Operação com cães registra recorde de apreensão no Rio

Nos últimos três anos, o BAC teve um aumento de mais de 1.200% na quantidade de drogas apreendidas. Em janeiro de 2015, foi registrada a apreensão de 264 kg

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro:

Policiais militares do Batalhão de Ações com Cães (BAC) apreenderam aproximadamente três toneladas de drogas somente no mês de janeiro. As operações aconteceram em diversas comunidades do Rio de Janeiro. Ações também apreenderam um grande volume de armamentos.

Policiais militares apreenderam três toneladas de drogas apenas em janeiro
Policiais militares apreenderam três toneladas de drogas apenas em janeiro

Nos últimos três anos, o BAC teve um aumento de mais de 1.200% na quantidade de drogas apreendidas. Em janeiro de 2015, foi registrada a apreensão de 264 kg e, no mesmo mês de 2016, 126 kg de drogas apreendidas. Já em 2017, foram 3.224 kg, o que comprova o aumento expressivo deste ano.

– O resultado é fruto do esforço coletivo dos nossos policiais e do treinamento com os nossos cães. O batalhão é pioneiro no Brasil em reprodução assistida, então, temos diversos cães que nasceram e foram treinados no próprio batalhão – explicou o primeiro-tenente do BAC, Felipe da Silva Rodrigues.

Denúncias

Segundo o tenente, a população fluminense pode ajudar nas ações fazendo denúncias.

– Se alguém observar qualquer movimentação estranha ou tiver informações de pessoas ligadas ao tráfico, é dever do cidadão denunciar – disse o policial.

Operação

No dia anterior, agentes da Operação Centro Presente, durante patrulhamento na Rua Souza e Silva, prenderam Altemir da Silva Gomes, de 28 anos, e Nilton dos Santos Azevedo, de 34 anos. Eles foram abordados quando saíram da fábrica Moinho Fluminense com um rolo de fio grosso, uma mochila e sacola preta. Com eles foram encontrados fios de cobre e disjuntores. Nilton e Altemir foram encaminhados à 4ª DP (Praça da República) e autuados por furto.

Três horas depois, policiais militares da Operação prenderam Marcio José Benedito da Conceição, de 33 anos. A equipe recebeu informações de que um homem estaria praticando furto de materiais na mesma fábrica. Os agentes foram ao local e com Márcio encontraram uma sacola com vários rolos de fio de cobre. Ele foi conduzido à 4ª DP (Praça da República) e autuado por furto. Márcio é morador de Belford Roxo e possui três anotações criminais.

Na mesma rua, na manhã de hoje, os agentes capturaram um foragido da Justiça. Após consulta ao Banco Nacional de Mandados de Prisão, foi verificado que contra Pablo Pinheiro da Silva, de 22 anos, havia um mandado de prisão pendente pelo crime de homicídio qualificado. Ele foi encaminhado à 4ª DP, onde o caso foi registrado.

Agentes da Operação Centro Presente patrulhavam a Rua Gereral Caldwel, na noite de quarta-feira, quando dois adolescentes de 15 e 12 anos em uma bicicleta tentaram fugir após perceberem a aproximação policial. Com eles foi encontrado um celular que eles confessaram ter furtado em um estabelecimento comercial na Lapa. Os menores foram encaminhados para a Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA) e vão responder por fato análogo ao crime de furto.

Polícia faz operação contra ocupação de conjunto do Minha Casa, Minha Vida

O objetivo é identificar os supostos invasores para subsidiar futuras ações de reintegração de posse pela Caixa Econômica Federal

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

Policiais civis fizeram nesta quinta-feira uma operação contra a ocupação ilegal de imóveis do conjunto habitacional Residencial Guadalupe, do Programa Minha Casa, Minha Vida, no subúrbio da cidade do Rio de Janeiro. A Polícia Civil investiga a invasão das unidades habitacionais por pessoas envolvidas com tráfico de drogas e roubo de cargas.

