Operação com cães registra recorde de apreensão no Rio

Nos últimos três anos, o BAC teve um aumento de mais de 1.200% na quantidade de drogas apreendidas. Em janeiro de 2015, foi registrada a apreensão de 264 kg

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro:

Policiais militares do Batalhão de Ações com Cães (BAC) apreenderam aproximadamente três toneladas de drogas somente no mês de janeiro. As operações aconteceram em diversas comunidades do Rio de Janeiro. Ações também apreenderam um grande volume de armamentos.

Policiais militares apreenderam três toneladas de drogas apenas em janeiro
Policiais militares apreenderam três toneladas de drogas apenas em janeiro

Nos últimos três anos, o BAC teve um aumento de mais de 1.200% na quantidade de drogas apreendidas. Em janeiro de 2015, foi registrada a apreensão de 264 kg e, no mesmo mês de 2016, 126 kg de drogas apreendidas. Já em 2017, foram 3.224 kg, o que comprova o aumento expressivo deste ano.

– O resultado é fruto do esforço coletivo dos nossos policiais e do treinamento com os nossos cães. O batalhão é pioneiro no Brasil em reprodução assistida, então, temos diversos cães que nasceram e foram treinados no próprio batalhão – explicou o primeiro-tenente do BAC, Felipe da Silva Rodrigues.

Denúncias

Segundo o tenente, a população fluminense pode ajudar nas ações fazendo denúncias.

– Se alguém observar qualquer movimentação estranha ou tiver informações de pessoas ligadas ao tráfico, é dever do cidadão denunciar – disse o policial.

Operação

No dia anterior, agentes da Operação Centro Presente, durante patrulhamento na Rua Souza e Silva, prenderam Altemir da Silva Gomes, de 28 anos, e Nilton dos Santos Azevedo, de 34 anos. Eles foram abordados quando saíram da fábrica Moinho Fluminense com um rolo de fio grosso, uma mochila e sacola preta. Com eles foram encontrados fios de cobre e disjuntores. Nilton e Altemir foram encaminhados à 4ª DP (Praça da República) e autuados por furto.

Três horas depois, policiais militares da Operação prenderam Marcio José Benedito da Conceição, de 33 anos. A equipe recebeu informações de que um homem estaria praticando furto de materiais na mesma fábrica. Os agentes foram ao local e com Márcio encontraram uma sacola com vários rolos de fio de cobre. Ele foi conduzido à 4ª DP (Praça da República) e autuado por furto. Márcio é morador de Belford Roxo e possui três anotações criminais.

Na mesma rua, na manhã de hoje, os agentes capturaram um foragido da Justiça. Após consulta ao Banco Nacional de Mandados de Prisão, foi verificado que contra Pablo Pinheiro da Silva, de 22 anos, havia um mandado de prisão pendente pelo crime de homicídio qualificado. Ele foi encaminhado à 4ª DP, onde o caso foi registrado.

Agentes da Operação Centro Presente patrulhavam a Rua Gereral Caldwel, na noite de quarta-feira, quando dois adolescentes de 15 e 12 anos em uma bicicleta tentaram fugir após perceberem a aproximação policial. Com eles foi encontrado um celular que eles confessaram ter furtado em um estabelecimento comercial na Lapa. Os menores foram encaminhados para a Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA) e vão responder por fato análogo ao crime de furto.

Rio leva vacinação de cães e gatos a Campo Grande e Guaratiba

O objetivo é alcançar a meta de 556 mil animais, para se aproximar da população canina e felina da cidade do Rio, que está em torno de 695 mil

Por Redação, com ARN – do Rio de Janeiro:

Nesta semana, as equipes de zoonoses da Vigilância Sanitária do Rio irão vacinar cães e gatos em Guaratiba, Pedra de Guaratiba, Inhoaíba, Cosmos, Campo Grande e Santíssimo, em 15 pontos espalhados pelos bairros, das 9h às 16h.

Nesta semana, as equipes de zoonoses da Vigilância Sanitária do Rio irão vacinar cães e gatos
Nesta semana, as equipes de zoonoses da Vigilância Sanitária do Rio irão vacinar cães e gatos

Nesta segunda e terça, as equipes estarão em Campo Grande e Cosmos; na quarta-feira, na região do Santíssimo; na próxima quinta voltam para Campo Grande, Cosmos e Inhaoíba; e na sexta-feira, os técnicos ficarão em Guaratiba e Pedra de Guaratiba. Os endereços podem ser consultados pela Internet.

