Avião com Aécio Neves faz pouso de emergência em SP

Segundo a empresa que administra o Aeroporto Internacional de Guarulhos, a Gru Airport , o avião chegou no terminal entre as 22h e 22h30 com a solicitação do piloto de prioridade para descer

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

Táxi aéreo alugado pelo partido do PSDB para transportar o senador Aécio Neves, de Brasília para São Paulo, teve de fazer uma aterrissagem de emergência , na noite anterior, depois de apresentar uma pane no trem de pouso. A aeronave, em velocidade reduzida, ultrapassou o limite da pista. Ninguém ficou ferido.

Táxi aéreo alugado pelo partido do PSDB para transportar o senador Aécio Neves, de Brasília para São Paulo, teve de fazer uma aterrissagem de emergência
Táxi aéreo alugado pelo partido do PSDB para transportar o senador Aécio Neves, de Brasília para São Paulo, teve de fazer uma aterrissagem de emergência

Segundo a empresa que administra o Aeroporto Internacional de Guarulhos, a Gru Airport. O avião chegou no terminal entre as 22h e 22h30 com a solicitação do piloto de prioridade para descer à pista. Além do senador, estavam dois tripulantes e todos desembarcaram sem problemas, e não houve modificação na rotina do terminal.

A empresa de táxi aéreo Líder Aviação, emitiu nota em que afirma que houve indicação de pane, mas sem detalhar o defeito.

Eis a íntegra da nota:

– A empresa informa que, na última quinta-feira, 09, uma aeronave da frota, proveniente de Brasília, com destino a São Paulo. Teve uma indicação de pane no trem de pouso. Seguindo todos os protocolos de segurança previstos para esta ocorrência. A tripulação decidiu aterrissar no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Após o pouso, a aeronave, já em velocidade reduzida, ultrapassou o limite da pista. Na aeronave, estavam dois tripulantes e um passageiro. Nenhum deles se feriu. As causas do incidente estão sendo apuradas.

Senador Aécio Neves

Em seu Twinter, o senador Aécio Neves confirmou que ele e os pilotos estavam bem. E que sua viagem para São Paulo foi agendada para um encontro com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O tucano revelou que antes da viagem esteve com o ex-ministro Alexandre Moraes. O ex-ministro informou ter encaminhado pedido de desfiliação do PSDB.

Como determina a Constituição, Moraes tem de formular esta desvinculação parlamentar para assumir o posto de ministro do Supremo Tribunal Federal indicado pelo presidente Michel Temer, para substituir o ministro Teori Zavascki, morto em acidente aéreo em Paraty (RJ) no último dia 19 de janeiro. Essa indicação e também o afastamento dele do cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública, já estão publicados no Diário Oficial da União.

Justiça de SP aceita denúncia contra agressores de ambulante morto no metrô

Presos poucos dias depois do crime, os agressores Alípio Rogério Belo dos Santos, 26 anos, e Ricardo Martins do Nascimento, 21 anos, tiveram a prisão preventiva decretada no último dia 20 de janeiro

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

A Justiça de São Paulo acatou denúncia contra os dois acusados de espancar até a morte o vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas, no dia 25 de dezembro do ano passado, na estação Pedro II do Metrô, na capital paulista. Presos poucos dias depois do crime, os agressores Alípio Rogério Belo dos Santos, 26 anos, e Ricardo Martins do Nascimento, 21 anos, tiveram a prisão preventiva decretada no último dia 20 de janeiro.

A Justiça de São Paulo acatou denúncia contra os dois acusados de espancar até a morte o vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas, no dia 25 de dezembro do ano passado
A Justiça de São Paulo acatou denúncia contra os dois acusados de espancar até a morte o vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas, no dia 25 de dezembro do ano passado

A decisão de acatar a denúncia é do juiz Roberto Zanichelli Cintra, da 1ª Vara do Júri da capital. No despacho. Ele justificou que existem “provas de materialidade e indícios da autoria dos delitos a eles imputados”. O magistrado marcou para 17 de abril a audiência de instrução do processo em que serão analisadas as provas e ouvidas as partes para decidir se os réus irão a júri popular.

