaram nesta quarta-feira um orçamento de US$ 16,8 bilhões para os Jogos de 2020, e prometeram cortar custos para atender ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio apresentaram nesta quarta-feira um orçamento de US$ 16,8 bilhões para os Jogos de 2020
Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio apresentaram nesta quarta-feira um orçamento de US$ 16,8 bilhões para os Jogos de 2020

O valor ainda é mais do que o dobro da estimativa original, feita durante o processo de licitação, embora o orçamento inicial não incluísse custos de segurança e transporte.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) está preocupado que os custos elevados das Olimpíadas possam assustar futuros candidatos a receber os Jogos, e pediu um corte acentuado dos custos.

Bicampeã de Wimbledon Petra Kvitova

A bicampeã de Wimbledon Petra Kvitova está “se sentindo bem”. Após passar por um cirurgia na mão esquerda, sua dominante. Depois de ter sido atacada dentro de seu apartamento por um invasor que usava uma faca. Disse nesta quarta-feira um assessor da tenista.

A tcheca, número 11 do ranking mundial, sofreu ferimentos nos dedos da mão esquerda devido ao ataque, que ocorreu na manhã de terça-feira.

– Petra está se sentindo bem após a cirurgia, um exame confirmou que a operação foi um sucesso – disse Karel Tejkal em comunicado enviado por e-mail.

Kvitova não deve comentar sobre o assunto nesta quarta-feira, disse Tejkal.

A tenista disse nas redes sociais na terça-feira que é uma sorte estar viva. Após o ataque na cidade de Prostejov, a cerca de 260 quilômetros de Praga.

A tenista alcançou o número 2 do mundo em 2011 ao vencer o primeiro de seus dois títulos de Wimbledon.

Tejkal disse que as cirurgias de terça-feira não mostravam algum motivo para ela não voltar a jogar.

Estruturas esportivas de alto rendimento

Um dos próximos desafios do governo federal, na pasta de Esportes, é integrar todas as estruturas esportivas consolidadas no país para receber atletas de alto rendimento. A ação, que abrangerá várias modalidades. É fundamental para iniciar o ciclo olímpico rumo a Tóquio 2020.

Essa ideia foi reforçada pelo ministro do Esporte. Leonardo Picciani, durante a 6ª edição do Encontro Nacional de Editores, Colunistas, Repórteres e Blogueiros (Enecob), no Rio de Janeiro.

– O Brasil tem hoje uma rede de alto rendimento, com equipamentos de excelência por todas as regiões. Ela precisa funcionar de forma integrada, e é isso que estamos buscando fazer – disse o ministro.

Picciani afirmou, ainda, que tudo o que foi feito para o ciclo Rio 2016 resultará em melhorias permanentes. “Tenho convicção de que o Brasil terá em Tóquio 2020 um melhor resultado que no Rio, que já foi extraordinário e o melhor da nossa história em jogos olímpicos”, afirmou.

Evento

O Enecob é realizado anualmente e reúne jornalistas, autoridades políticas, esportistas e empresários de todas as regiões. Com o objetivo de debater temas relevantes. Neste ano, o evento tratou do legado esportivo dos Jogos Rio 2016.

Contou com a presença de personalidades do esporte. Como a campeã olímpica Rafaela Silva, do judô; a medalhista de bronze na maratona aquática, Poliana Okimoto; a medalhista de prata e bronze no vôlei de praia, Adriana Samuel; e o pioneiro do jiu-jítsu no Brasil, Robson Gracie.

Dirigente irlandês acusado de venda ilegal de ingressos promete limpar nome

Ex-chefe do Comitê Olímpico da Irlanda Patrick Hickey deixa delegacia no Rio de Janeiro

Hickey teve permissão de voltar para casa depois de pagar uma fiança de R$ 1,5 milhão na semana passada. O dinheiro lhe foi emprestado por um organismo que representa vários comitês olímpicos nacionais

Por Redação, com Reuters – de Londres:

Ex-chefe do Comitê Olímpico da Irlanda, Patrick Hickey voltou a Dublin no domingo e disse que irá continuar lutando para limpar seu nome depois de ser acusado em agosto, no Brasil, por um suposto esquema de venda ilegal de ingressos dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Ex-chefe do Comitê Olímpico da Irlanda Patrick Hickey deixa delegacia no Rio de Janeiro
Ex-chefe do Comitê Olímpico da Irlanda Patrick Hickey deixa delegacia no Rio de Janeiro

Hickey teve permissão de voltar para casa depois de pagar uma fiança de R$ 1,5 milhão na semana passada. O dinheiro lhe foi emprestado por um organismo que representa vários comitês olímpicos nacionais.