A segunda fase da campanha Rio sem Raiva começou no dia 26 de setembro e vai até o dia 2 de dezembro, em 149 pontos distribuídos pela cidade, que obedecem uma escala de datas por região. O objetivo é alcançar a meta de 556 mil animais, para se aproximar da população canina e felina da cidade do Rio, que está em torno de 695 mil.

Vacinação

A cada semana, a vacinação ocorre em uma Área Programática (AP) da Secretaria Municipal de Saúde. A primeira AP a receber a vacinação foi a AP 5.3, na semana passada. Nesta semana, será a vez da AP 5.1.
 
Na próxima semana, no período de 10 a 14 de outubro, a vacinação será na AP 5.1, que abrange os bairros Bangu, Senador Camará, Vila Kenedy, Realengo, Jardim Bangu, Padre Miguel e Sulacap. No período de 17 a 21 de outubro, a vacinação será na AP 4.0, nos bairros Itanhangá, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Curicica, Gardênia Azul, Tanque, Taquara, Jacarepaguá, Anil, Cidade de Deus, Praça Seca, Vila Valqueire, Vargem Grande e Vargem Pequena.

Na AP 3.3, a vacinação acontecerá de24 a 28 de outubro, nos bairros Campinho, Cavalcanti, Osvaldo Cruz, Marechal Hermes, Cascadura, Costa Barros, Parque Anchieta, Pavuna, Guadalupe, Honório Gurgel, Fazenda Botafogo e Barros Filho.
 
O último dia de outubro e o primeiro dia de novembro ficarão reservados para a AP 3.2, que engloba os bairros Cachambi, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Méier, Rocha, Sampaio e São Francisco Xavier. No período de 8 a 11 de novembro , a vacinação acontecerá na AP 3.1, nos bairros Ramos, Maré, Brás de Pina, Cordovil, Parada de Lucas, Vigário Geral, Jardim América, Penha, Penha Circular, Ilha do Governador, Galeão, Portuguesa e Jardim Guanabara.
 
Já a região da AP 2.2 terá vacinação de 14 a 18 de novembro, nos bairros São Cristóvão, Vasco da Gama, Andaraí, Vila Isabel, Tijuca, Alto da Boa Vista e Grajaú. No período de 21 a 25 de novembro, será a vez da AP 2.1, nos bairros Largo do Machado, Flamengo, Laranjeiras, Botafogo, Leme, Copacabana, Gávea, Rocinha, São Conrado e Vidigal.

Campanha

A campanha terminará na AP 1.0, que terá vacinação de 28 de novembro a 2 de dezembro, nos bairros Centro, Cidade Nova, Rio Comprido, Bairro de Fátima, Santa Teresa, Estácio, Santo Cristo, Caju e Estácio.
 
Na hora da vacinação, os cães deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação. As vacinas são repassadas pelo Ministério da Saúde, responsável pela aquisição.

A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus da raiva, podendo transmití-la. Mas cães, gatos e morcegos são os principais transmissores. A vacina é a única maneira de controlar a doença.
 
Caso uma pessoa seja mordida por um desses animais, deve lavar o local machucado imediatamente, com água e sabão. Ao mesmo tempo, deve-se procurar a unidade de saúde mais próxima, onde receberá os primeiros cuidados e será encaminhada para uma das unidades especificas que funcionam como polo de profilaxia da raiva. Se possível, isolar o animal por dez dias, para ver o grau de manifestação da doença, e informar se tem dono e o endereço onde habita.
 
A raiva está controlada e sem apresentar registro de casos em humanos há mais de 25 anos no Rio, mas ainda oferece risco à população, pois a cidade conta com um número alto de morcegos, cachorros e gatos, principais transmissores do vírus.

A primeira etapa da campanha Rio sem Raiva 2016 começou em maio deste ano, com a ida de técnicos da zoonoses a residências localizadas em áreas de maior risco e com a vacinação nos pontos de castração da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais (Sepda).