Violência

Imagens filmadas por câmeras de segurança levaram à identificação de Ricardo Martins do Nascimento e Alípio Rogério Belo dos Santos como os autores. Ao apresentar o pedido de prisão preventiva, no mês passado. O promotor de Justiça Neudival Mascarenhas Filho, do 1º Tribunal do Júri. Ele classificou de covarde o comportamento dos agressores. Porque o ambulante apenas “tinha interferido para apaziguar uma situação envolvendo os dois homens”.

No processo consta que antes de espancar Ruas. Os réus agrediram uma moradora de rua transexual com socos e chutes. Na sequência, um deles saiu em perseguição a uma outra transexual que tentava livrar a amiga do ataque. Ao assistir a cena, o vendedor ambulante, que mantinha uma barraca de doces próxima à estação. Ele apelou para que Nascimento e Santos se acalmassem. Sendo então alvo da violência.

Nesse momento, os dois passaram a quebrar a barraca do ambulante que correu para dentro da estação. Sendo perseguido e espancado com chutes e socos. Além de ter a cabeça pisoteada. Depois de deixar a vítima caída no chão, os agressores saíram do local e voltaram em seguida para continuar a bater no vendedor.

SP proíbe blocos de carnaval com mais de 20 mil foliões

A prefeitura de São Paulo proibiu blocos de carnaval com mais de 20 mil pessoas na Zona Oeste

As áreas residenciais próximas aos trajetos definidos para o desfile dos blocos serão isoladas com grades de proteção, com objetivo de impedir a perturbação do sossego dos moradores

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

A prefeitura de São Paulo proibiu blocos de carnaval com mais de 20 mil pessoas na Zona Oeste. As regras foram publicadas no Diário Oficial. A cidade cadastrou 495 blocos para o carnaval deste ano, sendo que 89 devem desfilar apenas na região oeste, concentrados nos bairros Pinheiros e Vila Madalena.

A prefeitura de São Paulo proibiu blocos de carnaval com mais de 20 mil pessoas na Zona Oeste
A prefeitura de São Paulo proibiu blocos de carnaval com mais de 20 mil pessoas na Zona Oeste

As áreas residenciais próximas aos trajetos definidos para o desfile dos blocos serão isoladas com grades de proteção, com objetivo de impedir a perturbação do sossego dos moradores. Não será permitida a passagem dos blocos em 23 ruas e avenidas da região. Entre elas Rua Cardeal Arcoverde, Rua Teodoro Sampaio, Avenida Rebouças, Avenida Faria Lima, Avenida Brasil e Avenida Nove de Julho.

O tempo máximo de duração do desfile será de cinco horas. Os carros de som deverão ser desligados às 19h e a dispersão dos blocos deverá ocorrer até as 20h. Os ambulantes ficam obrigados a encerrar a comercialização de bebidas alcoólicas às 20h, assim como os bares da área, que deverão fechar as portas às 22h, para evitar a continuidade da aglomeração no local.

Público

Haverá controle de entrada de público na parte central da Vila Madalena, no quadrilátero formado pelas ruas Inácio Pereira da Rocha, Harmonia, Wisard e Simão Álvares. Será montada uma base operacional com participação da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Guarda Civil Metropolitana (GCM) e Polícia Militar. Os moradores dos bairros poderão acionar auxílio nesse local em caso de transtornos.

O calendário oficial de eventos do carnaval paulistano deste ano vai de 17 de fevereiro a 5 de março. Na Vila Madalena, a festa começa no dia 18, a partir das 9h. Todos os blocos da região deverão começar os desfiles antes das 15h, como forma de evitar atrasos na dispersão.

Chuva deixa desaparecidos e população fica sem água em SP

O rompimento de uma adutora também provocou o desabastecimento de água, há cinco dias, em todo o município, que tem 652 mil habitantes

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

A forte chuva que atingiu a cidade de Sorocaba, no interior paulista, deixou um homem e um menino, levados pela correnteza em um córrego, desaparecidos desde sábado. O rompimento de uma adutora também provocou o desabastecimento de água, há cinco dias, em todo o município, que tem 652 mil habitantes.

A forte chuva que atingiu a cidade de Sorocaba, no interior paulista, deixou um homem e um menino, levados pela correnteza em um córrego
A forte chuva que atingiu a cidade de Sorocaba, no interior paulista, deixou um homem e um menino, levados pela correnteza em um córrego

O Corpo de Bombeiros retomou nesta manhã as buscas pelos desaparecidos. No sábado, a chuva começou às 17h e elevou a vazão do córrego, no Jardim Novo Horizonte, onde quatro crianças pescavam. Elas caíram na água, mas uma conseguiu se salvar e pedir ajuda a um adulto. O homem resgatou duas crianças, mas foi levado pela correnteza quando tentava salvar a última vítima.