O objetivo é identificar os supostos invasores para subsidiar futuras ações de reintegração de posse
O objetivo é identificar os supostos invasores para subsidiar futuras ações de reintegração de posse

A Delegacia de Ricardo de Albuquerque (31ª DP) cumpre 89 mandados de busca e apreensão. Com o apoio de 400 policiais de várias delegacias.

O objetivo é identificar os supostos invasores para subsidiar futuras ações de reintegração de posse pela Caixa Econômica Federal. Além da ação no conjunto habitacional, policiais fazem uma operação na comunidade do Chapadão, para recuperar cargas roubadas.

Pedido de habeas corpus

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) negou, na quarta-feira, o pedido dehabeas corpus solicitado pela defesa do empresário Eike Batista. O pedido foi negado pela maioria dos desembargadores da 1ª Turma do tribunal.

Votaram contra o pedido os desembargadores Abel Gomes e Paulo Espírito Santo, presidente da turma. O desembargador Ivan Athié votou a favor da liberdade para Eike.

O advogado do empresário, Fernando Martins, informou que vai recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça.

Uma das razões citadas pelos desembargadores para negar o habeas corpus é a viagem de Eike aos Estados Unidos pouco antes da decretação de sua prisão, o que poderia representar tentativa de fuga.

O empresário foi preso por agentes da Polícia Federal no dia 30 de janeiro, na  34ª fase da Operação Lava Jato, após desembarcar no Aeroporto Internacional  do Galeão, no Rio de Janeiro, procedente de Nova York. Eike está preso no Complexo de  Gericinó, zona oeste do Rio de janeiro.

Proprietário do grupo EBX,  Eike é suspeito de lavagem de dinheiro em um esquema de corrupção que atinge o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, que também está preso.

Operação Lei Seca autua mais de 450 motoristas no carnaval

No carnaval do ano passado, a Operação Lei Seca identificou sinais de embriaguez em 563 motoristas dos 6.889 abordados

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro:

A Operação Lei Seca realizou 65 ações na capital, Região Metropolitana e interior do Estado neste carnaval. Durante as blitzes, realizadas entre os dias 24 e 28 de fevereiro, 5.747 motoristas foram abordados. Destes, 451 apresentavam sinais de embriaguez. Neste período, foram aplicadas 1.486 multas, 246 veículos foram rebocados e 415 carteiras de habilitação recolhidas.

Foram realizadas ações na Região Metropolitana e no interior
Foram realizadas ações na Região Metropolitana e no interior

As blitzes contaram com todo o efetivo nas ruas, que soma 250 agentes. Inclusive realizando operações diurnas, que continuarão até domingo. As ações educativas também foram intensificadas neste Carnaval. Equipes estiveram nos principais blocos de rua, distribuindo ventarolas e conscientizando os foliões sobre o perigo da mistura álcool e direção.

– Assim como no ano passado, além da blitz de fiscalização que todos conhecem, atuamos nas saídas de praias e cachoeiras e nos blocos com grande concentração de pessoas. Como o Carnaval é um dos períodos do ano em que há grande número de acidentes no trânsito, nossas ações educativas têm como objetivo levar a mensagem de nunca dirigir depois de beber – disse o coordenador da Lei Seca, tenente-coronel Marco Andrade.

Sinais de embriaguez

No carnaval do ano passado, a Operação Lei Seca identificou sinais de embriaguez em 563 motoristas dos 6.889 abordados. Além disso, 1.745 motoristas foram multados, 528 carteiras recolhidas e 229 carros rebocados.

A Operação Lei Seca é uma campanha educativa e de fiscalização, de caráter permanente, lançada em março de 2009 pela Secretaria de Governo. Desde que foi criada, a operação já interceptou mais de 166 mil motoristas alcoolizados, por meio do teste do bafômetro.

PF deflagra segunda fase da operação que investiga desvios de recursos da UFPR

De acordo com a PF, nesta fase o alvo da investigação é o núcleo de pessoas que agia para desviar recursos a título de bolsas da universidade

Por Redação, com ABr – de Brasília:

A segunda fase da Operação Research da Polícia Federal (PF), que investiga desvios de recursos da ordem de R$ 7,3 milhões da Universidade Federal do Paraná (UFPR), foi deflagrada na manhã desta sexta-feira.