Após o término da campanha, a vacinação vai continuar em dois postos permanentes, que ficam no Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, na Avenida Bartolomeu Gusmão, 1.120, em São Cristóvão, e no Centro de Vigilância e Fiscalização Sanitária em Zoonoses Paulo Dacorso Filho, no Largo do Bodegão, 150, em Santa Cruz.

Rio Sem Raiva vacina cães e gatos em Campo Grande e Realengo

Equipes de zoonoses da Vigilância Sanitária realizaram, nesta terça-feira, a vacinação de cães e gatos em Campo Grande e Realengo, Zona Oeste da cidade

A segunda etapa, que é a vacinação anual em pontos espalhados por toda a cidade, tem previsão para começar no segundo semestre

Por Redação, com ARN – do Rio de Janeiro:

Equipes de zoonoses da Vigilância Sanitária realizaram, nesta terça-feira, a vacinação de cães e gatos em Campo Grande e Realengo, Zona Oeste da cidade. Os pontos de vacinação serão o pólos de castração da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais, Sepda, que ficam na Praça dos Estudantes (Av. Manuel Caldeira de Alvarenga s/n, próximo ao teatro de Arena Elza Osborne, em Campo Grande) e na Praça Padre Miguel (Avenida Santa Cruz, em frente à igreja Nossa Senhora da Conceição, em Realengo).

Equipes de zoonoses da Vigilância Sanitária realizaram, nesta terça-feira, a vacinação de cães e gatos em Campo Grande e Realengo, Zona Oeste da cidade
Equipes de zoonoses da Vigilância Sanitária realizaram, nesta terça-feira, a vacinação de cães e gatos em Campo Grande e Realengo, Zona Oeste da cidade

A Rio Sem Raiva começou no último dia 2 deste mês de maio e vai até o fim de dezembro, em duas etapas. Na primeira, acontece a vacinação itinerante, quando a Vigilância Sanitária visita casas de comunidades de várias regiões para vacinar cães e gatos contra a raiva, a fim de manter a doença controlada no município. Até o final do ano, técnicos do órgão vão visitar
todas as residências de regiões previamente selecionadas, de acordo com a probabilidade de riscos.
 
A vacinação itinerante vai acontecer nas comunidades de Cachamorra, Vargem Pequena, Serra de Bangu, Carapiá, Serra do Barata, Vargem Grande, Caju, Ilha de Guaratiba, Grota Funda, Grumari, Guandu do Sena, Barra de Guaratiba e Augusto de Vasconcelos. Os vacinadores vão bater de porta em porta e vacinar todos os cães e gatos existentes nas residências, nos dias úteis. O objetivo de antecipar a campanha de vacina ção nesses locais e torná-la itinerante é fazer um controle mais eficiente, evitando que os moradores deixem de levar os animais, por não terem como se locomover.
 
Os meses de maio e junho ficarão exclusivos para atender as comunidades de Cachamorra, Vargem Pequena e Serra de Bangu; os meses de julho e agosto vão atender Carapiá, Serra do Barata e Vargem Grande; setembro e outubro ficam reservados para Caju, Ilha de Guaratiba, Grota Funda e Grumari; já os dois últimos meses do ano ficam para Guandu do Sena, Barra de Guaratiba e Augusto de Vasconcelos.
 
Além da ação itinerante nas comunidades, a primeira etapa da Rio sem Raiva conta com vacinação de cães e gatos nos polos de castração da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais, espalhados pela cidade, durante todo o mês de maio. No dia 3, os técnicos de vacinação estiveram nos pólos do Largo do Machado e de Bonsucesso; no dia 10, na Praça Seca, Vicente de Carvalho e Engenho de Dentro; no dia 17, em Coelho Neto; já hoje, dia 24, os técnicos estarão nos polos de castração de Campo Grande e Realengo. Os endereços desses locais podem ser consultados no site da Vigilãncia Sanitária municipal. 
 
Os cães e gatos que serão vacinados nos pontos de castração deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação. As vacinas são repassadas pelo Ministério da Saúde, responsável pela aquisição.
 
