Regina do Prosasen se livra da demissão e é apenas suspensa

O presidente da Comissão de Ética do Senado, Edison Lobão, preferiu apenas suspender a servidora Regina Peres Borges por 90 dias, junto com os outros servidores que ajudaram os ex-senadores Antonio Carlos Magalhães e José Arruda a fraudar o painél do Senado.
Sem unidade na Mesa Diretora, Lobão decidiu chamar os líderes para tratar do assunto e dividir com os pares a decisão de mantê-la nos quadros da Casa.

Como presidente interino, o senador maranhense, com planos de virar governador do seu estado, não quer passar a idéia de que aliviou a situação de funcionários que descumpriram a legislação, mas também não quer sair com fama de “carrasco”.

Aruanã – Delta de duas culturas

Quem chega pela primeira vez à pequena cidade a mais de 300 quilômetros de Goiânia, às margens do delta dos rios Araguaia e Vermelho, deixa para trás todas as descrições encontradas nos velhos livros de geografia para encarar uma realidade que mistura o êxtase que apenas o pôr do sol sobre aquele espelho d’água é capaz de brindar a alma, com a certeza sombria de que no Brasil não há mais espaço para a cultura indígena. A miscigenação e a cachaça, os espelhos e as roupas levaram para sempre a inocência daquela tribo de Karajás que teima em permanecer em pleno território conquistado por brancos, hoje nem tão brancos assim. Assemelham-se, nativos e colonizadores, ao encontro das águas caudalosas alguns quilômetros acima, onde o Rio Vermelho, de águas verdes, começa a se misturar às águas escuras do Rio Araguaia para formar um dos maiores mananciais do Brasil.
Carros estacionados na praça central do vilarejo – em plena temporada – quando as praias surgem do nada às margens do rio, variam entre o sertanejo e o funk, em uma mistura alucinada de sons a todo volume. É o primeiro sinal de que a civilização chegou, no embalo de Chitãozinho e Chororó ou no embalo do tigrão e das tchutchucas. Raul Karajás, 45, cacique da tribo, situada a alguns metros daquela confusão, encara com a calma que os deuses das águas lhe concederam aquele tormento sonoro, para dizer que a democracia chegou às malocas, pelas mãos da Funai (Fundação Nacional do Índio), dos padres, pastores evangélicos e toda sorte de brancos preocupados, em tese, com o bem-estar de quem já vivia nestas terras desde tempos imemoriais.
– Não sou mais o cacique – explica Raul.
– Agora índio vota e aqui escolheram um karajás mais novo. Mas não tem problema, a gente vive conforme pode – reflete, entre uma e outra abanada de mãos para afugentar os mosquitos “pólvora” que chegam para infernizar a vida de qualquer um no fim do dia.
Na soleira da varanda de uma casa de tijolo, coberta de piaçava, Raul e a mulher dele, juntos com os quatro filhos, são apenas seis dos 74 remanescentes de uma tribo que, em 1940 reunia mais de 600 índios naquele local. “Foram morrendo aos poucos”, diz com um sorriso sem-graça, como se a culpa por tantas mortes fosse realmente de quem morreu.
(Continua amanhã)

Escolas da Paraíba deixam de receber R$ 2,1 mi

Setenta e sete municípios paraibanos deixaram de receber R$ 2,1 milhões este ano, porque ainda não fizeram o cadastramento no Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Outras escolas da rede municipal de cerca de 60 cidades do Estado receberam os recursos federais nos anos de 1999 e 2000, mas não prestaram contas e podem ser excluídos do programa, que é executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

O subgerente do PDDE, Adalberto Domingues, revelou que os técnicos do FNDE, no momento, estão analisando as prestações de contas já enviadas e, tão logo concluam esse trabalho, vão cobrar das escolas os balancetes em atraso. “Quem não se regularizar, poderá sofrer penalidades civis e criminais”, afirmou, sem entrar em mais detalhes sobre essas possíveis punições.