Em comunicado, o dirigente de 71 anos disse que é inocente das acusações. E que continuará cooperando com as autoridades brasileiras.

– Voltei à Irlanda, onde irei passar por um tratamento médico. Em andamento sob os cuidados de meu consultor médico – disse Hickey. “Passei por alguns meses extremamente traumáticos para mim e para a minha família. Mais uma vez, quero declarar que sou totalmente inocente de todas as acusações contra mim”.

– Pretendo me ater a quaisquer pedidos feitos pelas autoridades brasileiras. Farei todo o possível para limpar meu nome para que, no devido tempo, possa seguir adiante com minha vida com minha esposa e família.

Dinheiro da fiança

Hickey, que foi preso em um hotel de luxo à beira-mar em agosto no Rio. Agradeceu o organismo de comitês olímpicos por lhe oferecer o dinheiro da fiança, que lhe permitiu reaver o passaporte e sair do Brasil.

– Sou muito grato à Associação Internacional de Comitês Olímpicos Nacionais (Anoc) por angariar tão generosamente os fundos necessários para obter a libertação para minha volta à Irlanda – disse.

China: saltadora pentacampeã olímpica anuncia aposentadoria

Dona de cinco medalhas de ouro olímpicas, Wu Minxia, a saltadora mais bem-sucedida da China, anunciou sua aposentadoria

Wu já havia dito que a Rio 2016 provavelmente seria sua última participação nos Jogos. Ela revelou que uma lesão séria na perna sofrida em maio a fez cogitar parar antes mesmo de viajar ao Brasil

Por Redação, com Reuters – de Londres/Rio de Janeiro:

Dona de cinco medalhas de ouro olímpicas, Wu Minxia, a saltadora mais bem-sucedida da China, anunciou sua aposentadoria nesta quinta-feira devido à sua “condição física”.

Dona de cinco medalhas de ouro olímpicas, Wu Minxia, a saltadora mais bem-sucedida da China, anunciou sua aposentadoria
Dona de cinco medalhas de ouro olímpicas, Wu Minxia, a saltadora mais bem-sucedida da China, anunciou sua aposentadoria

– Agora, embora com relutância, é hora de parar – disse a atleta de 31 anos em sua conta oficial do Weibo.

– A história das saltadoras chinesas não começou comigo e não irá terminar comigo.

O ouro do salto ornamental sincronizado de três metros em trampolim com a parceira Shi Tingmao. Conquistado na Olimpíada do Rio de Janeiro de 2016 em agosto, fez dela a mulher mais velha a conquistar um ouro olímpico de salto ornamental.

Vencedora de sete medalhas em quatro Olimpíadas, um recorde,

Wu já havia dito que a Rio 2016 provavelmente seria sua última participação nos Jogos. Ela revelou que uma lesão séria na perna sofrida em maio a fez cogitar parar antes mesmo de viajar ao Brasil.

– Lamento muito, mas minha condição física não me permite continuar treinando – disse Wu à rede chinesa CCTV durante uma transmissão ao vivo.

– Eu realmente temi a chegada deste dia.

Dirigente irlandês

O ex-presidente do Comitê Olímpico Irlandês Patrick Hickey foi autorizado a deixar o Brasil. Após pagamento de fiança estipulada em R$ 1,5 milhão. Informou na segunda-feira a Justiça do Rio de Janeiro. Onde o dirigente foi acusado de participação em esquema de venda ilegal de ingressos nos Jogos de 2016.

O órgão que representa os comitês olímpicos nacionais pagou a fiança de Hickey para permitir que ele voltasse para casa por motivos de saúde. Os advogados de Hickey, de 71 anos, já informaram à Justiça que a fiança foi paga. O passaporte dele seria liberado.

Os advogados do dirigente não revelaram quando Hickey deixará o Brasil.

Hickey foi detido durante a Olimpíada junto com outros suspeitos de integrarem um grupo de venda ilegal de ingressos. Ele chegou a passar alguns dias preso no sistema penitenciário do Rio de Janeiro. Mas depois foi solto por decisão da Justiça e teve o passaporte retido.

O antigo chefe do Comitê Olímpico da Irlanda e do Comitê Olímpico Europeu. Ele foi indiciado por crime contra o torcedor, formação de quadrilha e marketing de emboscada, alega ser inocente de todas as acusações.

O Comitê Olímpico da Irlanda e as empresas Pro10 e THG foram acusados pela polícia Fluminense de montarem um esquema de venda ilegal de ingressos nos Jogos do Rio para faturar cerca de R$ 10 milhões.