A segunda etapa, que é a vacinação anual em pontos espalhados por toda a cidade, tem previsão para começar no segundo semestre. Mas a Vigilância Sanitária também conta com dois postos permanentes de vacinação, que ficam no Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, localizado na Av.Bartolomeu Gusmão, 1120, em São Cristóvão, e no Instituto de Vigilância e Fiscalização Sanitária em Zoonoses Paulo Dacorso Filho, localizado no Largo do Bodegão, 150, em Santa Cruz.
 
A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus da raiva, podendo transmiti-la. Mas cães, gatos e morcegos são os principais transmissores. A vacina é a única maneira de controlar a doença.
 
Caso uma pessoa seja mordida por um desses animais, deve lavar o local machucado imediatamente, com água e sabão. Ao mesmo tempo, deve-se procurar a unidade de saúde mais próxima, onde receberá os primeiros cuidados e será encaminhada para uma das unidades especificas que funcionam como pólo de profilaxia da raiva. Se possível, isolar o animal por 10 dias, para ver o grau de manifestação da doença, e informar se tem dono e o endereço onde habita.
 
A raiva está controlada e sem apresentar registro de casos em humanos há mais de 25 anos no Rio, mas ainda oferece risco à população, pois a cidade conta com um número alto de morcegos, cachorros e gatos, principais transmissores do vírus.

Vigilância Sanitária realiza vacinação gratuita de cães e gatos na Zona Norte

A Vigilância Sanitária municipal do Rio realizou nesta terça-feira vacinação de cães e gatos em Coelho Neto, na Zona Norte

Os cães e gatos que serão vacinados nos pontos de castração deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas

 

Por Redação, com ARN – do Rio de Janeiro:

 

A Vigilância Sanitária municipal do Rio realizou nesta terça-feira vacinação de cães e gatos em Coelho Neto, na Zona Norte. O ponto de vacinação é o polo de castração da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais (Sepda), que fica na Praça Professora Virgínia Cidade, próximo à estação Coelho Neto do Metrô.

A Vigilância Sanitária municipal do Rio realizou nesta terça-feira vacinação de cães e gatos em Coelho Neto, na Zona Norte
A Vigilância Sanitária municipal do Rio realizou nesta terça-feira vacinação de cães e gatos em Coelho Neto, na Zona Norte

A Rio Sem Raiva começou no última dia 2 deste mês de maio e vai até o fim do mês de dezembro, em duas etapas. Na primeira etapa, acontece a vacinação itinerante, quando a Vigilância Sanitária visita casas de comunidades de várias regiões para vacinar cães e gatos contra a raiva, a fim de manter a doença controlada no município. Até o final do ano, técnicos do órgão vão visitar todas as residências de regiões previamente selecionadas, de acordo com a probabilidade de riscos.

A vacinação itinerante vai acontecer nas comunidades de Cachamorra, Vargem Pequena, Serra de Bangu, Carapiá, Serra do Barata, Vargem Grande, Caju, Ilha de Guaratiba, Grota Funda, Grumari, Guandu do Sena, Barra de Guaratiba e Augusto de Vasconcelos. Os vacinadores vão bater de porta em porta e vacinar todos os cães e gatos existentes nas residências, nos dias úteis. O objetivo de antecipar a campanha de vacinação nesses locais e torná-la itinerante é fazer um controle mais eficiente, evitando que os moradores deixem de levar os animais, por não terem como se locomover.

Os meses de maio e junho ficarão exclusivos para atender as comunidades de Cachamorra, Vargem Pequena e Serra de Bangu; os meses de julho e agosto vão atender Carapiá, Serra do Barata e Vargem Grande; setembro e outubro ficam reservados para Caju, Ilha de Guaratiba, Grota Funda e Grumari; já os dois últimos meses do ano ficam para Guandu do Sena, Barra de Guaratiba e Augusto de Vasconcelos.

Além da ação itinerante nas comunidades, a primeira etapa da Rio sem Raiva conta com vacinação de cães e gatos nos polos de castração da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais, espalhados pela cidade, durante todo o mês de maio. No dia 3, os técnicos de vacinação estiveram nos pólos do Largo do Machado e de Bonsucesso e no dia 10, na Praça Seca, Vicente de Carvalho e Engenho de Dentro. Já no dia 24, os técnicos estarão nos polos de castração de Campo Grande e Realengo. Os endereços desses locais podem ser consultados no site.