Agentes da Polícia Federal cumprem mandados no âmbito da Operação Research, que investiga desvios de recursos da ordem de R$ 7,3 milhões
Agentes da Polícia Federal cumprem mandados no âmbito da Operação Research, que investiga desvios de recursos da ordem de R$ 7,3 milhões

Cerca de 50 policiais federais cumpriram 19 mandados judiciais. Sendo seis de busca e apreensão; cinco de prisão temporária e oito de condução coercitiva. Quando a pessoa é levada para a delegacia e depois é liberada.

Título de bolsas da universidade

A operação ocorreu em quatro cidades: Curitiba, no Paraná; Campo Grande, em Mato Grosso do Sul; Sorocaba, em São Paulo; e Erechim, no Rio Grande do Sul.

De acordo com a PF, nesta fase o alvo da investigação é o núcleo de pessoas que agia para desviar recursos a título de bolsas da universidade. Na primeira fase, realizada no dia 15 de fevereiro, 28 pessoas foram presas.

O nome da operação, Research (pesquisa em inglês). É uma referência ao objetivo central das bolsas concedidas pela unidade, destinadas a estudos e pesquisas pelos contemplados.

Após o carnaval, a ‘batalha final’ da Operação Lava Jato

Conteúdos de novas delações da Odebrecht serão conhecidos e devem abalar governo Temer e Congresso. Políticos criam blindagens e tentam se proteger, mas especialistas não veem espaço para conluio entre os três poderes

Por Redação, com DW – de Brasília:

Há expectativa de parlamentares e do governo federal de que as delações premiadas de 77 executivos da Odebrecht, conduzidas pela Lava Jato e homologadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), comecem a vazar ou a ter desdobramentos logo após o Carnaval.

Blocos carnavalescos aproveitaram a folia para protestar contra o governo Temer, no Rio e em outras capitais
Blocos carnavalescos aproveitaram a folia para protestar contra o governo Temer, no Rio e em outras capitais

As delações podem aumentar a instabilidade política no Brasil. Especula-se que um número significativo de políticos (além dos já citados). Poderá ser alvo de denúncias de corrupção e pagamentos de propinas de empresas contratadas pelo poder público.

Isso leva à pergunta: se figuras proeminentes da República, como o próprio presidente de facto Michel Temer, forem atingidas pelas investigações. A pressão política e eventuais conluios entre os três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – poderão minar o prosseguimento da Lava Jato?

– O receio faz sentido, mas a maneira como a nossa separação de poderes está desenhada na Constituição e a forma como é exercida afasta. De maneira muito clara, essa hipótese de conluio. Não porque os atores políticos não queiram. Mas porque é inviável – afirma o cientista político Rogério Arantes, da Universidade de São Paulo (USP).

O governo Temer, na visão de Arantes, se preparou para a “batalha final da Lava Jato”. Iniciou 2017 dando várias demonstrações de força política. Conseguiu, por exemplo, colocar aliados nas presidências da Câmara dos Deputados e do Senado.

Além disso, tem controle sobre as comissões mais importantes do Congresso e formou uma coalizão política ampla. O que reduziu a voz da oposição. Fez ainda uma indicação política para o Supremo. Contrariando as expectativas de indicação técnica. Colocou no comando do Ministério da Justiça um deputado do PMDB.

– Mas isso não é suficiente, com os marcos institucionais brasileiros, para arrefecer o ímpeto das operações de combate à corrupção – aponta Arantes. “O que está em curso no Brasil é que o grupo político no poder, liderado pelo PMDB. Em particular, resolveu jogar o jogo da Lava Jato para valer para enfrentar um cenário pós-carnaval em que delações da Odebrecht. Provavelmente virão a público e colocarão em dificuldade as principais figuras do governo.”

