quarta-feira, 19 de junho de 2019 • ANO XVII • N° 6.255

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    Ronaldo Rego

    Muito triste o artigo dessa colunista ressentida. Eis o que disse no início de sua peroração referindo-se aos militares. …”negação da verdade e a criação de uma ficção”. FICÇÃO ? Por acaso o que eles construíram, modernizando o Brasil para sempre é ficção? Algumas “poucas” realizações: a maior usina hidro-elétrica do mundo- Itaipú, a ponte Rio-Niterói, dois sistemas de metro , Rio e São Paulo, expansão da Petrobrás, a Embraer, o BNH, o FGTS, o 13° salário, rodovias cortando o Brasil de leste-oeste, norte-sul, e dezenas de outros empreendimentos que ocupariam uma página. Ao negar fatos “concretos” e inventar “perseguições” aos comunistas, lembro a ela que a maioria dos ideólogos ainda está viva e atuando, nas cátedras agora, como naquele período. Portanto, nem vale a pena perder tempo refutando as tolices ditas por uma esquerdista derrotada, uma tristonha intelectual das esquerdas. De que serve seu intelectualismo, se para ela não existe o contraditório, nem a dialéctica tão amada pelos comunas. A maioria silenciosa se pronunciou a favor de Trump, a mesma maioria se pronunciou contra Lula. São fatos “concretos”, não é mesmo? Seria de bom alvitre reconhecer que o mundo está mais conservador, apesar da gritaria dos jovens amantes de drogas, que a imprensa sensacionalista adora propagar. O mundo mudou e vai mudar mais ainda, graças a Deus.

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