De acordo com a Defesa Civil, 11 pessoas morreram em razão da chuva desde dezembro do ano passado. Quatro municípios paulistas estão em estado de alerta para precipitação: Francisco Morato, São Vicente, São Sebastião e Bom Jesus dos Perdões.

Desabastecimento

Segundo a prefeitura, toda a cidade foi afetada pelo desabastecimento de água, que começou com o rompimento da principal adutora de Sorocaba durante a forte chuva que ocorreu na madrugada entre o dia 31 do mês passado e a última quarta-feira. Naquela noite, foram registrados 128 milímetros, precipitação esperada para todo o mês de janeiro.

A população recebe água em esquema de rodízio. Também conta com o auxílio de 16 caminhões-pipa enviados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A adutora rompida tem 800 milímetros de diâmetro, 20 metros de extensão e 15 metros de altura.

Sem água nas escolas, a prefeitura decidiu adiar o retorno das aulas desta segunda para quarta-feira nas 148 escolas municipais. O calendário escolar não será prejudicado, já que as aulas vão ser repostas, informou a prefeitura. A população também pode buscar água em 21 escolas, onde foram disponibilizados caminhões-pipa.

Obras

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) enfrenta dificuldade para fazer as obras de reparo. Pois o local é de difícil acesso e também porque a chuva não cessa. No sábado, com a chuva intensa, não houve estabilização do solo para a passagem das máquinas.

As equipes fizeram a reposição dos tubos por guindaste de grande porte, que vão içar a estrutura metálica no vão existente após o rompimento. Em sequência, será feita a soldagem das duas extremidades do novo tubo. A previsão é de que o abastecimento seja normalizado nesta terça-feira.

SP: UPAs continuam fechadas mesmo com novas regras

Apesar de construída, Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Guarulhos (SP) permanece fechada

Um mês depois de o governo ter editado as novas regras, as medidas ainda não surtiram efeito na região metropolitana de São Paulo e, além disso, geraram críticas de entidades de classe

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

 

No Estado de São Paulo, 28 unidades de Pronto Atendimento (UPAs) continuam fechadas mesmo após o Ministério da Saúde alterar regras para facilitar a inauguração. Há municípios, como Guarulhos, que estão com duas UPAs praticamente prontas, mas impossibilitadas de atender ao público. Os dados do ministério foram divulgados no início da janeiro.

Apesar de construída, Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Guarulhos (SP) permanece fechada
Apesar de construída, Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Guarulhos (SP) permanece fechada

No início deste ano, a pasta publicou portaria que flexibilizou as exigências para o funcionamento de UPAs. Com as novas regras, cada unidade poderá ser aberta com, no mínimo, um médico por turno. Antes, era exigido o número de dois médicos por período. Caberá ao gestor municipal definir o número de profissionais na equipe.

– É melhor dois (médicos) do que nenhum. O Brasil precisa cair na real. Não temos mais capacidade de contratar pessoal”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros, ao apresentar as novas regras. “É melhor essa UPA funcionando com um médico de dia e um de noite do que ela fechada – completou.

Um mês depois de o governo ter editado as novas regras, as medidas ainda não surtiram efeito na região metropolitana de São Paulo e, além disso, geraram críticas de entidades de classe.

Três dos cinco municípios paulistas que, de acordo com o Ministério da Saúde, estão com UPAs impossibilitadas de ser inauguradas. Guarulhos, Francisco Morato e Embu-Guaçu. Informaram que a alteração das exigências não tem efeito sobre a abertura das unidades. Itapecerica da Serra informou que não tem UPA em construção e Mogi das Cruzes, que as duas UPAs da cidade estão funcionando normalmente.

– Não temos rede de esgoto, rede de água, não tem nada, não tem ventilação, um monte de lugar sem ventilação – diz a secretária de Saúde de Embu-Guaçu, Maria Dalva Amim dos Santos. Segundo a secretária, não dá para funcionar assim. Não é porque não tem médico que não funciona agora, é porque não tem condição de funcionar. Acrescenta a Maria Dalva. “A medida do ministério não facilita em absolutamente nada. É uma precariedade.”