Os cães e gatos que serão vacinados nos pontos de castração deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação. As vacinas são repassadas pelo Ministério da Saúde, responsável pela aquisição.

A segunda etapa, que é a vacinação anual em pontos espalhados por toda a cidade, tem previsão para começar no segundo semestre. Mas a Vigilância Sanitária também conta com dois postos permanentes de vacinação, que ficam no Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, localizado na Av.Bartolomeu Gusmão, 1120, em São Cristóvão, e no Instituto de Vigilância e Fiscalização Sanitária em Zoonoses Paulo Dacorso Filho, localizado no Largo do Bodegão, 150, em Santa Cruz.

A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus da raiva, podendo transmiti-la. Mas cães, gatos e morcegos são os principais transmissores. A vacina é a única maneira de controlar a doença.

Caso uma pessoa seja mordida por um desses animais, deve lavar o local machucado imediatamente, com água e sabão. Ao mesmo tempo, deve-se procurar a unidade de saúde mais próxima, onde receberá os primeiros cuidados e será encaminhada para uma das unidades especificas que funcionam como pólo de profilaxia da raiva. Se possível, isolar o animal por 10 dias, para ver o grau de manifestação da doença, e informar se tem dono e o endereço onde habita.

A raiva está controlada e sem apresentar registro de casos em humanos há mais de 25 anos no Rio, mas ainda oferece risco à população, pois a cidade conta com um número alto de morcegos, cachorros e gatos, principais transmissores do vírus.

Rio Sem Raiva chega a Vicente de Carvalho, Engenho de Dentro e Praça Seca

A Rio Sem Raiva começou no dia 2 de maio e vai até o fim de dezembro

A segunda etapa, que é a vacinação anual em pontos espalhados por toda a cidade, tem previsão para começar no segundo semestre

Por Redação, com ARN – do Rio de Janeiro:

Nesta terça-feira, equipes de zoonoses da Vigilância Sanitária do município do Rio estiveram vacinando cães e gatos das regiões de Vicente de Carvalho, Engenho de Dentro e Praça Seca, no horário das 9h às 17h. Os pontos de vacinação foram os pólos de castração da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais, Sepda.

A Rio Sem Raiva começou no dia 2 de maio e vai até o fim de dezembro
A Rio Sem Raiva começou no dia 2 de maio e vai até o fim de dezembro

Em Vicente de Carvalho, a vacinação acontece na Av. Pastor Martin Luther King Júnior, próximo à estação do metrô, no Largo de Vicente de Carvalho. Na Praça Seca, em frente à estação do BRT. Já no Engenho de Dentro, os donos de cães e gatos poderão levá-los à Rua Dois de Fevereiro, nº 711, ao lado da Escola Especial Municipal Dr. Ulisses Pernambucano.

A Rio Sem Raiva começou no dia 2 de maio e vai até o fim de dezembro, em duas etapas. Na primeira etapa, acontece a vacinação itinerante, quando a Vigilância Sanitária visita casas de comunidades de várias regiões para vacinar cães e gatos contra a raiva, a fim de manter a doença controlada no município. Até o fim do ano, técnicos do órgão vão visitar todas as residências de regiões previamente selecionadas, de acordo com a probabilidade de riscos.

A vacinação itinerante vai acontecer nas comunidades de Cachamorra, Vargem Pequena, Serra de Bangu, Carapiá, Serra do Barata, Vargem Grande, Caju, Ilha de Guaratiba, Grota Funda, Grumari, Guandu do Sena, Barra de Guaratiba e Augusto de Vasconcelos. Os vacinadores vão bater de porta em porta e vacinar todos os cães e gatos existentes nas residências, nos dias úteis.

O objetivo de antecipar a campanha de vacinação nesses locais e torná-la itinerante é fazer um controle mais eficiente, evitando que os moradores deixem de levar os animais, por não terem como se locomover. Os meses de maio e junho ficarão exclusivos para atender as comunidades de Cachamorra, Vargem Pequena e Serra de Bangu; os meses de julho e agosto vão atender Carapiá, Serra do Barata e Vargem Grande; setembro e outubro ficam reservados para Caju, Ilha de Guaratiba, Grota Funda e Grumari; já os dois últimos meses do ano ficam para Guandu do Sena, Barra de Guaratiba e Augusto de Vasconcelos.