As 77 prefeituras que ainda não fizeram o cadastramento no PDDE, a exemplo de Campina Grande e Guarabira, têm 1.414 escolas e 140.173 alunos do ensino fundamental, de acordo com dados levantados pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), através do Censo Escolar. Campina Grande é o município que vai perder mais recursos: R$ 434.700,00. Em seguida vem Guarabira (R$ 76.800,00) e Araçagi (R$ 63.600,00). A cidade paraibana que receberia menos recursos é Parari (R$ 600,00), que tem uma escola, com 43 alunos.

Segundo Alberto Domingues, para que os municípios façam o cadastramento, é preciso que eles remetam ao MEC os dados pessoais (identidade, CPF) do prefeito e do presidente do conselho escolar, que vai aplicar os recursos federais; e o registro da Prefeitura e escola junto à Receita Federal.

Conselho administra recursos
O dinheiro que vai direto para a escola deve ser utilizados para: a aquisição de material permanente; manutenção, conservação e pequenos reparos da unidade escolar; aquisição de material de consumo necessário ao funcionamento da escola; capacitação e aperfeiçoamento de profissionais da educação; avaliação de aprendizagem; implementação de projeto pedagógico; e desenvolvimento de atividades educacionais.

Os recursos do PDDE são destinados a escolas estaduais e municipais, do ensino fundamental, que tenham mais de 20 alunos matriculados. O dinheiro é enviado diretamente para a escola e deve ser administrado por um conselho escolar, que é formado por representantes da direção da escola, professores, alunos e pais de alunos.

Os conselhos escolares, também chamados de unidades executoras, devem encaminhar a prestação de contas, dos recursos que lhes foram transferidos diretamente, às prefeituras municipais ou secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal. Já as prefeituras e Secretarias Estaduais de Educação devem: analisar as prestações de contas recebidas das unidades executoras de suas escolas; prestar contas, ao FNDE, dos recursos recebidos para atendimento às escolas que não possuam conselho escolar próprio; consolidar e emitir parecer conclusivo sobre as prestações de contas recebidas das unidades de suas escolas, para o FNDE, até o dia 28 de fevereiro do ano subseqüente ao repasse.

RSF protesta contra apreensão de jornal no Sul do Brasil

Em uma carta enviada ao Ministro da Justiça José Gregori, Repórteres Sem Fronteiras protestou contra a apreensão dos exemplares de 22 de julho do jornal Tribuna Popular de São Lourenço,RS. Apesar de não entrar no mérito da questão judicial, RSF pediu ao ministro que tome providências para que medidas desse tipo não sejam mais aplicadas. “Esta sanção é desproporcional em relação ao prejuízo que possa ter causado; além disso, a mesma constitui uma violação do direito de liberdade de imprensa”, declarou Robert Ménard, secretário geral de RSF.

Segundo as informações obtidas por RSF, a juíza Ana Paula Braga Alencastro concedeu liminar à Ação Inominada de Busca e Apreensão movida pelo prefeito Dari Pagel, o que resultou na apreensão de todos os exemplares do dia 22 de julho do jornal Tribuna Popular. Em seu despacho, a magistrada cita ter o demandante alegado que a notícia veiculada teve “a intenção de constranger e ofender sua moral”.

Em sua edição de 22 de julho, o Tribuna Populal fez referência ao fato de Dari Pagel haver sido denunciado, juntamente com outras cinco pessoas, por Impropidade Administrativa devido a uma ocorrência entre os anos de 1997/98 no Fundo de Previdência e Saùde dos Municípios em um artigo entitulado “Prefeito Dari é réu e pode ser cassado”. Para justificar a liminar, a juíza argumentou que “o espaço jornalístico não deve ser utilizado afim de manipular a opiniáo publica e denegrir a imagem de determinada pessoa pública”.

Outros jornais gaùchos como o Diário Popular, o Diário da Manhã e o Zero Hora publicaram as mesmas informações em suas respectivas ediçóes de 22, 23 e 24 de julho e nem por isso foram apreedidos. Todavia, algumas testemunhas afirmam ter visto pessoas ligadas ao prefeito, entre elas alguns funcionário públicos, tentar comprar todos os exemplares disponíveis desses jornais.