Crise

A unidade foi inaugurada no final da gestão passada, mas não tem condições de funcionar por questões estruturais, reforça a secretária. “Se o ministério vier aqui, não vai me deixar funcionar, porque a obra não está completa, não está finalizada. Não tem nada, não tem equipamento para funcionar.”

Para a Secretaria de Saúde de Guarulhos, onde há duas UPAs prontas, mas sem funcionar, a alteração das regras não agilizou, nem facilitou a inauguração das unidades. “A redução da exigência de médicos nas unidades de Pronto Atendimento (UPAs), de quatro para dois profissionais, autorizada pelo Ministério da Saúde, não contempla a realidade do município neste momento”, diz nota da secretaria.

No entanto, a secretaria admite que a mudança nas regras pode ajudar em um planejamento futuro. “Reconhecemos o grande alcance da medida para uma quantidade enorme de municípios no Brasil. Bem como para aprimorarmos nosso próprio planejamento futuro.”

Até o fechamento da matéria, a prefeitura de Guarulhos não havia esclarecido a razão pela qual as duas UPAs já construídas na cidade não estão funcionando.

Em Francisco Morato, onde o prédio erguido para abrigar uma UPA está degradado e é usado como abrigo por pessoas em situação de rua. A prefeitura informou, em meados de janeiro, que a maior necessidade é conseguir recursos para reforma da unidade.

– A Unidade de Pronto Atendimento 24h (UPA) de Francisco Morato está fechada há mais de quatro anos. Desde o término da obra ela nunca foi aberta. Neste período, o prédio sofreu depredação e se deteriorou. E são necessárias reformas para que possa ser inaugurado. A prefeitura está neste momento elaborando projeto e captando recursos para executar essas obras – diz em nota a prefeitura.

O Ministério da Saúde informou que os 28 municípios de São Paulo receberam recursos para construir as UPAs, mas que as gestões locais não terminaram as obras. A pasta já notificou as cidades. De acordo com o ministério, a alteração das exigências, de dois para um médico por turno, é uma forma de dar mais possibilidades para os gestores locais de inaugurar as UPAs.

Entidades criticam

A Associação Paulista de Medicina (APM) e o Sindicato dos Médicos de São Paulo criticaram a redução das exigências para abertura das UPAs. O presidente da APM, Florisval Meinão. Ressalta uma resolução do Conselho Federal de Medicina, que determina que pacientes em estado grave sejam transferidos, com a presença de um médico, das UPAs para unidades mais adequadamente equipadas.

– E se só tem dois médicos, um em cada turno, um deles já sai dali nessas condições. É um número muito restrito de médicos e é por isso que, quando foram criadas as UPAs. Definiu-se, na sua formatação, que o mínimo seriam quatro médicos. Seria um número considerado realmente mínimo necessário para funcionar dentro dos padrões que se preconiza considerando as peculiaridades das UPAs – afirma Meinão.

– Para o médico, é uma vulnerabilidade; para o paciente, um risco, porque ele vai acreditando que foi aberta (a UPA). E que vai oferecer o mínimo necessário, e não está sendo oferecido. Mexe-se na formatação para pôr em funcionamento algo que vai ser precário e que vai colocar em risco a população – acrescenta.

Segundo o diretor do Sindicato dos Médicos de São Paulo, Gerson Salvador. O número de profissionais que atendem atualmente nas emergências não é suficiente e a permissão de abertura de unidades com menos profissionais deverá fazer com que haja ainda mais filas e conflitos.

Para Salvador, diminuir o número de profissionais terá impacto na piora da qualidade do atendimento e das condições de trabalho dos profissionais médicos.

Usuários

Em uma tarde de janeiro, Beteneide Chagas da Silva, moradora do Jardim Paulista, em Guarulhos, estava em frente ao prédio da UPA que tem o mesmo nome do bairro. Ela questionava uma funcionária da prefeitura, que estava no interior da UPA. Sobre a demora na inauguração do equipamento.

– Como não tem UPA, temos que ir para uma policlínica da prefeitura, longe daqui. Eu já desisti. Fui lá procurar um pediatra – nunca a gente encontra o médico que quer – diz Beteneide. “Se abrisse aqui, mesmo que o atendimento demorasse, é perto de casa, e a gente podia se virar para esperar.”

