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Exército de Israel abre fogo contra posições do Hamas na Palestina

O Ministério do Interior do Hamas confirmou que o posto foi atingido na região de Al-Fukhari, na Palestina. Fica perto da fronteira com Israel. Os palestinos alegaram que tanques e escavadeiras israelenses já haviam cruzado a fronteira

 

Por Redação, com agências internacionais – da Faixa de Gaza

 

Tanques das Forças de Defesa de Israel atacaram e destruíram, neste domingo, uma posição do Hamas na Faixa de Gaza. O ataque, segundo o governo de Benjamin Netanyahu, ocorreu em resposta ao fogo aberto na Zona Sul, informou a mídia local.

Os tanques de Israel invadiram a Faixa de Gaza, na Palestina, e abriram fogo contra o Hamas
Os tanques de Israel invadiram a Faixa de Gaza, na Palestina, e abriram fogo contra o Hamas

O Ministério do Interior do Hamas confirmou que o posto foi atingido na região de Al-Fukhari. Fica perto da fronteira com Israel. Os palestinos alegaram que tanques e escavadeiras israelenses já haviam cruzado a fronteira. Porta-voz militar israelense disse não poder confirmar a alegação.

Os militantes palestinos em Gaza, liderados pelo movimento islâmico Hamas, e Israel já encararam três guerras desde 2008. A Faixa de Gaza está bloqueada por Israel há uma década, aproximadamente. Segundo a nação israelense, tal atitude é necessária para impedir que Hamas importe armas ou materiais, que poderão ser usados para fabricação das mesmas.

Salto no escuro

Enquanto Israel abria fogo contra os palestinos, em Paris, a conferência em curso com as potências ocidentais parece ser o último ato de uma série de compromissos em favor de um processo de paz baseado na solução de dois Estados. O encontro ocorre antes do salto no desconhecido que representa o futuro governo dos Estados Unidos.

Um mês antes de sua saída da Casa Branca, a administração Obama surpreendeu sobre a questão ao se abster em uma resolução no Conselho de Segurança da ONU condenando os assentamentos israelenses,  para desgosto do presidente eleito Trump, que pediu o veto de Washington.

Alguns dias mais tarde, em um discurso na forma de testamento político, o secretário de Estado americano, John Kerry, que participa da conferência, denunciou novamente a colonização e reiterou os parâmetros de referência para a solução do conflito.