Prefeitura do Rio contrata agentes comunitários

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente realiza hoje, no teatro Carlos Gomes, das 15h 30m às 17h, a cerimônia de abertura do curso de mil Agentes Jovens.
O objetivo deste projeto é promover ações educativas junto aos adolescentes, transformando-os em multiplicadores e orientadores em escolas e comunidades quanto à proteção ambiental e uso adequado de áreas públicas. Os agentes jovens proporcionarão maior conscientização comunitária sobre a questão sócioambiental, além de representar uma oportunidade de complementação de renda e suporte à escolarização de jovens incluídos na chamada ‘faixa de risco’.
Os agentes receberão uma bolsa no valor de R$ 65,00 mensais e acompanhamento do rendimento escolar. Estes 1000 adolescentes, na faixa de 15 e 17 anos formarão 40 grupos de 25 jovens e contarão com um orientador que será responsável também pelas atividades educativas relativas ao projeto a serem desenvolvidas com o grupo.

Jornalistas do Rio elegem nova diretoria para o triênio 2001/2003

Roteiro das Urnas
Para votar, é preciso ser sindicalizado e estar em dia (até 30/06/2001). A votação para a Comissão de Ética é nominal e os cinco mais votados integrarão a Comissão. Quem quiser colocar em dia a mensalidade para votar, poderá fazê-lo via cobrador ou na sede do Sindicato.

Fixas: Os três dias de votação no mesmo local e horário (das 10h às 22h)
Urna 1, no auditório do Sindicato;
Urna 2, no 7º andar da ABI;
Urna 3, na TV Globo;
Urna 4, no saguão dos elevadores do 6º andar, Jornal do Brasil;
Urna 5, no corredor do 2º andar de O Dia;
Urna 6, no estacionamento do O Globo/ Extra/Valor .
Itinerantes: Urnas 7, 8, 9 e 10 (os dias e horários variam; início 10h e término 22h)

Dia 31/07
Manhã: Tribuna da Imprensa, TVE, Folha Dirigida, Jornal dos Sports, Jornal do Commercio, Rádio Tupy, O Povo, Gazeta Mercantil, Prefeitura do Rio, Globosat, Palácio Guanabara
Tarde: FSB, Editora Abril, Petrobrás, BNDES, Radiobrás, Embratel, TV Bandeirantes, Prefeitura do Rio, Editora Globo; sucursal da Folha de S. Paulo
Noite: Rádio MEC, Monitor Mercantil, TV Record, CNT, SBT

Dia 1/ 08

Manhã: Sistema Globo de Rádio, In Press, Banerjão, Petrobrás, BNDES, TV Record, TV Bandeirante
Tarde: Tribuna da Imprensa, TVE, Folha Dirigida, Jornal dos Sports, Jornal do Commercio, Rádio Tupy, Gazeta Mercantil, Prefeitura do Rio, Globosat, Palácio Guanabara; Alerj
Noite: TV Bandeirante, Rede TV, Revista IstoÉ

Dia 2/08

Manhã: O Povo, Rádio MEC, Embratel, CNT, SBT, TV Bandeirantes, CEG,
Tarde: Sistema Globo de Rádio, Publicom, O Lance!, TV Record, Rede TV!, Banerjão, Câmara Municipal, sucursal da Folha de S. Paulo
Noite: Tribuna da Imprensa, TVE, Folha Dirigida, Jornal dos Sports, Jornal do Commercio, Gazeta Mercantil, Globosat

Obs: as urnas itinerantes poderão ter seus horários e itinerários modificados.