Em Francisco Morato, Elenita Andrade, que estava com dor no braço, teve de recorrer à Santa Casa para ser atendida. O município fez um convênio com a Santa Casa local para atender a população até a inauguração da UPA. Ainda sem data definida. “Essa é a única opção. Já estou há duas horas esperando. Vim de manhã e desisti porque estava com muita fila.”

A situação era parecida com a de Laudenir Messias, que acompanhava o marido que havia machucado o dedo do pé. “O único jeito para ser atendido é aqui. Já estamos aqui há mais de duas horas. Se tivesse um outro local de atendimento na cidade, dividiria a fila. Mas não tem”, disse.

Governo

O Ministério da Saúde afirmou que as novas regras “foram previamente pactuadas na Comissão Intergestores Tripartite. Com representantes das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde”

Segundo a pasta, “na ocasião, esta foi a melhor saída encontrada por todos. Uma vez que o principal motivo para o não funcionamento das unidades é, sim, a falta de médicos”.

– A flexibilização foi a melhor solução encontrada, em conjunto com os Estados e municípios, para que as UPAs comecem a funcionar. Nos próximos meses, teremos unidades novas atendendo na urgência e emergência – disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros, à época do anúncio.

Corpo da ex-primeira dama Marisa Letícia é velado em SP

A ex-primeira-dama morreu na sexta-feira, aos 66 anos, após ficar dez dias internada no hospital Sírio- Libanês. No último dia 24, ela sofreu um acidente vascular cerebral hemorrágico

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

 

O velório da ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva teve início por volta das 9 horas deste sábado, no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP). Ela foi velada no terceiro andar do edifício, no anfiteatro do sindicato. Inicialmente, apenas familiares e amigos próximos tiveram acesso ao local. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao sindicato às 8h45.

A ex-primeira-dama morreu na sexta-feira, aos 66 anos
A ex-primeira-dama morreu na sexta-feira, aos 66 anos

Em uma fila que se estendeu por aproximadamente um quarteirão na lateral do edifício, populares aguardaram a liberação para poderem se despedir da ex-primeira dama. Um mural foi instalado na entrada do sindicato para que as pessoas registrassem mensagens de pesar pela morte de Marisa Letícia e de apoio ao ex-presidente Lula.

Velório

O velório foi encerrado no inicio da tarde. O corpo da ex-primeira dama foi levado para o crematório do cemitério Jardim da Colina, em cerimônia reservada a família.

A ex-primeira-dama morreu na sexta-feira, aos 66 anos, após ficar dez dias internada no hospital Sírio- Libanês. No último dia 24, ela sofreu um acidente vascular cerebral hemorrágico.

SP: jovens feridos em desmoronamento continuam internados

O desmoronamento ocorreu na quarta-feira, às 16h, durante uma forte chuva, acompanhada de rajadas de vento, que atingiu São Paulo

O desmoronamento ocorreu na quarta-feira, às 16h, durante uma forte chuva, acompanhada de rajadas de vento, que atingiu São Paulo

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

Dos 41 jovens que ficaram feridos sem gravidade durante o desmoronamento de um muro em uma festa na Zona Leste da capital paulista, três continuam internados em observação. Segundo o Hospital Santa Marcelina, onde estão as vítimas, esses três pacientes tiveram ferimentos leves.

O desmoronamento ocorreu na quarta-feira, às 16h, durante uma forte chuva, acompanhada de rajadas de vento, que atingiu São Paulo
O desmoronamento ocorreu na quarta-feira, às 16h, durante uma forte chuva, acompanhada de rajadas de vento, que atingiu São Paulo

O desmoronamento ocorreu na quarta-feira, às 16h, durante uma forte chuva, acompanhada de rajadas de vento, que atingiu São Paulo. A festa foi organizada por estudantes de medicina da Faculdade Santa Marcelina na Chácara Meu Pai, na Rua Menininha Lobo, número 1000, no bairro Itaquera.

Duas das vítimas chegaram a ser levadas pela enxurrada, mas passam bem. O Corpo de Bombeiros informou que atendeu a ocorrência com cinco viaturas e o helicóptero Águia para ajudar no resgate.

Em nota, a Faculdade Santa Marcelina lamentou o acidente e informou que a festa que não foi organizada pela instituição. “A Fasm sinaliza que todos os alunos passam bem e já foram liberados”, diz o comunicado.