As competências dos órgãos e instituições estão claramente definidas na Constituição, acrescenta o professor. O que garante autonomia e independência de atuação dos mesmos. “É praticamente impossível um conluio de vontades encerrar, de maneira rápida e definitiva, os processos de investigação em curso na Lava Jato e as ações de combate à corrupção.”

Segundo Maria Hermínia Tavares de Almeida, cientista política e pesquisadora do Cebrap. A situação brasileira de fato é delicada. “Mas até agora o Judiciário não fez nada que exorbitasse das suas funções constitucionais. Neste sentido, por enquanto, não é possível dizer que o sistema de freios e contrapesos está comprometido.” 

Política no Supremo

Por mais que relações de proximidade entre Executivo e Legislativo ou Executivo e Judiciário sugiram flagrantes tentativas de controle. “Os mecanismos institucionais asseguram a independência entre os poderes”. Afirma o cientista político Cláudio Couto, professor da Fundação Getúlio Vargas.

Um exemplo disso seria a indicação de Alexandre de Moraes para ministro do Supremo Tribunal Federal, feita por Temer. A enorme proximidade entre ambos pode sugerir uma tentativa de blindagem nas investigações. Mas o fato de o ministro do STF ter cargo vitalício é um mecanismo que assegura a independência.

– Moraes até pode ter relação [política], alguma preferência, mas nada lhe obriga a ser devedor porque não há muito mais que ele possa ganhar ou perder em função do que o outro lado fizer – observa Couto.

– O que pesa é menos a intenção de quem faz a indicação política e mais a força e o grau de institucionalização do Supremo – explica Maria Hermínia. Havia, segundo ela, a expectativa de que o ministro Dias Toffoli. Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atuasse para favorecer o governo do petista, mas isso não ocorreu.

– Estando lá, nomeado de forma vitalícia, talvez pese menos quem nomeou do que  a força da instituição. O cálculo de cada juiz sobre o que é melhor para sua imagem e sua carreira.” Sendo assim, impossível prever se Moraes terá ou não posturas “sistematicamente governistas”.

Importância do controle social

Couto pontua que em qualquer democracia existem partidos políticos e que os mesmos, no poder, tentam levar vantagem disso. Esse tipo de ação partidária obviamente reduz o controle parlamentar sobre o Executivo. “E o que resolve isso? A crítica da opinião pública, a percepção da sociedade de que uma determinada postura deveria ter sido diferente da que foi adotada. É isso que pode efetivamente produzir algum controle”, analisa o professor.

Questionado se o controle social no Brasil ainda não está muito aquém do que existe em democracias consolidadas nos países desenvolvidos, o professor pondera que de fato “as instituições brasileiras estão muito longe da perfeição”. “As instituições não têm mecanismos plenos de freios e contrapesos, mas possuem alguma efetividade.”

É ao longo do tempo, com erros e deslizes, que as instituições e o país amadurecem, ressalta o professor da FGV. Ele pontua que algumas situações que o Brasil vive hoje eram absolutamente improváveis há uma década. “O país está passando por um amadurecimento, mas estamos longe da perfeição.”

Crise

Já Rogério Arantes enfatiza que o Brasil não vive um momento de normalidade e não crê que as instituições estejam funcionamento plenamente. “Por vezes os poderes agem de modo desregrado, inconsistente, não oferecem decisões para os problemas relevantes, se omitem em relação a alguns, tergiversam em relação a outros, e não posso dizer que as instituições estão funcionando, no jargão dos otimistas.”

Por outro lado, o professor rejeita a tese da teoria da conspiração de que Temer e sua maioria parlamentar seriam capazes de “corromper as instituições que estão à frente das investigações e do processo penal das figuras envolvidas nestes escândalos”.