Além da ação itinerante nas comunidades, a primeira etapa da Rio sem Raiva conta com vacinação de cães e gatos nos polos de castração da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais, espalhados pela cidade, durante todo o mês de maio. No dia 3, os técnicos de vacinação estiveram nos pólos do Largo do Machado e de Bonsucesso; nesta terça-feira, estiveram na Praça Seca, Vicente de Carvalho e Engenho de Dentro; no dia 17, em Coelho Neto; já no dia 24, os técnicos estarão nos polos de castração de Campo Grande e Realengo. Os endereços desses locais podem ser consultados no site www.rio.rj.gov.br/vigilanciasanitaria.

Os cães e gatos que serão vacinados nos pontos de castração deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas. Animais com temperamento agressivo devem estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação. As vacinas são repassadas pelo Ministério da Saúde, responsável pela aquisição.

A segunda etapa, que é a vacinação anual em pontos espalhados por toda a cidade, tem previsão para começar no segundo semestre. Mas a Vigilância Sanitária também conta com dois postos permanentes de vacinação, que ficam no Instituto de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, localizado na Av.Bartolomeu Gusmão, 1120, em São Cristóvão, e no Instituto de Vigilância e Fiscalização Sanitária em Zoonoses Paulo Dacorso Filho, localizado no Largo do Bodegão, 150, em Santa Cruz.

Cachorros os são astros de exposição premiada

A premiada fotógrafa austríaca Anne Geier expõe uma série de fotos com cachorros em meio à natureza

Por Redação, com ACS – de Tauplitz, Áustria

A premiada fotógrafa austríaca Anne Geier expõe uma série de fotos com cachorros em meio à natureza e se diz muito contente com o resultado.

Tudo começou quando Anne adotou uma cadela chamada Cindy, em 2007. Por querer registrar o crescimento dela, a artista começou a fotografar o animal, descobrindo sua segunda grande paixão: a fotografia.

A fotógrafa Anne Geier fotografa cachorros na natureza
A fotógrafa Anne Geier fotografa cachorros na natureza

Atualmente, Anne une sua paixão por animais com a fotografia e vive capturando imagens de cachorros felizes na natureza.

Além dos animais, as fotos mostram o cenário do país, contrastando com o tempo de cada estação. Em algumas imagens, é possível ver os cachorros brincando em um campo florido, enquanto outras retratam flocos de neve caindo durante o inverno.

Veja algumas das fotos dos cachorros:

Austria fotografa natureza cachorros2

Austria fotografa natureza cachorros3

Austria fotografa natureza cachorros4

Austria fotografa natureza cachorros5

Austria fotografa natureza cachorros6

Cães dos Bombeiros ajudam na busca de desaparecidos

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro:

No quartel do 2º Grupamento de Socorro Florestal e Meio Ambiente (GSFMA) do Corpo de Bombeiros, em Magé, na Baixada Fluminense, 12 cães das raças labrador e pastor belga de malinois recebem treinamento para atuar na busca de desaparecidos. Criada em 2006, a unidade especializada é a única da corporação no emprego de cães e já atuou em grandes e importantes missões nacionais e internacionais, ajudando a salvar milhares de vidas.

– Trabalhamos em apoio às demais unidades do Corpo de Bombeiros em ações de busca de perdidos em matas, desabamentos, desastres naturais e na busca de supostos cemitérios clandestinos, em cooperação com a Polícia Civil. Oferecemos um treinamento específico para o binômio bombeiro-cão para que o faro dos animais seja usado na identificação de vivos ou mortos – explicou o comandante do 2º GSFMA, tenente-coronel Feliciano Suassuna.

Animais atuam em operações nacionais e internacionais
Animais atuam em operações nacionais e internacionais

Bombeiros da Paraíba e do Mato Grosso, policiais militares, guardas municipais e fuzileiros navais já participaram do treinamento oferecido pela corporação fluminense. Com duração de três meses e meio, o curso oferece orientações sobre adestramento, técnicas de busca, primeiros socorros, sobrevivência e topografia. Ao todo, 94 militares foram formados em sete turmas.

