Chuva deixa SP em estado de atenção para alagamentos

A previsão do tempo para os próximos dias é de mais chuva, com a frente fria que se afasta do litoral paulista, mas produz ventos úmidos

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

A chuva deixou nesta segunda-feira toda a cidade de São Paulo em estado de atenção para alagamentos, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). Os motoristas devem ficar atentos aos alagamentos nas marginais Tietê e Pinheiros.

A chuva deixou nesta segunda-feira toda a cidade de São Paulo em estado de atenção para alagamentos
A chuva deixou nesta segunda-feira toda a cidade de São Paulo em estado de atenção para alagamentos

Áreas de instabilidade na Grande São Paulo avançam sobre a cidade com deslocamento lento. A chuva é moderada nas regiões do Centro, Tremembé, Perus e Jaraguá (Zona Norte). Nas regiões da Vila Leopoldina, Lapa, Rio Pequeno e Butantã (zona oeste). Chuvas mais intensas caem nas regiões de Cangaíba, Ermelino Matarazzo e São Miguel Paulista (zona leste).

As temperaturas oscilam em torno dos 27°C em São Paulo. O aeroporto de Congonhas funcionou normalmente. Apresentando quatro voos atrasados entre meio-dia e 13h, além de quatro voos cancelados desde a sua abertura nesta manhã.

Aeroporto

O aeroporto de Guarulhos também operou normalmente, com dois voos em atraso e nenhum cancelado.

A previsão do tempo para os próximos dias é de mais chuva, com a frente fria que se afasta do litoral paulista, mas produz ventos úmidos que passam a soprar do oceano. A terça-feira terá tempo nublado, chuvas isoladas e garoa, principalmente no início e no fim do dia. Os termômetros devem variar entre 19°C e 26°C.

Chuva causa alagamentos em São Paulo

No município de São Paulo, os Bombeiros atenderam 34 chamadas de ocorrências relacionadas à chuva, como pessoas ilhadas

Por Redação, com ABr – de São Paulo:

Uma mulher morreu afogada em Guarulhos, na Grande São Paulo, após seu carro ser arrastado pela enchente e cair no Córrego Taboão na noite de domingo. Após buscas, o Corpo de Bombeiros encontrou o veículo com o corpo da vítima às 4h30 desta segunda-feira.

O Centro de Gerenciamento de Emergências registrou seis pontos de alagamento intransitáveis
O Centro de Gerenciamento de Emergências registrou seis pontos de alagamento intransitáveis

Em Guarulhos, o Córrego Taboão transbordou e atingiu vários bairros, principalmente o Jardim Santa Emília. A capital paulista registrou o transbordamento do Córrego Paciência, Zona Norte, às 23h, do Córrego Tremembé, Zona Norte, à meia-noite; e do Córrego Franquinho, Zona Leste, à meia-noite e meia.

No município de São Paulo, os Bombeiros atenderam 34 chamadas de ocorrências relacionadas à chuva, como pessoas ilhadas. O Centro de Gerenciamento de Emergências registrou seis pontos de alagamento intransitáveis.

A cidade de Francisco Morato teve, às 22h30, chuva de forte intensidade e curta duração, que alagou o centro e os bairros Cento e Vinte, Jardim Silvia e Jardim Alegria, segundo a Defesa Civil. Houve deslizamento de terra na Rua Moacir Flex, onde os Bombeiros resgataram quatro moradores, que ficaram presos dentro de casa. O imóvel foi interditado e a família está em casa de parentes.

Em Itapevi, a enxurrada provocou erosão do solo às 19h30, na Chácara Vitápolis, que atingiu um veículo e uma casa abaixo do nível da rua. Os quatro moradores foram alojados na casa de parentes.

Interior do Estado

Na região de Campinas, a cidade de Cabreúva, registrou forte chuva às 21h, que alagou ruas e 10 residências. Segundo a Defesa Civil, 45 pessoas tiveram de deixar suas casas. Na cidade de Jaú, 10 casas ficaram alagadas e pessoas ficaram ilhadas. A Defesa Civil interditou três casas no bairro Chácara Flora, pois sofreram avarias na estrutura. As famílias foram para casas de parentes.