Rio: Secretaria de Segurança inicia Operação Carnaval

A Operação Carnaval acontece até 1º de março em plantão 24 horas e com ativação especial prevista para o Desfile das Campeãs, no dia 4 de março

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro:

A Secretaria de Segurança iniciou nesta quinta-feira a Operação Carnaval 2017 no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova. Órgãos de segurança, mobilidade e assistência social, além de concessionárias de transportes, estarão atuando de forma alinhada, visando garantir a folia no Sambódromo, Boulevard Olímpico e principais blocos carnavalescos. A Operação Carnaval acontece até 1º de março em plantão 24 horas e com ativação especial prevista para o Desfile das Campeãs, no dia 4 de março.

Centro Integrado de Comando e Controle reúne diversos órgãos
Centro Integrado de Comando e Controle reúne diversos órgãos

Durante o período, irão atuar de forma integrada: polícias Militar e Civil; Corpo de Bombeiros; Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social; Guarda Municipal; secretarias municipais de Ordem Pública, de Desenvolvimento Social e de Saúde; Riotur; Conselho Tutelar; MetrôRio; Barcas; BRT; VLT; SuperVia; e Agência Reguladora de Transportes Públicos (Agetransp).

Também foi firmada uma parceria com o Ministério das Relações Exteriores, que terá um canal direto de comunicação com o CICC. Uma campanha informativa e de conscientização dos foliões do Rio vai ganhar as redes sociais das entidades envolvidas com as hashtags: #CarnavalSeguro e #FoliãoConsciente.

Os visitantes vão contar com importantes ferramentas de auxílio, como o aplicativo do serviço de emergência 190 e o acesso pela web ao Guia de Segurança Pública em cinco idiomas.

Por meio do Facebook, Twitter e Instagram das instituições envolvidas será possível difundir informações. Racismo, homofobia, abuso contra mulher, cuidados com crianças e atendimento poliglota estão entre os tópicos abordados. Todo o material incluirá as hashtags: #CarnavalSeguro e #FoliãoConsciente.

Centrais

O foco no visitante estrangeiro tem respaldo em outras ações vinculadas à Secretaria de Segurança, como a Central 190, que atende as demandas de ligações feitas pelos números de emergência norte-americano (911) e europeu (112). Os visitantes internacionais também podem acessar o aplicativo Emergência RJ.

– Buscamos ampliar esta rede de integração em benefício da população e dos visitantes. Os recursos empregados no CICC têm possibilitado agilizar e dar mais eficiência no atendimento – explicou o subsecretário de Comando e Controle, Rodrigo Alves.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro dispõe ainda de um Guia de Segurança Pública com importantes orientações e informações úteis sobre o Rio. O guia – disponível em cinco idiomas (Português, Inglês, Espanhol, Francês e Mandarim) – está disponível no site www.rj.gov.br/web/seseg/principal.

No Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur), 50% dos policiais militares dominam outro idioma. Francês, coreano, italiano, árabe e russo, além de espanhol e inglês, são algumas das línguas entreouvidas na unidade da PM, localizada em Copacabana. A Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (DEAT) presta atendimento bilíngue a visitantes estrangeiros.

A Central de Atendimento ao Cidadão (CAC) contará com reforço. O órgão é responsável por estreitar o canal de comunicação entre o cidadão e a Polícia Civil. O serviço está disponível 24 horas pelos telefones (21) 2334-8823 e 2334-8835 ou pelo chat https://cacpcerj.pcivil.rj.gov.br.

Centro

Inaugurado em 2013, o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) se tornou uma referência em relação à segurança e defesa civil, sendo hoje fonte permanente de consulta para outras instituições da área no Brasil e no exterior. O prédio funcionou como o centro de operações na Copa das Confederações, na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), na Copa do Mundo 2014 e nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

A moderna estrutura, localizada na Cidade Nova, com videomonitoramento urbano. Por meio de 4,2 mil câmeras espalhadas pelas principais áreas da Região Metropolitana. Incluindo as embarcadas em carros da Polícia Militar. Permite não só acompanhar a rotina de segurança do Rio, mas auxiliar de forma efetiva em grandes eventos.