Outro preso, o também irlandês Kevin Mallon, executivo da empresa THG. Ele poderá deixar o país em breve. A Justiça fixou em R$ 750 mil o valor da fiança para que o passaporte dele seja devolvido pela Justiça.

Delatora de doping russa diz que não é traidora

A delatora Yulia Stepanova negou ser uma traidora

Ela foi chamada de traidora por seu ex-treinador, Vladimir Kazarin, e atualmente está escondida na América do Norte com o marido, Vitaly, ex-autoridade antidoping da Rússia

Por Redação, com Reuters – de Moscou:

A delatora Yulia Stepanova negou ser uma traidora e disse que ser afastada do esporte por dois anos foi a reviravolta que a levou a expor o programa de doping sistemático patrocinado pela Rússia.

A delatora Yulia Stepanova negou ser uma traidora
A delatora Yulia Stepanova negou ser uma traidora

Em segredo, Stepanova gravou técnicos e atletas russos descrevendo como usavam medicamentos de melhoria de desempenho. Um indício usado para banir mais de 100 atletas russos da Olimpíada do Rio de Janeiro.

Ela foi chamada de traidora por seu ex-treinador, Vladimir Kazarin. Atualmente está escondida na América do Norte com o marido, Vitaly, ex-autoridade antidoping da Rússia.

– Em 2007, pela primeira vez meu treinador (Kazarin) começou a me dar injeções de testosterona – disse ela à rede BBC em uma entrevista.

– Eu de fato sabia que eram proibidas. Mas antes de me dá-las acho que meu treinador me preparou bem, porque me contou histórias sobre como é normal, que é assim que se faz.

– Toda noite eu sonhava que os inspetores de doping estavam vindo nos testar. Toda noite o mesmo pesadelo. Eu estava com medo de ser testada porque não sabia como o sistema funcionava.

– Não percebi que a administração estava a par, que mesmo que você fosse pego não seria desclassificado se seu treinador tivesse contatos.

Punição

Stepanova, que recebeu uma punição de dois anos em 2013 por anormalidades em seu passaporte de sangue. Ela disse que a suspensão a deixou determinada a expor quão profundamente os problemas do atletismo russo se disseminaram.

– Foi um divisor de águas, e eu tinha uma escolha, ou uma segunda chance – acrescentou. “Eu podia voltar ao mesmo sistema e só pensar ‘ok, eles estão mentindo. Mas vão me receber de volta na delegação nacional e me dar dinheiro. Ou então eu poderia fazer a coisa certa’.

Ela passou os dois anos seguintes recolhendo provas, motivada pelo desejo de revelar a verdade.

– A razão de eu estar fazendo aquilo era mostrar que esse era o sistema – contou. “Só queria que eles admitissem que sim, todo mundo está usando remédios. Os chefes estão acobertando isso. Isso é que era importante para mim.”

Stepanova disse acreditar que contar a verdade tornará as coisas melhores.

– Não me considero uma traidora – disse. “Simplesmente revelei a verdade vergonhosa, que nosso país não quer confrontar. E a única razão de eu ter contado a verdade sobre tudo isso é para tentar pôr um fim a isso.”

Mais de mil atletas russos se beneficiaram de conspiração para ocultar doping

O documento afirma ter existido um encobrimento sistemático, que foi refinado nos Jogos Olímpicos de 2012

A segunda parte de um relatório do advogado canadense de esportes Richard McLaren deu mais detalhes de um esquema de doping operado pela Rússia com o apoio do governo

Por Redação, que Reuters – de Moscou:

Mais de mil atletas russos que competiram em Olimpíadas e Paralimpíadas se envolveram ou foram beneficiados por uma conspiração institucional concebida para ocultar exames antidoping positivos, informou um relatório independente da Agência Mundial Antidoping (Wada) nesta sexta-feira.

O documento afirma ter existido um encobrimento sistemático, que foi refinado nos Jogos Olímpicos de 2012
O documento afirma ter existido um encobrimento sistemático, que foi refinado nos Jogos Olímpicos de 2012

A segunda parte de um relatório do advogado canadense de esportes Richard McLaren deu mais detalhes de um esquema de doping operado pela Rússia com o apoio do governo.

O documento afirma ter existido um encobrimento sistemático, que foi refinado nos Jogos Olímpicos de 2012. No Campeonato Mundial de Atletismo de 2013 e na Olimpíada de Inverno de Sochi de 2014. E que mais de 30 esportes, incluindo o futebol, se envolveram na ocultação de resultados positivos de testes de dopagem.

– Agora podemos confirmar um acobertamento que remonta ao menos a 2011. E que continuou após os Jogos Olímpicos de Sochi. Foi um acobertamento que passou de um caos descontrolado para uma conspiração institucionalizada e disciplinada de conquista de medalhas – disse McLaren em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira.