– Trabalhar com cães é uma tendência mundial. Cada animal tem desempenho semelhante ao de 20 a 30 pessoas durante as buscas, graças à capacidade olfativa e aos treinamentos diários em diferentes ambientes – afirmou o subcomandante Operacional do 2º GSFMA e coordenador do curso cinotécnico, major Jorge Luiz Diogo.

Depois que passam pelo curso, os bombeiros podem trabalhar no canil da corporação, dez militares atuam como condutores dos animais. Toda manhã, eles alimentam, fazem a revista médica, a limpeza do box, a educação física e o treinamento de cada cão. Em média, é necessário um ano e meio para que o animal esteja apto a participar das operações.

O labrador Lion, de 5 anos, chegou ao grupamento por doação de um militar e tem se destacado nas buscas de vivos e cadáveres, nas principais ações do Corpo de Bombeiros. Ainda em treinamento, a labradora Lua, de 1 ano, tem auxiliado operações. Filha de campeões de faro do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, ela demonstra ter faro apurado.

Uma vida dedicada 

Aos 8 anos, a labradora Shakira se prepara para a reserva militar, em 2016. Ela tem experiência em grandes e importantes missões nas quais os Bombeiros atuaram como o terremoto do Haiti (2010), os deslizamentos de terra na Serra (2011) e a recente explosão em São Cristóvão na busca de vivos e mortos.

Ano que vem, Shakira será adotada por seu condutor, o sargento Roberto da Silva Lopes, e poderá ser uma das primeiras cadelas a atuar no projeto de cinoterapia, ou terapia com animais, que o 2º GSFMA pretende implantar em parceria com entidades civis.

Cão e condutor criam afinidade no treinamento e ficam juntos a vida toda. Estamos em negociação com entidades civis para ajudar no tratamento e recuperação de crianças e adultos – contou o major Luiz Diogo.

Campanha Rio Sem Raiva chega na Zona Norte

Por Redação, com ARN – do Rio de Janeiro:

A campanha de vacinação de cães e gatos “Rio Sem Raiva” chegou, neste sábado, na Grande Leopoldina, Complexo da Maré, Alemão, Jacarepaguá e outros locais da Zona Norte. Essa será a segunda etapa da vacinação, que tem como objetivo imunizar 556 mil animais. A Rio Sem Raiva terá, ao todo, seis etapas, até o dia 5 de dezembro, em 345 pontos distribuídos por todas as regiões da cidade, que vão trabalhar em esquema de rodízio.

Cada etapa acontecerá em um sábado diferente, das 8h às 17h, em regiões específicas: no próximo dia 14, a vacinação continua na Grande Leopoldina, Complexo da Maré, Alemão, Jacarepaguá e outros locais da Zona Norte; nos dias 21 e 28 de novembro, na Zona Oeste, exceto Barra; no dia 5 de dezembro, a campanha se encerra no Centro, Zona Sul, Barra e parte da Zona Norte, onde começou. Os endereços podem ser consultados no site da Vigilãncia Sanitária municipal ou na Central de Atendimento da Prefeitura (1746).

No primeiro dia de vacinação da campanha Rio Sem Raiva, realizado no dia 24 de outubro, o número de animais vacinados foi de 27 mil, atingindo 70% da meta estipulada para as regiões do Centro, Zona Sul, Barra e parte da Zona Norte, que é de 38.400 animais. A meta é definida pelo Programa de Profilaxia da Raiva do Ministério da Saúde, que estima o número de cães e gatos na cidade em torno 10% do número da população humana.

A campanha de vacinação de cães e gatos "Rio Sem Raiva"
A campanha de vacinação de cães e gatos “Rio Sem Raiva”

Na hora da vacinação, os cães deverão estar com coleira e guia, e os gatos em sacolas de pano ou em gaiolas apropriadas. Animais com temperamento agressivo precisam estar com focinheira. Sintomas como dores no local vacinado, febre e comportamento mais quieto do animal podem ocorrer por até 36h após a aplicação.

A raiva é uma doença que compromete o sistema nervoso do homem, sendo incurável e com índice de letalidade próximo a 100%. É uma zoonose viral e todos os mamíferos estão suscetíveis ao vírus, podendo transmiti-la. Mas cães, gatos e morcegos são os principais transmissores.
 