Mercado livre sem fiscalização não é solução para o Brasil

No setor brasileiro de tecnologia da informação e telecomunicações gosta-se muito de falar em liberdade de concorrência, dentro de um mercado com liberdade de atuação para as empresas poderem oferecer os melhores serviços com custos acessíveis para o usuário final/consumidor. Mas, normalmente, se esquece de um fator fundamental para que este preceito da economia liberal clássica funcione sem que haja prejuízo a um dos agentes mais importantes do processo econômico sem o qual toda a teoria de mercado deixa de fazer sentido: o cliente ou aquele que consome produtos e serviços de tecnologia e telecomunicações e consequentemente paga por isso.
Esse fator é a fiscalização – que deveria ser exercida por um organismo regulador – capaz de assegurar que as regras estabelecidas são justas para todos (não só para as empresas) e que estas sendo obedecidas. No caso brasileiro, o responsável por este papel é a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, a qual se atribui a árdua tarefa de regular o mercado das operadoras de telecomunicações e de serviços especializados (os famosos ISPs – Internet Service Providers) como o fornecimento de acesso Internet, seus preços e a qualidade com que atuam no País.
Este último item, ao que tudo indica, tem sido o calcanhar de Aquiles da agência (eficiente na área de operadoras de telecomunicações), que não tem conseguido fiscalizar o mercado de provedores Internet como deveria fazer. O resultado é que os provedores continuam fazendo o que bem entendem, prestando serviços de qualidade duvidosa por preços que, no final das contas, não justificam a contratação dos mesmos.
Mas, o que é pior, tem deixado os provedores livres para simplesmente tratarem seus usuários da pior maneira possível. Um bom exemplo disso é a famosa situação do acesso instável, onde os provedores não conseguem manter a qualidade do acesso Internet para seus usuários e quando estes reclamam topam com um serviço de suporte que parte para dois procedimentos: tentam convencer o usuário de que este é um idiota completa e, portanto, a culpa é sempre dele ou simplesmente negam o problema até a morte.
E, quando finalmente o usuário consegue convencer o suporte do provedor de que ele não é um idiota e que o problema existe e é culpa do ISP, o fornecedor do serviço ainda demora uma eternidade para resolver o problema, não se desculpa com o usuário (que está pagando por isso) como deveria ser feito se isso acontecesse em outro país que não aqui e simplesmente não faz o desconto do tempo que o usuário simplesmente não conseguiu usar o serviço pelo qual pagou.
E isso se o pobre mortal usuário conseguir falar com o suporte, o que muitas vezes é uma missão praticamente impossível, como acontece com provedores como o Openlink (que mudou de dono e o serviço despencou de qualidade), o Ajato e Virtua (os famosos provedores de banda larga da TVA e da Net), Terra, UOL e ISMNet, só para citar alguns.
Ora, dirão alguns iluminados: porque não reclamar com a Anatel? Eu respondo: se isso fosse possível para nós mortais seria incrível. Isso, entretanto, não acontece. Ao que tudo indica, a Anatel nasceu com vícios de origem da burocracia brasileira: ou seja, só os poderosos, os enfronhados no sistema ou os que podem dar algum tipo de carteirada conseguem fazer reclamações ao organismo e (pasmem!) conseguir respostas da agência.
Resumindo: mercado livre pode ser um discurso muito legal para mostrar o quanto o Brasil avançou e se integrou a um contexto de economia globalizada, mas sem fiscalização e ação voltada em favor do usuário final e mortal (que é quem paga as contas e é fundamental para fazer funcionar a clássica lei da oferta e procura), a teoria definitivamente não vai funcionar!

Rápidas

Rápidas
SHC TELEMÁTICA FAZ ACORDO COM A PHILIPS PARA
USO DE TECNOLOGIA DE RECONHECIMENTO DE VOZ

A SHC – desenvolvedora da plataforma de mensagem unificada ‘Total Messaging’, a qual permite acesso de forma centralizada a e-mail, fax, correio de voz e

Frio e promoções dobram as vendas em Santa Catarina

O frio intenso provocou uma corrida às lojas de confecções e calçados em todo o Estado.

O clima de otimismo é geral no comércio. Depois de semanas de calor intenso e fraco movimento, os consumidores voltaram a comprar roupas pesadas. Tudo graças à queda nos termômetros, associada às promoções que foram antecipadas este ano.