PF deflagra nova fase da Operação Lava Jato

Os dois alvos de mandados de prisão são Bruno Luz e Jorge Luz, que seriam operadores financeiros do esquema de corrupção na estatal

Por Redação, com Reuters – de São Paulo:

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira uma nova fase da operação Lava Jato, batizada de Blackout, e cumpriu 15 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva no Rio de Janeiro, informou a PF em nota.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira uma nova fase da operação Lava Jato, batizada de Blackout
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira uma nova fase da operação Lava Jato, batizada de Blackout

– Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro dentre outros – informou a PF em nota. 

– A ação policial tem como alvo principal a atuação de operadores financeiros. Identificados como facilitadores na movimentação de recursos indevidos pagos a integrantes das diretorias da Petrobras.

Mandados

De acordo com a Globonews, os dois alvos de mandados de prisão são Bruno Luz e Jorge Luz. Eles seriam operadores financeiros do esquema de corrupção na estatal.

– O nome da fase (Blackout) é uma referência ao sobrenome de dois dos operadores financeiros. Do esquema criminoso existente no âmbito da empresa Petrobras. A simbologia do nome tem por objetivo demonstrar a interrupção definitiva  da atuação destes investigados. Como representantes deste poderoso esquema de corrupção – disse a PF.

Operação desarticula organização especializada em roubo de cargas no DF

Se condenados, os suspeitos respondem pelos crimes de roubo qualificado, cárcere privado, lavagem de dinheiro, organização criminosa, tráfico de drogas e receptação

Por Redação, com ABr – de Brasília:

A Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar de Goiás, deflagrou nesta quarta-feira a Operação Hicsos, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada no roubo de cargas de alto valor.

A Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar de Goiás, deflagrou nesta quarta-feira a Operação Hicsos
A Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar de Goiás, deflagrou nesta quarta-feira a Operação Hicsos

Cerca de 350 policiais cumpriram 37 mandados de prisão preventiva, 14 de condução coercitiva e 31 de busca e apreensão no Distrito Federal, em Goiânia, Anápolis. Aparecida de Goiânia, Trindade, Bela Vista, Leopoldo de Bulhões. Alexânia, Morrinhos. E Campos Belos, todas no Estado de Goiás.

Empresários de vários ramos comerciais encomendavam as mercadorias. Eles pagavam metade do valor e revendiam em seus estabelecimentos como produtos legais. Segundo as investigações, a estimativa é de que os roubos tenham causado prejuízo de R$ 30 milhões.

Quadrilha

Para facilitar a ação, a quadrilha fazia falsas barreiras. Utilizando coletes de fiscalização e veículos equipados com sirenes e giroflex. Além disso, utilizavam equipamentos de alta tecnologia para bloquear o rastreamento do veículo.

Se condenados. Os suspeitos respondem pelos crimes de roubo qualificado, cárcere privado, lavagem de dinheiro, organização criminosa, tráfico de drogas e receptação.

Operação combate fraude em venda de peixes

A Operação Semana Santa tem como objetivo combater fraudes na substituição de espécies, quando a empresa embala um peixe diferente do informado no rótulo

Por Redação, com ABr – de Brasília:

Auditores fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento começaram a coletar nesta terça-feira amostras de peixes nacionais e importados no Distrito Federal e em oito Estados. A Operação Semana Santa tem como objetivo combater fraudes na substituição de espécies, quando a empresa embala um peixe diferente do informado no rótulo.

A Operação Semana Santa tem como objetivo combater fraudes na substituição de espécies
A Operação Semana Santa tem como objetivo combater fraudes na substituição de espécies

Segundo o auditor fiscal agropecuário Paulo Araújo, se constatadas as substituições, as empresas serão autuadas. “Os infratores sofrerão autuações, apreensões de produto e multas. As empresas nas quais forem constatadas substituições de espécies de pescado entrarão em medida cautelar.”

Araújo disse que a medida cautelar reforça o controle nos estabelecimentos. “Vai ser aplicado um regime de controle reforçado. Onde as expedições serão interditadas e somente liberadas para a comercialização após (os produtos) passarem por análises morfológicas ou laboratoriais.”