Batalhão de Ações com Cães realiza treinamento para Copa do Mundo

Aula prática na rodoviária incluiu busca por armas e drogas em bagagens
Aula prática na rodoviária incluiu busca por armas e drogas em bagagens

O Batalhão de Ações com Cães (BAC) da Polícia Militar realizou aula prática da 2ª edição do curso de Condutores de Cães Farejadores de Armas e Drogas na Rodoviária Novo Rio, no centro da cidade. A capacitação, que incluiu as disciplinas Técnica de Busca em Bagagens e Encomendas e Vistoria e Busca em Veículos, teve a participação de 12 cães e de 12 policiais adestradores. Outra etapa da ambientação será feita hoje na Estação das Barcas Arariboia, em Niterói.

A capacitação integra os constantes treinamentos que preparam a equipe para os grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Atualmente, o BAC conta com cerca de 70 cães, divididos em grupos de intervenção tática, combate a distúrbios civis, resgate de reféns e patrulhamento. O Núcleo Cinófilo da Intervenção Tática e os Grupamentos de Choque com Cães, que atuam no controle de distúrbios, promovem atividades semanais, coordenadas pelo Comando de Operações Especiais (COE).

De acordo com um dos instrutores da disciplina, sargento Wagner Alves, a equipe estará apta para atuar em todo o estado, com foco em grandes eventos e ações em comunidades, além de revista a veículos e operações em vias públicas. Segundo o sargento, a simulação pode se tornar uma operação real, caso os cães encontrem armas, drogas e explosivos durante as incursões.

– É importante que os animais se acostumem a ambientes que recebem grande fluxo de pessoas, como a rodoviária. O processo é simplificado, já que não precisamos empregar vários homens para revistar todas as bagagens, mas apenas aquelas sinalizadas pelos cães, de acordo com os odores utilizados nos treinamentos – afirmou o sargento.

O curso, que tem duração de três meses, inclui disciplinas como conhecimento de condicionamento de cães, psicologia comportamental, técnicas de buscas em bagagens e encomendas, em edificações e áreas abertas, além de palestras e conferências.

Batalhão de Ação com Cães irá reforçar segurança nos estádios

Um grupo de 12 labradores e pastores alemães do Batalhão de Ação com Cães (BAC) iniciaram as aulas do curso de farejadores de armas e drogas
Um grupo de 12 labradores e pastores alemães do Batalhão de Ação com Cães (BAC) iniciaram as aulas do curso de farejadores de armas e drogas

Um grupo de 12 labradores e pastores alemães do Batalhão de Ação com Cães (BAC) iniciaram as aulas do curso de farejadores de armas e drogas. Após três meses, se aprovados, eles se juntarão ao time de seis veteranos para reforçar a segurança na Copa do Mundo.

Os agentes formados pelo Cacep (Curso de Adestradores de Cães para Emprego Policial) participam do treinamento, que foi adaptado para atender grandes eventos. Os condutores e os animais vão atuar em pontos estratégicos na cidade, como no interior e no entorno do Maracanã.

– O cão é um instrumento muito importante na busca de armas e drogas, porque tem um faro 250 vezes mais apurado do que o ser humano. Eles vão atuar antes, durante e depois das partidas para evitar transtornos. Depois, estarão aptos a servir a sociedade em operações em comunidades – afirmou o comandante do BAC, tenente-coronel Julio Cesar Mafia Martins.

Pré-seleção é fundamental

A turma de alunos caninos é formada por filhotes de até um ano de idade. Entre os mais novos, com apenas três meses, estão os descendentes do grande farejador Boss. Para entrar no grupo de treinamento, todos passaram por um período de observação para checar se tinham aptidão para o trabalho policial.

Quando eles completam 30 dias começamos a socialização e o contato com o brinquedo. Eles precisam mostrar vontade intensa de caçar, de ficar com o objeto e não podem demonstrar medo. Também devem interagir bem com o policial e serem independentes – explicou o coordenador do curso, major Sandro Aguiar.

Até o final do treinamento, os cães farão estágio de uma semana em comunidades do Rio com os experientes Boss, Brita, Scott e Beethoven. Apenas no ano passado, os animais encontraram 4,5 toneladas de drogas.