Neve e alagamentos causam centenas de acidentes nos EUA

As autoridades dos Estados da Carolina do Norte, da Geórgia e da Carolina do Sul alertaram a população a ficar em casa a fim de evitar acidentes nas rodovias

A neve e os alagamentos decorrentes do derretimento do gelo vêm provocando centenas de colisões de veículos

Por Redação, com ABr – de Nova York:

 

As autoridades dos Estados da Carolina do Norte, da Geórgia e da Carolina do Sul alertaram a população a ficar em casa a fim de evitar acidentes nas rodovias. Desde sábado, a neve e os alagamentos decorrentes do derretimento do gelo vêm provocando centenas de colisões de veículos. Só na Carolina do Norte houve 250 acidentes envolvendo veículos nesse sábado. Milhares de casas ficaram sem energia.

As autoridades dos Estados da Carolina do Norte, da Geórgia e da Carolina do Sul alertaram a população a ficar em casa a fim de evitar acidentes nas rodovias
As autoridades dos Estados da Carolina do Norte, da Geórgia e da Carolina do Sul alertaram a população a ficar em casa a fim de evitar acidentes nas rodovias

Os serviços de meteorologia preveem para este domingo a ocorrência de tempestades de neve nos Estados da Virgínia, Maine, New Hampshire, Vermont, Massachusetts, Rhode Island, Connecticut, Nova York, Nova Jersey e Pensilvânia.

Cuidados

De acordo com os meteorologistas, os motoristas devem redobrar os cuidados. O governador da Carolina do Norte, Roy Cooper, disse: “O meu conselho é que ninguém deve sair de casa. Não saia, não dirija, a menos que seja absolutamente necessário”.

A queda de neve ocorrida ontem e hoje, segundo os técnicos de meteorologia, está entre 20 e 25 centímetros nos estados da Vírginia, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Geórgia. O Aeroporto Internacional de Atlanta, capital da Geórgia, suspendeu centenas de voos.

Chuvas causam alagamentos e tumultuam trânsito no Rio

O trânsito ficou difícil em vários pontos e há congestionamentos

Ainda segundo a Defesa Civil Municipal, de 4h30 às 7h30 desta manhã, choveu cerca de 50 milímetros no município. A previsão é de continuidade de chuva forte na cidade

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

As fortes chuvas que atingiram nesta quarta-feira a região metropolitana do Rio de Janeiro provocaram alagamentos em vários pontos. Em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, o rio Pavuna ficou com um nível alto e, de acordo com a Defesa Civil, há a possibilidade de transbordamento nas próximas horas. O trânsito ficou difícil em vários pontos e houve congestionamentos.

O trânsito ficou difícil em vários pontos e há congestionamentos
O trânsito ficou difícil em vários pontos e há congestionamentos

Ainda segundo a Defesa Civil Municipal, de 4h30 às 7h30 desta manhã, choveu cerca de 50 milímetros no município. A previsão é de continuidade de chuva forte na cidade.

Em Duque de Caxias, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) está em alerta para o possível transbordamento do rio Saracuruna. Na cidade do Rio de Janeiro, várias vias registraram bolsões de água. Inclusive a Avenida Brasil, principal via de ligação entre as Zonas Oeste, Norte e Centro.

O Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro informou que a cidade entrou em estágio de atenção às 18h30 na segunda-feira. Devido a núcleos de chuva moderada a forte que atuaram sobre o município e provocaram pancadas em todo a cidade, na região metropolitana. Também na Baixada Fluminense.

Nos estágios de atenção e crise, de acordo com a prefeitura, os habitantes das áreas de risco devem se deslocar imediatamente para locais seguros. Os moradores de áreas de encostas devem ficar atentos para indícios de ameaça de deslizamentos. Quem estiver em área segura deve permanecer nestes locais até o cancelamento do alerta.

A prefeitura recomenda também que as vias urbanas que atravessam os maciços montanhosos da cidade. As áreas inundáveis sejam evitadas. Bem como transitar em áreas alagadas e próximas a córregos, canais e rios sujeitos a transbordamentos.

Em casos de ventos fortes e chuvas com descargas elétricas. A recomendação é evitar ficar próximo a árvores, redes de distribuição de energia elétrica ou em áreas descampadas.

Transtorno

A Defesa Civil municipal recomenda que as pessoas que estejam em locais seguros evitem seguir para casa. O melhor é aguardar que a chuva diminua de intensidade. Os ônibus urbanos e intermunicipais atrasaram no terminais rodoviários. Devido à demora para chegar ao destino. Ainda choveu forte em várias regiões do Rio. Várias ruas e avenidas ficaram completamente intransitáveis.