No Beiramar Shopping, em Florianópolis, o incremento nas vendas foi considerado surpreendente. A gerente de marketing, Suzana de Souza Silveira, explica que o frio foi determinante para a recuperação do movimento.

Suzana destaca, no entanto, que a decisão dos lojistas de antecipar as liquidações – que chegam a 50% do preço – também foi responsável pela atração dos consumidores.

A grande vantagem para o consumidor é que este ano ele vai poder usar as roupas da liquidação ainda durante o Inverno, o que não acontecia nos outros anos. O mais comum era as pessoas comprarem as roupas e só usarem no ano seguinte.

Suzana acredita que parte do incremento das vendas se deva também às férias, que leva um número maior de pessoas ao shopping, inclusive turistas. “Vamos fechar este Inverno com vendas 15% maiores do que as registradas no ano passado”, diz.

No Shopping Entrelaços, em Florianópolis, houve uma “reação violenta” em vendas, como definiu o secretário da Associação dos Lojistas do Entrelaços, Milton Döll. Ele calcula que a demanda cresceu em torno de 60% nos últimos dias. Milton afirma que o frio foi determinante para esta mudança. “Como os artigos de Inverno têm um valor mais elevado, as pessoas realmente só compram quando estão precisando”, diz.

No Shopping Itaguaçu, em São José, a procura por roupas de Inverno dobrou. O presidente da Associação dos Lojistas, Paulo Augusto Milani, acredita que se o frio persistir durante o mês da agosto, os lojistas vão conseguir desencalhar o estoque.

Os lojistas do shopping Itaguaçu também apostaram nas promoções para atrair clientes. Mas a grande “queima”acontecerá na liquidação geral que está sendo programada para logo após o Dia dos Pais”, explica Milani.

Em Blumenau, o Shopping Newmarket também registrou incremento nas vendas com a chegada do frio. O presidente da associação dos lojistas, Raul Kegel, explica que os empresários já haviam iniciado as liquidações. “Os produtos estão entre 30% e 50% mais baratos”, afirma.

Barrichello chega em segundo lugar na Alemanha

O irmão de Michael Schumacher, Ralf, da Williams, conquistou com folga o GP da Alemanha, em Hockenheim. O brasileiro Rubinho Barrichello, da Ferrari, chegou em segundo, e o canadense Jacques Villeneuve, da BAR foi o terceiro.

O alemão Michael Schumacher, da Ferrari; o finlandês Mika Hakkinen e o escocês David Coulthard, da McLaren e o colombiano Juan Pablo Montoya, da Williams abandonaram com problemas nos carros.

Enrique Bernoldi, da Arrows, foi o outro brasileiro a terminar a prova, em décimo lugar. Ricardo Zonta, da Jordan; Luciano Burti, da Prost e Tarso Marques, da Minardi, também pararam.

Schumacher continua na liderança do campeonato com 84 pontos, na frente de Coulthard, que tem 47. Ralf agora está em terceiro com 41 e Rubinho, em quarto com 40. Faltam cinco provas para o final e a próxima será na Hungria, dia 19 de agosto.

Powell diz que China quer fortalecer relações com EUA

O secretário de Estado norte-americano, Collin Powel, ao regressar de sua visita à China, disse ontem ao desembarcar em Sidney, na Austrália, que aquele país está ansioso por fortalecer as suas relações com os EUA e manter no mínimo as tensões sobre Formosa. Powell afirmou também que se busca evitar a repetição do incidente com a aeronave espiã capturada pelo governo de Pequim em início de abril deste ano.
Ao desembarcar na capital australiana, após conversas com os líderes chineses em Pequim, diz Powell que a China voltou atrás em suas táticas agressivas de perseguição que levaram àquela colisão, em pleno ar, há quatro meses, na costa chinesa. O incidente tensionou gravemente as relações dos Estados Unidos com a China durante meses.
A postura conciliatória da China, diz Powell, reflete por parte daqueles governantes a importância de restabelecer os laços entre as duas nações, principalmente por causa da questão comercial.