Outras ocorrências

De acordo com a Defesa Civil, foram registrados 17 desmoronamentos e deslizamentos de terra. A cidade teve 22 pontos de alagamentos, 13 quedas de árvores em vias públicas, fios energizados e danos em veículos.

O Rio Verde transbordou e inundou casas e comércios na Rua Cunha Porá, no bairro de Itaquera. Em Guaianazes, um deslizamento de terra interditou, após vistoria, uma residência próximo a um barranco. Quatro pessoas estão desalojadas e foram acolhidas na casa de parentes. Na rua Serra das Estrelas, um imóvel desabou e quatro pessoas caíram em um córrego. As vítimas foram resgatadas e socorridas para Pronto Socorro do Hospital M’Boi Mirim.

SP registra três casos e seis mortes de febre amarela

O Estado de São Paulo registrou três pacientes com diagnóstico confirmado para febre amarela

O último balanço da Secretaria Estadual de Saúde cita duas mortes de casos autóctones nos municípios de Batatais e Américo Brasiliense

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

O Estado de São Paulo registrou três pacientes com diagnóstico confirmado para febre amarela, um em Ubatuba, na Baixada Santista, e dois em Diadema, na Grande São Paulo. Além desses casos, seis pessoas morreram por causa da doença nas cidades de Assis, Bauru, Botucatu, São José do Rio Preto, Batatais e Américo Brasiliense.

O Estado de São Paulo registrou três pacientes com diagnóstico confirmado para febre amarela
O Estado de São Paulo registrou três pacientes com diagnóstico confirmado para febre amarela

O último balanço da Secretaria Estadual de Saúde cita duas mortes de casos autóctones nos municípios de Batatais e Américo Brasiliense. Os outros quatro casos de morte são importados. Ou seja, as infecções ocorreram fora do Estado, todos em Minas Gerais.

Os dois pacientes de Diadema, um menino de 11 anos e um homem de 60 anos. Eles contraíram febre amarela em viagem a Minas Gerais. Segundo a prefeitura, os dois pacientes estão curados e receberam alta médica.

Adolescente

Em Ubatuba, um adolescente de 16 anos contraiu a doença ao viajar para Ladainha, Minas Gerais. Ele foi para o município mineiro no dia 2 de janeiro e retornou a Ubatuba no dia 9. Sendo internado dias depois. O adolescente recebeu alta no último dia 20 e passa bem.

A cidade de Ubatuba ainda investiga o caso de um homem de 40 anos, que esteve em Setubinha, Minas Gerais, e não chegou a ficar hospitalizado. Ele aguarda o resultado do exame.

Segundo a prefeitura, o estoque de vacinas nas regiões da Figueira, Sumaré e Taquaral esgotou. A previsão é que o atendimento volte ao normal na próxima semana, com a chegada de nova remessa de 7 mil doses.

Movimentos sociais protestam contra ações da prefeitura em SP

Representantes de movimentos sociais participaram, na manhã desta quarta-feira, de um ato na Praça da Sé, no Centro da capital paulista

Os grupos protestaram nas escadarias da Igreja contra ações que chamaram de “impopulares” e “contra pessoas vulneráveis” do município

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

Representantes de movimentos sociais participaram, na manhã desta quarta-feira, de um ato na Praça da Sé, no Centro da capital paulista, para protestar contra ações promovidas pela prefeitura, que eles consideram “retrocessos em políticas sociais”.

Representantes de movimentos sociais participaram, na manhã desta quarta-feira, de um ato na Praça da Sé, no Centro da capital paulista
Representantes de movimentos sociais participaram, na manhã desta quarta-feira, de um ato na Praça da Sé, no Centro da capital paulista

Com carro de som e camisetas coloridas, os ativistas se posicionaram em frente à Catedral da Sé. Onde o prefeito da cidade, João Doria, participava de missa em comemoração aos 463 da cidade de São Paulo.

Os grupos protestaram nas escadarias da Igreja contra ações que chamaram de “impopulares” e “contra pessoas vulneráveis” do município.

– Viemos para dizer que os movimentos populares estão aqui para passar o recado de que não vamos admitir retrocessos na cidade de São Paulo. Não vamos admitir perseguição contra os trabalhadores ambulantes. Contra a população em situação de rua e contra os dependentes químicos – afirmou o coordenador da Central de Movimentos Populares, Raimundo Bonfim.