A chuva atingiu principalmente as Baías de Guanabara e Sepetiba, a Barra da Tijuca e Jacarepaguá, na Zona Oeste e a Zona Sul, no outro extremo da cidade. A Avenida Brasil, principal ligação dos bairros do Centro com as Zonas Norte e Oeste da cidade, ficou com vários trechos alagados.

Em frente a Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, houve duas faixas de tráfego interditadas, devido a bolsões d’água. Os motoristas que trafegaram pela Avenida Brasil ficaram presos em alagamentos na região de Irajá e Vila Militar.

Os motoristas que seguiram para a Zona Norte, seguindo pela Praça da Bandeira e Maracanã,  trafegaram com dificuldade. Devido a grande quantidade de chuva. A Rua 24 de Maio, acesso ao bairro do Méier, ficou alagada em vários trechos.

Chuva provoca desabamento e queda de árvores no Rio

Quatro árvores caíram por causa da forte chuva, sendo uma na Zona Sul
Quatro árvores caíram por causa da forte chuva, sendo uma na Zona Sul
Quatro árvores caíram por causa da forte chuva, sendo uma na Zona Sul

Uma chuva forte atingiu a cidade do Rio de Janeiro na noite deste domingo, provocando queda de árvores, alagamentos e pelo menos um desabamento de casa. As sirenes de alerta de deslizamentos de terra chegaram a soar em 11 comunidades, segundo balanço da prefeitura da cidade.

Foram registrados 52 pontos de acúmulo de água nas ruas. Na manhã desta segunda-feira, a água da chuva ainda alagou uma das pistas da Avenida Presidente Vargas, a principal via do Centro. Também no Centro, a fachada de uma casa desabou na Travessa do Liceu, próximo à Rua Acre.

Quatro árvores caíram por causa da forte chuva, sendo uma na Zona Sul, duas na Barra da Tijuca e uma na Zona Norte. A prefeitura não informa se houve feridos.

Chuvas deixam municípios em situação de emergência no Amazonas

Chuvas
Dez toneladas de cal serão jogadas para a diminuição do odor, proliferação de mosquitos e doenças

Balanço da Defesa Civil do Amazonas divulgado nesta terça-feira indica que o estado já contabiliza 50 municípios em situação de emergência e três em situação de calamidade pública – Barreirinha, Careiro da Várzea e Anamã. Ao todo, 77.661 famílias foram afetadas pelas chuvas na região.

O órgão informou que, entre as cidades atingidas, 36 já receberam algum tipo de ajuda humanitária como cestas básicas, kits de higiene pessoal, de limpeza, de medicamentos e kits dormitório, totalizando mais de 130 toneladas.

Na capital, Manaus, a Defesa Civil informou que as ações incluem a limpeza dos igarapés, a retirada de lixo de áreas alagadas e a construção de passarelas e de pontes de acesso.

Foram instalados também três equipamentos para bombear águas represadas e poluídas provenientes do esgoto doméstico e comercial do centro da cidade. Outra medida inclui o lançamento de 10 toneladas de cal (óxido de cálcio) na água represada para a diminuir o odor, a proliferação de mosquitos e doenças.

Mais de 28 mil são prejudicados pelas chuvas no PR

As chuvas atingem o Paraná desde o fim da semana passada

Mais de 28 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas que atingem o Paraná desde a semana passada. Segundo a  Defesa Civil do Estado, dez cidades da região Oeste, Sudoeste e Centro-Sul somam os prejuízos. Os moradores sofreram com a falta de energia elétrica, algumas tiveram que deixar temporariamente as casas por causa de alagamentos e enxurradas. O serviço de abastecimento de energia já está reestabelecido.

Cerca de 180 pessoas ainda estão fora de casa, segundo o boletim da Defesa Civil atualizado na manhã desta terça-feia. Em Marmeleiro e Imbituva, 16 estão em abrigos.

As enxurradas deixaram 320 casas danificadas e 1.680 pessoas foram prejudicadas em Santo Antônio do Sudoeste. No município de Francisco Beltrão, 110 famílias tiveram estragos nas residências e ao todo 600 pessoas foram afetadas. Em Cascavel, o número de moradores prejudicados chega a 15 mil. A previsão é de que a chuva continue em todas as regiões do Paraná.

Nordeste deverá ter mais chuva no fim de semana

Pernambuco foi o Estado mais atingido pelas chuvas desta semana

Já são 42 cidades em situação de emergência por conta das fortes chuvas que atingem quatro Estados do Nordeste. Nesta quinta-feira, 12 municípios da Paraíba, dois de Pernambuco e um do Rio Grande do Norte publicaram decreto. Além dessas cidades, outras 14 já haviam decretado a situação nos meses de março e abril na região, totalizando 56 cidades em emergência.