– Foi um acobertamento de uma escala inédita, e a segunda parte deste relatório mostra o indício que aumenta o número de atletas envolvidos. Além da abrangência da conspiração e do acobertamento – acrescentou.

Exames

– Temos indícios revelando que mais de 500 exames positivos foram relatados como negativos. Inclusive de atletas conhecidos e de elite. Cujos resultados positivos foram automaticamente falsificados.

McLaren disse que a Rússia conquistou 24 medalhas de ouro, 26 de prata e 32 de bronze nos Jogos de Londres de 2012 e que nenhum atleta russo teve resultados positivos.

– Mesmo assim, a equipe russa corrompeu os Jogos de Londres em uma escala inédita. A extensão da qual provavelmente jamais será plenamente estabelecida – disse. “O desejo de conquistar medalhas suplantou a bússola coletiva moral e ética e os valores olímpicos do fair play”.  

– Durante anos, competições esportivas internacionais foram fraudadas pelos russos por desconhecimento alheio. Técnicos e atletas vêm disputando em condições injustas. Os torcedores e espectadores dos esportes vêm sendo enganados, e é hora disso acabar.

O relatório informou que uma técnica de troca de amostra de urina usada em Sochi se tornou uma prática frequente no laboratório de Moscou que lidava com atletas de elite.

Embora competidores de atletismo e levantadores de peso da Rússia tenham sido impedidos de participar da Olimpíada do Rio de Janeiro de 2016. O Comitê Olímpico Internacional (COI) rejeitou um afastamento coletivo. Permitiu que as federações esportivas internacionais decidissem quais atletas deveriam ser elegíveis para competir.

COI aprova locais de competição de novos esportes para Tóquio 2020

Os locais para os cinco novos esportes que serão introduzidos nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020 foram finalizados após a aprovação pelo Comitê Olímpico Internacional (COI)

Beisebol e softbol serão realizados no Yokohama Stadium, Nippon Budokan será o local das competições de karatê, enquanto instalações temporárias em Tóquio vão abrigar as competições de escalada esportiva e skate

Por Redação, com Reuters – de Tóquio/Rio de Janeiro:

Os locais para os cinco novos esportes que serão introduzidos nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020 foram finalizados após a aprovação pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), disse o chefe dos Jogos de Tóquio, Yoshiro Mori.

Os locais para os cinco novos esportes que serão introduzidos nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020 foram finalizados após a aprovação pelo Comitê Olímpico Internacional (COI)
Os locais para os cinco novos esportes que serão introduzidos nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020 foram finalizados após a aprovação pelo Comitê Olímpico Internacional (COI)

Beisebol e softbol serão realizados no Yokohama Stadium, Nippon Budokan será o local das competições de karatê, enquanto instalações temporárias em Tóquio vão abrigar as competições de escalada esportiva e skate.

A província de Chiba e seu litoral hospedarão o surf.

Levantamento de Pesos

O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, e o Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra, Fernando Antonio de Siqueira Ribeiro, inauguram no mês passado, o Centro Nacional de Levantamento de Pesos, no Rio de Janeiro.

A instalação, localizada no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan). É a primeira do País exclusiva para modalidade e a mais moderna do gênero da América Latina.

O centro foi construído com recursos do ministério e integra a Rede Nacional de Treinamento. Em estruturação em todo o País. Os equipamentos utilizados nos Jogos Rio 2016 serão utilizados na instalação. Que atenderá atletas olímpicos e paralímpicos (halterofilismo).

Atualmente, o Cefan conta com mais de 60 atletas de levantamento de peso olímpico. Alguns são oriundos dos projetos de base, como o Programa Forças no Esporte (Profesp). Fazem parte da seleção brasileira adulta. Essa equipe soma mais de 150 medalhas nacionais e internacionais. Além de diversos recordes na modalidade.

A utilização do centro permitirá o fortalecimento da modalidade, especialmente por meio de parcerias com o Comitê Olímpico do Brasil (COB). Com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e com a Confederação Brasileira de Levantamento de Pesos (CBLP).

Será garantida a realização de competições nacionais e internacionais a partir de 2017. Assim como cursos, congressos e seminários.

O Cefan recebeu, ao todo, recursos da ordem de R$ 19 milhões do ministério para reforma e construção de novas instalações. Para receber delegações estrangeiras como sede de treinamento para os Jogos Rio 2016 das modalidades de futebol, polo aquático e vôlei.

Toda a estrutura é utilizada por atletas de alto rendimento das Forças Armadas. Como também por alunos de projetos sociais e de base desenvolvidos, com o apoio do ministério, no Cefan.