Por meio dos processos de controle, as empresas terão os produtos rastreados. A medida cautelar só será encerrada quando for comprovada a retomada do controle quanto à substituição das espécies.

Preços

Promoções muito atrativas de pescados podem esconder um prejuízo para o consumidor. De 17 em cada 100 peixes analisados no ano passado pelos auditores eram fraudados. Apesar de, em geral, não oferecerem risco para a saúde. Os pescados como o panga ou a polaca do Alasca acabam saindo mais caros do que seu valor de mercado. Quando são vendidos como bacalhau ou linguado.

O auditor Caio Augusto explica que o preço fora do comum é praticamente o único indicativo que o consumidor pode ter para desconfiar das informações sobre o pescado. Mesmo os fiscais especializados, muitas vezes, só confirmam que uma espécie está sendo simulada quando submetem a carne a um exame de DNA.

– O comércio de pescados em algum momento foi um pouco informal e essa informalidade passou para algumas empresas, que começaram a usar essa fraude para obter um lucro acima do que seria devido – explica Augusto, que vê uma tendência de queda nas fraudes, que chegavam a uma incidência de quase 30% em alguns estados, há três anos.

Fiscalização

Participam da operação cerca de 40 servidores, entre auditores fiscais agropecuários, agentes de inspeção e técnicos laboratoriais. As amostras coletadas serão encaminhadas para análise e os resultados serão divulgados em abril.

Além do Distrito Federal, as fiscalizações serão realizadas em Santa Catarina, São Paulo, Pará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Ceará, Paraná e Minas Gerais.

Escolas e creches fecham durante operação policial na Cidade de Deus

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, 1.093 alunos ficaram sem aulas, com o fechamento de duas escolas, uma creche e dois espaços de desenvolvimento infantil

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

Mais de mil alunos de escolas e creches municipais ficaram sem aulas, na manhã desta sexta-feira, na Cidade de Deus, durante operação policial. Houve confronto entre os agentes e criminosos.

Mais de mil alunos de escolas e creches municipais ficaram sem aulas, na manhã de hoje (16), na Cidade de Deus, durante operação policial
Mais de mil alunos de escolas e creches municipais ficaram sem aulas, na Cidade de Deus, durante operação policial

Segundo a Coordenadoria de Polícia Pacificadora, policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora da comunidade fazem uma operação em conjunto com o 18º Batalhão de Polícia Militar para coibir o tráfico de drogas. 

Um policial militar ficou ferido no braço, sem gravidade, Ele foi levado para o Hospital Lourenço Jorge.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, 1.093 alunos ficaram sem aulas. Com o fechamento de duas escolas. Uma creche e dois espaços de desenvolvimento infantil.

A Secretaria Municipal de Saúde e a Secretaria Estadual de Educação informaram que suas unidades na região da Cidade de Deus não foram fechadas durante a operação.

Greve da Polícia Civil

Policiais civis do Rio de Janeiro fizeram na quinta-feira um protesto no Aeroporto Internacional do Galeão-Antônio Carlos Jobim. Entregando para os turistas no desembarque panfletos em português e em inglês. Os policiais diziam que a situação dos organismos de segurança no estado está “caótica”.

A categoria está em greve desde o dia 16 de janeiro. Para cobrar o pagamento do décimo terceiro salário, dos prêmios por metas desde dezembro de 2015 e das horas extras trabalhadas. Durante as folgas (RAS-Regime Adicional de Serviço), atrasadas desde agosto passado. 

– Em greve há um mês, os policiais só atendem os casos graves e cumprimento de mandado de prisão – informa o Sindicato dos Policiais Civis do Rio de Janeiro.

Em nota, a Polícia Civil informou que “não se manifesta sobre teor de decisão de entidade de classe”. E que “unidades estão atendendo as emergências e casos complexos normalmente”. O registro de ocorrência pode ser feito através da Delegacia on line.

A Secretaria de Fazenda informou que ainda não tem previsão de quando serão feitos os pagamentos atrasados da categoria.