Em Pernambuco, Estado mais atingido, 222.454 pessoas foram afetadas. As famílias desabrigadas e desalojadas somam 11.825 e o número de cidades prejudicadas subiu para 51. Já são 18 em situação de emergência no Estado.

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê chuva forte para a Região Nordeste no fim de semana.

Para sábado, a previsão do Inmet é que haja pancadas de chuva e trovoada no Norte do Maranhão. No domingo, predomina o tempo nublado em Pernambuco, Alagoas, Sergipe e na Bahia, também na parte centro-leste e nordeste do Estado. Poderá ocorrer chuvas no Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, em pontos isolados no norte do Maranhão e centro-norte do Piauí.

O Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), também prevê chuva para a região.

O Ministério da Integração Nacional anunciou a liberação de recursos para distribuição de cesta básica e assistência humanitária nas cidades nordestinas atingidas pelas chuvas durante a semana.

A Bacia do Rio Una, em Pernambuco, vai ganhar mais cinco barragens para controlar a sua vazão e diminuir as enchentes na região. A construção das barragens foi decidida nesta quinta-feira, em conversa telefônica da presidenta da República, Dilma Rousseff, com o governador Eduardo Campos.

As duas primeiras barragens deverão ser concluídas até maio de 2012 e as demais até o fim de 2013. De acordo com Eduardo Campos, as barragens serão construídas nos municípios de Cupira, Lagoa dos Gatos, Serro Azul, Igarapeba e Barra do Gabiraba.

Um investimento de R$ 650 milhões para as obras e desapropriações será dividido igualmente entre a União e o governo estadual, informou o Palácio do Planalto.

Chuva: 45 cidades estão inundadas em Pernambuco

Quase 4 mil famílias estão desabrigadas e outras 7 mil desalojadas em Pernambuco

Quase 4 mil famílias estão desabrigadas e outras 7 mil desalojadas. Doze municípios decretaram situação de emergência. A estimativa é de 74.783 pessoas afetadas pelas águas. Quarenta e cinco cidades estão inundadas.

Nesta quarta-feira, a Defesa Civil local confirmou a segunda morte no Estado causada pela chuva. O Corpo de Bombeiros do Estado começa a receber, nesta quinta-feira, doações para a população atingida pelas chuvas.

Menos de um ano depois de enfrentar enxurradas que deixaram 26 mil desabrigados e 20 mortos, a zona da Mata pernambucana voltou a conviver com inundações e medo. O transbordamento das águas dos rios que cortam a região – Una, Capibaribe, Pirangí e Mundaú – atingiu municípios.

Na capital, Recife, a queda de barreiras e os alagamentos deixaram mais de 600 famílias desabrigadas.

O Ministério da Integração Nacional autorizou a liberação de R$ 18,7 milhões para o socorro e a assistência às vítimas das chuvas em Pernambuco. A portaria foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.

Moradores protestam contra alagamentos na Praça da Bandeira

Comerciantes e moradores da Praça da Bandeira fizeram, nesta sexta-feira, uma manifestação contra os constantes alagamentos na região. O trânsito foi interditado nas faixas do sentido Centro.

Com faixas e cartazes, cerca de 50 comerciantes e moradores participaram do protesto, que começou às 9h. Eles querem soluções para os problemas de alagamento.

Os manifestantes reivindicaram a presença do prefeito Eduardo Paes ou do secretário de Conservação, Carlos Osório. Eles alegam que tiveram grande prejuízo com o temporal desta semana e sofrem com o descaso das autoridades.

De acordo com o Centro de Operações Rio, o grupo de manifestantes ficou concentrado na Praça da Bandeira, na altura da Rua Mariz e Barros.

As obras previstas pela prefeitura para resolver o histórico problema das enchentes na Praça da Bandeira e arredores estão orçadas em R$ 292 milhões e fazem parte do PAC-2, do governo federal. O objetivo é desviar parte da água que chega à Praça da Bandeira pelos rios durante as fortes chuvas.

A proposta tem duas vertentes: a transposição do Rio Joana, que passaria a desembocar na Baía de Guanabara, e não mais no Canal do Mangue,  e a construção de quatro reservatórios subterrâneos para a retenção da água dos rios e dos sistemas de drenagem.

Um homem morreu afogado e uma mulher foi atingida por descarga elétrica durante o temporal que castigou a região no início desta semana.