De acordo com Bonfim, desde que assumiu. O prefeito Doria vem intensificando ações para a retirada de vendedores ambulantes das ruas, tendo alterado o decreto que regula as ações da Guarda Civil Metropolitana em relação aos moradores de rua.

Programa Cidade Limpa

O coordenador também criticou um dos focos da nova gestão. O Programa Cidade Limpa – que, entre outras ações, vem apagando grafites, murais e pichações feitas nas avenidas da cidade. “É um absurdo querer que a cidade tenha uma única cor. Impedir manifestações artísticas e culturais por uma parte significativa de pessoas”, disse.

Para a coordenadora nacional da Marcha Mundial das Mulheres, Sônia Coelho. O prefeito tem sinalizado retrocessos na área de direitos humanos.

– Está havendo um desmanche na cidade de São Paulo. Um dos primeiros atos dele foi acabar com a Secretaria de Políticas para Mulheres. Com a Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial. Para nós, essas eram conquistas extremamente importantes. Foi a primeira vez que tivemos uma secretaria de políticas para mulheres – destacou.

Rebelião termina com fuga de 200 presos em penitenciária de Bauru

A penitenciária tem capacidade para 1.124 internos, mas estava com 1.427 presos

Um desentendimento entre presos e funcionários da penitenciária começou por volta das 8h30. Colchões chegaram a ser queimados e o Corpo de Bombeiros enviou sete viaturas ao local

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

A rebelião no Instituto Penal Agrícola na cidade de Bauru, interior paulista, resultou na fuga de 200 presos, informou o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Parte dos presos foram recapturados, mas não há informações sobre o número exato dos que continuam foragidos.

A penitenciária tem capacidade para 1.124 internos, mas estava com 1.427 presos
A penitenciária tem capacidade para 1.124 internos, mas estava com 1.427 presos

Um desentendimento entre presos e funcionários da penitenciária começou por volta das 8h30. Colchões chegaram a ser queimados e o Corpo de Bombeiros enviou sete viaturas ao local. Ninguém ficou ferido.

A penitenciária tem capacidade para 1.124 internos. Mas estava com 1.427 presos. O Instituto Penal funciona em regime semi-aberto e está localizada na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, altura do quilômetro 349, na zona rural.

Agentes penitenciários

Atendendo à sugestão e ao pedido de alguns governadores, o Ministério da Justiça e Cidadania criou a Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária. Composta por agentes penitenciários federais e estaduais, o grupo ajudará os estados que solicitarem apoio para enfrentar crises no sistema carcerário.

Responsável pela pasta, o ministro Alexandre de Moraes assinou nesta terça-feira a portaria de criação da força. Cujo efetivo será formado por agentes penitenciários cedidos pelos Estados que aderirem aos acordos e convênios de cooperação.

A portaria será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias, mas, segundo a assessoria do ministério. As tratativas com algumas unidades da federação já estão adiantadas e o grupo deverá estar pronto para atuar em breve.

Integrantes da força-tarefa auxiliarão as forças de segurança das unidades da federação que solicitarem apoio, ajudando a controlar distúrbios, vigiar e custodiar presos, entre outras tarefas.

Na semana passada, quando anunciou a proposta, o ministro Alexandre de Moraes antecipou que o grupo contaria com cerca de cem agentes penitenciários federais ou cedidos pelos estados.

No dia 18 deste mês, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, também anunciou que pelo menos mil homens do Exército, Marinha e Aeronáutica seriam colocados à disposição dos governadores. Que julguem necessário o apoio das Forças Armadas.

Segurança

Para procurar e apreender armas, drogas, aparelhos celulares e outras substâncias e produtos ilícitos nas penitenciárias. As duas medidas foram respostas federais às rebeliões, fugas e mortes de presos registrados em estabelecimentos penitenciários de vários estados desde o começo do ano.

Já o Ministério do Planejamento autorizou  nesta terça-feira a contratação de 386 aprovados. No concurso que o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, realizou em 2015. Para contratar agentes federais de execução penal. São 360 agentes penitenciários federais, 14 técnicos de apoio à assistência penitenciária e 12 especialistas em assistência penitenciária.

Segundo a portaria que autoriza a nomeação dos aprovados, a contratação deve ocorrer a partir de hoje, de acordo com a existência de vagas no sistema e conforme a disponibilidade orçamentária do Depen.